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Enviado em 23/12/2009
a saga sexual continuou. a cozinheira gostosa continuava trabalhando em minha casa e continua com sua tara insana. não era todos os dias que conseguíamos transar ou fazer uma sacanagem, mas os olhares eram constantes. aos sábados, quando todos meus parentes saiam a cozinheira, já se encostava, roçando aquela bunda murcha ou aqueles peitos maravilhosos. vinha sempre com a boca entreaberta, pedindo um beijo. ou o meu falo. o beijo era um pretexto para começar as sacanagens. chupava seus peitos, mordiscava aqueles bicos enormes, tirava sua roupa por completo. e sempre terminava com aquela boca carnuda engolindo meu pênis. e como chupava, lambia a cabeça, engolia toda a extensão do membro, e ainda massageava meus testículos, sorvia meu saco de forma fantástica. sempre era um gozo cavalar, mas quase nunca chegávamos a cópula. mas essa sina estava por acabar. em um final de semana prolongado, meus familiares foram viajar para o interior e achei que ficaria em casa sozinho por três dias, mas tive uma surpresa agradável. na manhã do feriado fui acordado pelo soar da campainha. fui atender a porta bradando contra todos e contra tudo. quando abri a porta da sala, tomei um susto. a cozinheira estava a minha frente com uma roupa branca apertada e com aquela cara de safada corriqueira. perguntei o que ela queria e ela não se fez de rogada. de forma rápida e sem pestanejar apontou para mim. meio atordoado, fiz com que ela entrasse. estava apenas com o short do pijama e meu pênis latejava e se eriçava de forma rápida e violenta. a cozinheira não pensou duas vezes, arrancou minha roupa e começou aquela fantástica chupada de sempre. estava tendo ali a melhor chupada de minha vida, e não demorou muito a gozar. enchi a boca daquela vadia, o semen escorria pelo canto da boca e molhava seus peitos. a cozinheira engoliu o que estava em sua boca e limpou o que estava em seu corpo. continuou a chupar meu falo, desta feita de forma calma e propositalmente esperando que recupera-se minhas forças. ela queria mais. quando estava quase em ponto de bala, ela me fez deitar no chão. fui obediente. quando estava deitado, a negra vadia, fez um curto show particular. tirava sua roupa e rebolava na minha direção. já nua, a cozinheira se posicionou sobre meu rosto. pousou sua buceta na minha boca. não pensei duas vezes. chupei como um louco; enfiava minha língua naquela buceta molhada e desta feita pelada, sem nenhum pelo. tocava seus peitos, e sentia que aquela mulher estava próximo a gozar. e não tardou. seu gozo inundou minha face. minhas mãos sentia seu corpo estremecendo. deitou-se ao meu lado com a feição de satisfeita. mero descanso. começamos a nos beijar, ainda lado a lado; não tardou meu membro se animar. aquela negra já estava sobre mim, roçando os peitos e aquela buceta no meu corpo. me arrumei para meter na gruta dos prazeres, seria mesmo sem camisinha. coloquei a cabeça do pau na buceta, comecei a enfiar e ela pediu para parar. levantou-se e pegou sua bolsa, tirou um frasco e uma camisinha. colocou o preservativo em mim e se virou de costas para mim. desceu aquela buceta gostosa sobre meu pau e começou a cavalgar. maravilhoso. levantei um pouco o dorso e segurei seus peitos. o ritmo começou a aumentar. comecei a arfar, prenuncio de meu gozo. a vadia percebeu. parou seus movimentos e sussurrou em meu ouvido: come meu cu. não acreditava. quase gozei com a frase. tirou o pau da buceta, tirou a camisinha e lambuzou meu mastro com um ungüento que estava no frasco. ficou de cócoras e guiou-me ao seu cu. primeiro foi devagar, percebia que era dolorido para ela, mas ela não desistia, nem ao menos reclamava. forçava mais para baixo, gemendo baixinho. por fim todo o membro estava dentro daquela pequena mulher, e ela começou a se mexer, nada compassado e ritmado, como antes. desta feita, a cozinheira estava louca, pulava como uma cabrita ensandecida, tentava movimentar meu quadril, mas não tinha como. a loucura tomou conta daquela vadia gostosa. seu cu mordia meu pau e sentia suas nádegas contraindo de forma animalesca. sentia seu corpo esquentando e suas mãos procurando algum apoio. esticou os braços e segurando em minhas pernas fazia seu cu engolir meu pau. ficamos alguns minutos nessa movimentação, quando subitamente sentia meu pau ser estrangulado por aquele ânus negro. era o aviso do gozo da minha puta de plantão. queria gozar junto e comecei a estocar com mais força. não tardou gozarmos juntos, uma catarse sexual, mistura de sensações e de fluídos. caímos desfalecidos lado a lado. adormecemos, exaustos. acordei no meio da tarde, ainda no chão da sala, com um bilhete: feche a porta. volto amanhã. foi então que percebi que a minha cozinheira tinha vindo apenas para ser traçada e estava louca para ganhar estocadas no cú. volto no outro dia como se nada tivesse acontecido. limpou a cozinha, fez o almoço e se foi. duas semanas depois pediu demissão e nunca a mais a vi. infelizmente.
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