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Enviado em 15/06/2010
Em agosto do ano passado (2009), eu estava com 14 anos e fui à missa de 15 anos da Drica, uma amiga da escola. Nunca fui muito de ir à igreja, mas a festa era só depois da missa e todo mundo foi. Mas uma coisa logo me chamou a atenção – o coroinha. Garoto de uns 13 anos, feição andrógena, loirinho, um anjinho. Muito atraente. Auxiliava o padre, com muita delicadeza e cuidado. O padre também era muito bonito. Olhos azuis claros, ombros largos e postura nobre.
Ao final da missa, observei o percurso do garoto, que ao sair da sacristia dirigiu-se ao banheiro. Ele estava no mictório. Coloquei-me no lado dele, abrindo a braguilha. Observei seu olhar de canto de olho direto no meu pênis.
- Gostou? - perguntei.
- Do que?
- Do meu caralho.
Fixou os olhos nele. Ainda estava mole, mas bem grosso.
- Não gosto de macho.
- Então por que seu pau tá levantando? Pode pegar ninguém tá vendo.
Hesitou por um instante, mas botou a mão de leve. Meu pau levantou de uma vez, endurecendo com o contato. 19 cm. O menino, boquiaberto, vidrou no meu pau. Tirei as bolas para fora e ele de imediato as acariciou.
- Chupa! Pode chupar, morreu o assunto.
- Vem cá!
Entrou dentro de um boxe de vaso sanitário, baixou a tampa do vaso e me fez sentar. Fechou a porta e se ajoelhou, caído de boca no meu cacete. A boca dele espumou com o movimento e o mel que escorria do meu pau.
- Senta! Senta no meu pau.
O viadinho não se segurou e baixando a calça até os joelhos, sentou gostoso. Era experiente, pois rebolava gostoso no meu pau.
- Não geme, para não chamar a atenção!
- Ahhh! Tá.
O anelzinho dele apertava meu cacete.
- Responde baixinho. O padre já te comeu?
- Não, ele é muito sério.
- Mas você já ofereceu?
- Huumm! Já me esfreguei nele, mas ele não quis. Pinto do caralho!!!
- Senta gostoso, viadinho. Isso... Agora levanta pra eu gozar na sua boca. Bebe tudo. Hãn!!!
O coroinha de olhos azuis me deu rapidinho no banheiro da igreja e depois sumiu. Quando saí do banheiro, o pessoal já tinha ido embora. O padre estava atendendo confissões dentro de uma cabine fechada, cheia de furinhos. Peguei a fila. Ao chegar minha vez, me ajoelhei no confessionário, não dava para ver o padre, mas apenas ouvir sua voz:
- Seu nome?
- Ítalo.
- Pode confessar, filho.
- Eu comi a minha namorada.
- Você manteve relação sexual com ele?
- Isso.
- Quantos anos você tem Ítalo?
- 14, padre.
- Ok. Mas você saber que deve abster-se desses hábitos antes do casamento?
- Por isso vim me confessar. Ela é muito bonita e na hora que a coisa esquenta, não consigo para.
- Como assim? O que vocês fazem?
Senti a pergunta maliciosa do padre e continuei:
- Ela tira a roupa para mim, rebola na minha frente, mostrando a bundinha e esfrega a xoxota na minha cara. Eu não resisto, padre. Ela senta no meu pinto e movimenta gostoso, me leva a loucura.
- E você chupa os peitinhos dela?
- Chupo sim. E ela gosta muito.
- Sei.
- Mas quero confessar outra coisa.
- Pode falar, Ítalo.
- Outro dia fui até a casa dela e ela não estava, só o irmão dela de 11 anos. Mandou eu entrar e esperar. Sentou no chão e reiniciou o jogo, que havia pausado. Ele tava sem camisa, sentado no chão com o short mostrando o reguinho.
- Isso não é pecado. Pode acontecer. – disse pensando que pararia por aí.
- Não, padre. Não foi só isso. Sentei-me atrás dele e enchi a mão com o saquinho e pintinho dele. Ele gostou. Parou o jogo e encostou em mim, deixando eu apalpar o pau dele. Depois, enfiei a mão no short dele e abri seu prepúcio, sentindo a cabecinha em minha mão. Falei com ele: “deixa eu chupar seu pinto?” Ele baixou a frente do calção e vi aquele pintinho branquinho pulsando. Deixa para lá, padre. Estou com vergonha.
- Não precisa ter vergonha de Deus, Ítalo. Pode falar.
- Chupei por um bom tempo e ele estava gostando. Foi quando falei: “Chupa o meu” e ele disse não. Então falei: “Vou embora e ninguém vai te chupar mais.” Ele pensou um pouco e balançou a cabeça positivamente. Fiquei em pé e ele sentado no sofá. Tirei meu cacete e o encostei no rosto dele. Uma gotinha que escorreu do meu pau ficou no seu rosto. Comecei a fuder a boca do meu cunhadinho, com cuidado para não machucá-lo. Não deixei ele tirar a cabeça, forçando-o a engolir a porra toda. Ele ficou chorando e eu fui embora. Foi isso.
O padre me falou do amor de Deus, rezou e me mandou rezar também. No fim disse:
- Ítalo, venha sempre se confessar.
Sabia que ele tinha gostado, acho que ele bateu uma legal.
(Continua)
douglas escreveu:
me passa o email por favor e coloca na minha boca tbm kkkk
marcelo escreveu:
adorei o conto.sou ativo e adoro chupar e engolir leite.
antonio ferreira escreveu:
muito bom entre em contato
Matheus escreveu:
Olá amigo,que delícia de conto,deixou minha rola dura e babando,li batendo punheta,gozei muito gostoso,quando eu tinha 13 anos minha rola ja media 15x11cm eu arrombava o cu dos muleke mas eu dava o cu pra eles tb,agora minha rola está medindo 20x14cm continuo arrombando cu mas curto dá o cu tb,sou gato e malhado,tenho um conto aqui tb que se chama...METEU A ROLA EM MIM E EU METI A ROLA NELE...é verídico,muito bom,parabéns pelo seu conto,um grande abraço...19 96289021.
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