Os melhores contos eróticos você só encontra aqui.
Enviado em 08/11/2010
Vou utilizar o nome de Durval ao escrever este conto; e todos os outros nomes também serão fictícios. Sempre fui de ter muitas amizades; tanto feminina quanto masculina... Acho que por ser considerado um garoto bonitão e cheio de meninas em minha volta, os rapazes se aproximavam de mim pra poderem também ter alguma chance com as garotas. Mas tantas meninas ao mesmo tempo; fazia com que eu sempre terminasse no banheiro de casa tocando uma punheta em homenagem a alguma que no máximo me deixava passar a mão na xoxota ou dar uns beijinhos nos peitinhos... Tínhamos idade entre 15 e 16 anos. Meus pais eram separados desde quando eu tinha uns 6 anos: minha mãe arrumou um padrasto pra mim que se chamava Celso; e meu pai uma madrasta. Meu pai que era proprietário de uma pequena fazenda de criação de cavalos achou que eu estava na idade de conhecer um pouco sobre seus negócios; já que eu seria o seu único herdeiro direto... Nas férias; mesmo a contra gosto, acabei indo passar alguns dias na fazenda. Depois de meu pai me mostrar todos os setores da fazenda; me apresentou a um de seus funcionários que era o responsável pelo estábulo onde ficavam os cavalos de raça pra que ele me explicasse sobre o tratamento especial a que eles eram submetidos... Só de pegar na mão de Zanata deu pra notar a força que ele tinha. Zanata; 24 anos; moreno bronzeado; corpo atlético: barriga tanquinho; peitoril definido e um par de coxas musculosas que davam para serem percebidas por estar trajando somente uma bermuda. Acho que entre eu e Zanata houve uma boa sintonia que passei a ficar horas e horas o acompanhando em seu serviço dentro do estábulo. Zanata que sempre viveu na roça, ficava me perguntando de como era a vida na cidade grande e eu sobre a sua na fazenda; até que chegou na conversa sobre meninas. Quando lhe falei sobre as meninas da minha idade que já gostavam e deixavam serem tocadas na xoxota e nos peitinhos e até sobre as que já davam ate a bundinha, Zanata ficou tão excitado que nem se importou de que visse o volume formado na sua bermuda... E eu curioso: - E as meninas aqui na roça Zanata?... Ele ainda passando a mão no seu pau que estava duro; por cima do tecido: - Aqui tudo é difícil Durval; quando a gente quer mulher, temos que ir lá na zona da cidade!... Zanata foi me ensinar a andar a cavalo e a primeira vez teve que me ajudar a subir me empurrando pela bunda usando suas mãos... Aquele contato das mãos fortes nas minhas nádegas me fez sentir algo totalmente estranho pra mim; algo que passei a querer que se repetisse. No dia seguinte, parece que Zanata também gostou de botar a mão na minha bunda que senti que além de me apoiar, deu uma apalpada de leve nas minhas nádegas... Já sobre o cavalo dei-lhe um sorriso e ele colocando a mão sobre meu joelho: - Vamos dar uma volta pela fazenda?... Novamente sorri olhando pra sua mão que subiu até o meio da minha coxa e fez um leve carinho: - Vamos sim; mas não vai me deixar pra trás que ainda não sei andar direito sobre o cavalo!... Vinte minutos sendo sacudido sobre a cela senti meu bumbum começar a ficar dolorido e sugeri que parássemos um pouco pra descansarmos. Zanata: - Já estamos chegando num lugar bem bacana que eu queria de mostrar!... Fiquei curioso e fomos saindo totalmente da trilha por mais uns cinco minutos até chegarmos num córrego de águas límpidas. Zanata desceu e eu com muita dificuldade: - Me ajude Zanata; parece que minhas pernas ficaram adormecidas e estou com minha bunda toda dolorida!... Zanata praticamente me pegando no colo e me colocando sentado sobre a grama ao lado do córrego: - É assim mesmo; depois você se acostuma a andar a cavalo!... Zanata com as duas mãos sobre minha coxa: - Se quiser, posso fazer uma massagem nas suas pernas!... Deixei e ele após esfregar bastante me pediu pra ficar de bruços... Estava adorando aquelas mãos na minha carne e minutos depois: - Se quiser, posso fazer massagem na sua bunda também!... Eu fingindo estar em dúvida: - Você acha que uma massagem vai melhorar?... Ele já com as mãos apalpando sobre o tecido da bermuda: - Tenho certeza!... Ele percebendo que eu estava gostando: - Se você tirar a bermuda é melhor ainda!... Olhei pra ele: - Mas Zanata??!!! Está me pedindo pra ficar pelado pra você fazer massagem em mim?... : - E o que é que tem patrãozinho? Ninguém vai ver mesmo!... Acabei que me entreguei tirando minha bermuda: - Eu vou deixar porque é você Zanata; se fosse outro eu não deixaria!... Tirei e fiquei só de cueca deitado de bruços. Zanata apalpando foi aos poucos chegando minha cueca cada vez mais pra baixo e vendo toda minha satisfação de ter suas mãos na minha bunda; tirou de vez me deixando com a bunda toda de fora. Zanata passou a só fazer carinho das minhas nádegas: - Está se sentindo melhor?... : - Estou sim; mas faz mais um pouquinho!... Quando senti que ele debruçou e beijou minha bunda, fiquei todo arrepiado e logo veio outros vários beijos; gemendo baixinho: - O Que está fazendo Zanata?... Ele continuando a acariciar e a beijar: - Você tem uma bundinha muito gostosa patrãozinho!... Só virei o rosto pra ele sem sair da minha posição: - Você acha Zanata?... Ele sentou do meu lado e foi abrindo sua calça: - Olhe só como fiquei por causa da sua bundinha!... Zanata me mostrou seu pau duro e não pude deixar de admirar aquele tão belo exemplar de pênis... Uns 18 cms e com uma cabeça que até brilhava de tão vermelha e lisa. Novamente sorri sentindo uma mistura de medo e excitação: - Faz mais um pouquinho de massagem; faz!... Zanata voltou para o meu traseiro e além dos beijos começou a passar o dedo no meu cuzinho... Molhou na boca e enfiou o dedo me arrancando um gemido: - Hummmmm!... Quando senti ele colocando um de seus braços em minha cintura puxando meu corpo pra cima me fazendo ficar de quatro, o meu medo foi aumentando e mesmo assim fui me deixando levar até que senti colocando seu pinto encostado em mim. Zanata forçou até que senti: - Aiiiiiiiiiii! Devagarrrrrrr! Isssoooooo doiiiiiiiiii!... Zanata tirou do meu cú e depois de molhar mais um pouco com sua saliva voltou a enfiar: - Aaaiiiiii! Aaaiiiiiiiii! Puta que pariu Zanata, você está rasgando minha bunda!... Zanata parecia um animal bufando no meu cangote e forçando seu pau cada vez mais pra dentro do meu rabinho dolorido. Eu tinha até que rebolar pra poder deixar seu pau me penetrar com mais facilidade... Quando senti seus pentelhos encostar nas minhas nádegas e ele começar a puxar pra trás e socar até o talo novamente tive que travar meus dentes pra não gritar. O estranho foi o prazer que sentia; era muito maior do que a dor daquela pica duríssima causava a cada socada... Depois de várias gostosas socadas, ele ficou parado com toda sua pica no meu cú gozando: - Aaaahhhhhh! Aaaaahhhhhh!... Hummmmm! Hummmm!... Assim que ele tirou do meu cú, fiquei de cócoras na beira do córrego pra lavar minha bundinha. Voltamos pra sede da fazenda como se nada daquilo tivesse ocorrido... Nenhuma palavra sobre o assunto. No dia seguinte, tudo correu como nos outros dias... Ele trabalhando e eu sempre por perto esperando que ele fizesse algum comentário sobre o dia anterior; mas, Zanata não falou um “A” pelos três dias seguintes. Eu não querendo me oferecer, mas doido pra que ele me pegasse novamente; pedi pra que ele encilhasse um cavalo pra mim: - Mas o patrãozinho vai sair sozinho a cavalo?... : - Vou sim!... Fiquei contente quando ouvi: - Quer que eu lhe acompanhe?... : - Se não for atrapalhar o seu serviço??!!... Ele rapidamente puxando um outro cavalo: - Já terminei; hoje minha tarde é livre!... Ele já sobre o cavalo: - Me leva novamente naquele córrego; está muito calor e eu acho que vou tomar um banho naquelas águas!... Ao chegarmos, desci e tirei toda minha roupa deixando de propósito que Zanata me visse peladinho antes de ir entrando na água. De dentro do córrego que era bem raso com água batendo pouco acima dos joelhos, fiquei olhando Zanata ir se despindo até ter todo aquele corpo musculoso totalmente nú com aquela maravilhosa pica dura: - Vem Zanata; vem que a água está uma delícia!... Fiquei de cócoras na água e Zanata se aproximou propositalmente até que sua pica ficou a alguns palmos no meu rosto. Aquela coisa linda tão perto me fez ser audacioso... Segurei aquele pau duro e num atrevimento que até eu fiquei surpreso, dei um beijinho na cabeça avermelhada. Zanata colocando as mãos sobre meus cabelos: - Oh patrãozinho; você não imagina o quanto estou gostando de você!... Coloquei um pouco daquela pica dentro da minha boca e dei uma sugadinha só pra sentir o gosto; parei: - Está gostando de mim como Zanata?... Ele me fazendo botar a boca no seu pau novamente: - Como se você fosse uma namorada pra mim!!!... Parei novamente e olhando pra cima: - Você quer que eu finja que sou sua namorada?... Ele me puxando pra que eu ficasse de pé: - É isso mesmo; mas eu não quero que fique com raiva de mim!... : - De jeito nenhum Zanata; você sabe que eu também gosto muito de você!... Ele me abraçou: - Mas se eu te beijar na boca?... Todos meus músculos se contraíram e minhas pernas tremeram quando senti seus lábios encostarem-se aos meus. Foi algo tão estranho e ao mesmo tempo tão gostoso que por alguns minutos até me senti realmente uma menina sendo beijada e apalpada na bunda. Depois do beijo, novamente fui me agachando até ter aquela pica dura dentro da minha boca... Foi tão gostoso chupar que não larguei nem quando ele começou a gozar me fazendo engolir uma boa quantidade de porra. Durante o período em que passei na fazenda, fui a namoradinha de Zanata e adorava quando ele metia a pica com vontade na minha bundinha. Voltei pra casa e tentei voltar a minha rotina de antigamente... Mas, parecia que faltava alguma coisa pra me deixar feliz. Não querendo me expor; acabei que resolvi tentar algo que achava que seria muito difícil... Minha mãe foi dormir, e, sem que meu padrasto percebesse, levantei do sofá e sem me despedir dele fui pro meu quarto. Deixei a luz do abajur acessa e fiquei deitado peladinho de barriga pra baixo e bumbum virado tendo quase certeza de que meu padrasto iria até meu quarto ver se estava tudo em ordem. Ele sempre foi um homem carinhoso ao extremo comigo; quando não tinha ninguém por perto até beijo em meu rosto ele dava; principalmente quando ele ia ao meu quarto me dar boa noite. Quando percebi entrando, fingi que estava dormindo e notei ele sentando com todo cuidado na cama... Ele sussurrou baixinho meu nome por umas três vezes e eu continuei fingindo estar dormindo. Sua mão pousou levemente em uma de minhas nádegas... Continuei sem me mexer e sua mão alisou com todo cuidado minha bunda e quando ele reclinou me beijando no rosto é que fingi estar acordando sem sair da minha posição de bunda pra cima: - Oi Celso; é você?... Ele me beijou: - Sim; vim te dar boa noite!... Ele botou a mão na minha bunda e balançando: - Você vai dormir assim pelado?... Fingi estar surpreso: - Ih, caramba! Estava tão cansado que nem percebi!... Levantei rapidamente e pegando o short do pijama fui vestindo sempre com a bunda virada pra ele: - Sabe que você está ficando um rapaz muito bonito?... Fui deitando novamente e ele: - Sabe que é a primeira vez que te vejo pelado?... : - Desculpe Celso; prometo que isso não vai mais acontecer!... Ele sorrindo: - De jeito nenhum Durval; acho que até ficaria feliz se pudesse te ver pelado outras vezes!... Foi a minha vez de lhe lançar um sorriso percebendo que estava lhe agradando: - Você é um cara muito bacana Celso; com você eu me sinto muito a vontade!... Ele me dando um novo beijo no rosto: - Você sabe que eu gosto muito de você; não é?... : - Sei sim Celso; eu também gosto muito de você!... Dias depois, sabendo que minha mãe não chegaria tão cedo em casa, resolvi testar pra ver o quanto o Celso gostava de mim. Sentei ao seu lado no sofá da sala tirando minha camisa: - Caramba; com esse calor um banho até que me faria bem, mas estou tão cansado que acho que vou descansar primeiro!... Veio o que eu queria ouvir: - Este calor também está me incomodando; que tal tomarmos um banho juntos?... Parecia que eu estava tendo sorte, mas tinha que ser discreto: - Você está querendo dizer; eu e você pelados?... Ele pegando na minha mão: - É Durval; eu e você! Precisamos ter mais intimidade um com o outro!... Resolvi que não ia mais perder tempo e concordei indo pro banheiro. Primeiro Celso ficou me olhando tirar o restante da minha roupa até ficar complemente nú... Só depois que entrei debaixo do chuveiro é que Celso começou a tirar suas roupas. Celso com seus 45 anos era um homem bonitão e até certo ponto bem dotado. Fingi não estar vendo que ele estava com a piroca dura... +- 22 cms que fez com que meu cuzinho piscasse de alegria; mas não podia soltar a franga tão rapidamente. Sai de lado pra que ele molhasse seu corpo e depois entrei novamente deixando de propósito minha bunda virada pra ele. Primeiro ele passou a mão na minha bunda; talvez pra me testar: - Você tem uma bunda de deixar muitas mulheres com inveja!... Dei uma reboladinha discreta, mas insinuante: - Você acha Celso?... Ele me segurando pela cintura e passando a mão com mais liberdade: - Sua bunda é lindíssima Durval; teria coragem de dar até uns beijinhos nela!... Dei uma empinadinha deixando sua mão até apalpar minhas nádegas: - He he he he! Quer beijar; beija!... Celso agachou e depois de beijar várias vezes minhas nádegas foi levantando e me abraçando por trás espremendo sua pica bem no meu rego. Acariciei seus braços que me envolviam e todo dengoso: - O que você está querendo fazer comigo Celso?... Ele dando beijinhos no meu pescoço: - Quero comer sua bundinha; posso?... Levei a mão pra trás segurando sua piroca e fingindo total inocência: - Seu pau é muito grande Celso!... Ele continuando a beijar meu cangote: - Tenho certeza que você vai gostar!... : - Tá Celso; já que é você que está pedindo, eu vou deixar!... Celso só fechou o chuveiro e me mandou ficar ajoelhado (de quatro) ali mesmo dentro do box. Depois dele colocar um pouco de óleo para o corpo sobre meu cuzinho e molhar sua pica veio empurrando no meu rabo... Quando começou a entrar tive que fingir não estar acostumado a levar pau no rabo; gemendo como se estivesse sentindo dor: - Calma Durval, calma que o pior já passou!... Eu estava era adorando aquela tora entrando no meu cú que aos poucos comecei a gemer indicando prazer: - Ai Celso! Ai Ai Ai! Enfia! Enfia tudo! Isso é muito gostoso! Vai! Vai!... Celso meteu no meu cú por uns impressionantes 10 minutos antes de me encher com todo seu gozo. Passei a ter uma satisfação incrível ao me transformar no viadinho do meu padrasto e também para o Zanata quando vou em férias pra fazenda.
erico escreveu:
Maravilhoso.Voce é muito safadinho. Gostaria muito de comer o seu rabinho.
João escreveu:
Caralho q delicia de conto!! Adoro esses caras do interior que vao fudendo tudo que veem pela frente!!!
Jão P. escreveu:
Gozei!!!!
Renato escreveu:
Queria ter uma pica grossa disponível em casa todo dia. Delícia...
Mercio escreveu:
Caraca q conto...amei...Parabens
Queremos saber das suas histórias. Cadastre-se e envie seu conto erótico. Publicaremos o mais breve possível.
Cadastrar400 vizualizações
2.170 vizualizações
1.903 vizualizações
3.115 vizualizações
2.978 vizualizações
© Copyright 2009 - 2010 Contos Online, todos os direitos reservados. Proibida a reprodução dos Contos Eróticos sem autorização.