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Enviado em 21/10/2011
Aquele fim de semana tinha sido uma perfeição na minha, até então, modesta vida sexualmente ativa. No entanto na segunda feira houve algo para me preocupar.
JP veio até mim durante o recreio, horário no qual eu sempre estava comendo (me alimentando) num canto isolado ou entre amigos, mas no dia eu estava sozinho; pois bem, ele veio e se sentou do meu lado, perguntou se eu podia acompanhá-lo até o banheiro. Claro que pensei que ele queria algo ali e agora e meu pau ficou duríssimo no ato, ele notou e sorriu meio envergonhado.
Fomos até lá. Assim que chegamos, eu segurei seu braço fino com firmeza e o virei de frente para mim, encaixando sua boca na minha. Percorri toda aquela boquinha quente com minha língua até senti-lo me empurrar.
-Meu irmão descobriu que a gente...
-O quê? – minha pergunta foi para tentar entender a situação, mesmo assim ele repetiu o que tinha dito.
-Meu irmão sabe que a gente transou. Não sei como ele descobriu, mas acho que aquele dia na sua casa ele deve ter me visto entrar na sua casa e espiado pela janela ou... ah, eu não sei. Mas agora ele tá dizendo que vai falar pro meu pai.
-Dá um jeito, bate naquele pirralho! – Sim o irmão de JD era mais novo, tinha doze anos e estava atormentando o irmão dele.
-Acho que vamos ter que parar com isso. Antes que mais alguém fique sabendo.
Ele saiu às pressas do banheiro e me deixou ali, de pau duro e bastante preocupado. Se Saulinho abrisse a boca todo o pessoal ia ficar sabendo, já não bastava todos os que estavam na white party? Naquele dia, voltei pra casa disposto a resolver esse problema de um jeito ou de outro.
Saulinho era moleque e passava a tarde toda brincando na rua com os outros meninos. Naquela tarde, ainda, eu fui até a rua debaixo e o vi. Chamei-o e ele pediu para esperar. Quando os outros garotos foram para suas casas, ele veio. Disse que precisava conversar com ele e o olhar sarcástico com o qual ele me fitou dizia que ele sabia o teor da conversa.
-Eu sei o que você e o meu irmão tão fazendo. – Já em minha casa, ele foi categórico.
-E como é que você sabe?
-Meu irmão é trouxa. Ele escreve tudo num caderninho e deixa debaixo do colchão. Ele dá o cu e gosta.
-Hum – disse eu – garanto que até você ia gostar, se fosse com você.
-Duvido...
Ele não terminou de falar, pois eu levei a mão por baixo do calção de futebol que ele estava usando e apertei a biloquinha dele, por cima da cuequinha, que endureceu na hora. Como ele interrompeu o que ia falar, talvez pela surpresa, não perdi tempo, puxei o calção e olhei para aquele pauzinho, bonitinho e durinho que ficava pulsando em cima daquele saquinho que não tinha um pelo sequer, totalmente lisinho. Não agüentei e levei a boca direto no pauzinho dele e comecei a chupá-lo. Tinha cerca de quatorze centímetros e era fino pela pouca idade do garoto, mesmo assim eu segurava e afagava o pinto dele dentro da boca com a língua, que não parava de dançar em volta dele.
Tirei a boca e olhei para ele, sentado em minha cama de olhos fechados, até que ele abriu e me disse:
-Faz de novo.
-Se você fizer em mim.
Fiquei de pé e coloquei a pica durinha para fora. Vi que ele estava receoso, mas segurou meu pau com a mãozinha pequena e fria a qual quase não conseguia fechar quando o pegou; aos poucos foi chegando perto. Primeiramente deu uma chupadinha na cabeça, depois lambeu o corpo e parou para tirar um pelo da língua. Eu disse que aquilo era normal, que quando ele ficasse maior e tivesse uma pica grande como a minha ele ia fazer a mesma coisa com os amiguinhos dele, isso era normal na nossa idade, então ele colocou a boca aos pouquinhos e eu fui empurrando devagar para dentro segurando a cabeça dele até sentir a garganta do guri. Ele engasgou. Pedi para que ficasse de pé, ele ficou e se abaixou voltando a chupar minha rola que eu insistia em levar até a garganta dele e todas as vezes via que ele ficava com ânsia e parava. Nem sequer chegávamos na metade.
Naquela posição eu baixei o calção dele que caiu pelas perninhas finas até o chão. Vi aquela bundinha linda, lisa, até dei um tapinha enquanto ele chupava meu pau. Imaginei como deveria ser gostoso aquele cu virgenzinho escorregando no meu pau.
-Dá pra mim, Saulinho?
-Não, vai doer. – ele tirou meu pau da boca só pra falar isso com a saliva escorrendo pelo canto dela.
-Vai só um pouquinho, mas depois passa. Não vê seu irmão, ele disse que doeu?
-Ele disse que doeu pra caramba, mas que depois ficou bom.
-Então. Eu coloco, depois se doer, você fala e eu tiro. – ele me olhou desconfiado, mas eu já estava ganhando aquele cabacinho pra mim – Se você der pra mim, depois eu te chupo, você nem precisa, eu vou só te chupar. – De algum modo eu sabia que essa conversa iria ganhar ele e ganhou.
Ele se virou e se deitou na minha cama de bruços. Pedi para que abrisse a bundinha pra que eu visse o cuzinho dele e ele o fez. Era perfeitinho e pequenininho, do melhor jeito que podia ser. Cuspi na portinha e massageei com o dedo, ia enfiando e tirando aos poucos até enfiar tudo, para deixar a entrada mais larga e menos dolorida para o menino. Ele ia gemendo baixinho e eu sentia as contrações do cuzinho dele no meu dedo e isso me deixava mais louco ainda. Cuspi na mão e lubrifiquei a cabeça do meu pau e me preparei para comer aquele amiguinho.
Deitei-me por cima dele, encaixei o pau no reguinho quente dele e forcei a entrada. Saulinho fez uma cara de dor e tentou me empurrar com as mãos, no entanto não disse nada.
-Calma, relaxa, se não dói mesmo... isso relaxa, mais um pouquinho, não aperta na entrada não. – a cabeça deslizou para dentro e eu parei, para fazê-lo sentir meu pau e eu ia sussurrando as palavras de comando para acalmá-lo e fazê-lo se esquecer da dor. Por um momento ele tentou desistir da empreitada, mas, ao mesmo tempo, não queria dizer e parecer fraco, então mexi com o ego do garoto – deixa aí um pouquinho que você se acostuma. Essa dor é coisa de homem. Seu irmão agüentou e foi muito tempo, será que você é mais fraco que ele.
Então ele mordeu os lábios e agarrou o lençol apertando entre os dedos e forçando. Senti o cuzinho fechando e apertando a cabeça do meu pau. Amei isso e pedi para que relaxasse, mesmo assim ainda era uma entrada muito estreita para o meu pau de dez centímetros de circunferência. Fui atolando cada vez mais e mais, mas em certo momento ele pediu para parar. Eu nem cheguei a encostar na bundinha dele, mas senti que realmente não dava para passar dali.
-Tá doendo demais, não dá mais não.
-Quer chupar então?
Sentei-me na cama, ele ficou de joelhos e mais uma vez começou a me chupar e mais uma vez eu invadi a garganta dele, segurava sua nuca e o deixava de dois a cinco segundos sem respirar, quando via que ele estava com ânsia, retirava a pau. Foram mais ou menos umas oito vezes, até que na última delas eu o segurei e meu pau começou a pulsar mais forte. Gozei um jato quente direto na garganta dele e ele ficou engasgado, retirou na hora, mas como ainda estava com ele dentro da boca, levou mais dois jatos quentíssimos de porra: um sobre a língua e outro no meio da cara do lado de fora.
Ele perguntou o que era aquilo e, claro que eu disse que era a minha gala: a confirmação de que ele poderia vir outro dia para que eu o chupasse até aquilo sair do pau dele também. Engoliu o que estava na boca (confesso que achei nojento, mas ele adorou) e limpou no meu cobertor o que estava escorrendo pelo rosto. Não pude deixar de ver que ele estava animado pra voltar e gozar comigo outra vez.
Assim que o moleque saiu da minha casa, liguei para JP e disse que o irmão dele não ia contar nada pro pai deles, eu tinha certeza de que não iria.
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gabriel silva escreveu:
ai adorei mande mais comtos
umqualquer escreveu:
meio estranho, mais eu gostei, não sei porque mais as coisas estranhas me excitão, rsrs... enfim, o conto fico até legal, mais você deveria inventar mais, tipo: não sei se isso é um relato real e nem pouco me interesso em saber, mais acho que verdade ou não você deveria por um pouco de imaginação ai, ficou muito real e isso as vezes deixa o conto chato. continue escrevendo, abraços.
Alex escreveu:
Cara, já passei por uma situação semelhante, mas infelizmente num consegui comer o putinho que me azucrinava! fiquei com inveja! parabéns!!!
alex jorge nakoneszen escreveu:
delicia de conto se vc morase perto eu gostaria de conhecer vc
Safadinho escreveu:
Puta conto gostoso. Gozei.
2012 escreveu:
me add ai no msn: gustavo.para.sites@hotmail.com
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