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Enviado em 07/09/2010
No relato anterior contei sobre meu primeiro encontro com Mari, uma gordinha tesuda que encontrei no bate papo. Eu e Mari ficamos de marcar um encontro para transarmos gostos, mas nunca rolava, sempre um de nós dois tinha que trabalhar ou algum outro compromisso. Como eu já não agüentava a vontade, decidi fazer uma surpresa a Mari. Eu sabia que Mari morava em um bairro de Guarulhos, mas não exatamente, porém mesmo assim resolvi ir vê-la. Cheguei a uma praça que ela dizia ser perto de sua casa, e dela liguei para ela: -Oi amore tudo bem? – perguntei quando Mari atendeu -Tudo bem lindo – ela respondeu -Tá sozinha em casa? -Tô, meu pai foi pra escola. -Adivinha onde eu tô? – perguntei -Onde...não brinca que ta por aqui... – ela se surpreendeu -Tô na pracinha, vem me buscar... Mari mesmo relutante, me chamando de louco por ir lá, foi me buscar. Conversamos um pouco e insisti pra que ela me levasse na casa dela. Ela aceitou. Fomos caminhando até lá, eu tentando convence-la de que não tinha perigo, já que seu pai estava na escola e só voltava tarde. Era uma casa de dois cômodos e assim que entramos tentei levantar o vestido comprido que ela usava, ela não deixava. Então resolvi agarra-la de vez...comecei apalpando sua bundinha...beijando o pescoço, nuca...tentando acender a minha gordinha que suava de medo. -Não Wilian...meu pai...hummm...aqui não – ela gemia ao mesmo tempo que queria escapar -Ele não vem agora amore...que tesão...delicia. Fomos até o outro cômodo que servia de quarto para ela e o pai, e eu já com meu pau rígido de tesão, tirei o vestido dela. A visão do corpinho gordinho dela me enlouqueceu. Os seios negros de Mari eram o que mais me extasiava. São bem fartos, redondos, caídos, com grandes aureolas marrons...agarrei o seio direito e abocanhei com vontade. Ela gemeu, se contorceu com minha língua lambendo o bico pontudo: -Ahhh Wilian...hummm...não – Mari gemia ainda relutante -Delicia meu tesão...o perigo...fico doido...hummm...me dá esse peitão gostoso. Revezava minha boca e língua entre seus seios moles. Eu mordia seus melões gostosos...era ali que ela sentia muito tesão. E eu como adorava me aproveitei para mamar, chupar os bicos, engolir tudo, babando em seus peitos. Tirei minha camisa e esfregamos nossos corpos morenos, meu pau estalava na cueca. Olhei para baixo e via a calcinha branca generosamente enfiada na sua bundinha pequena e redondinha. Sentei Mari em sua cama e desabotoando minha calça fiz explodir meu caralho moreno. Ele já todo melado foi conduzido por aquela bezerrinha gulosa: -Cachorro...me dá esse pau...puto...assim é covardia...hummm... -Chupa seu caralho... minha tesuda...cachorra.... – eu gemia com aquela boquinha macia Mari deslizava sua língua melada na cabeçona vermelha do meu cacete duro e grosso..as veias pulsando em sua boca. Mari era mestre na arte do boquete, pois engolia até o saco e tirava a boca lentamente até a ponta e no final sugava a cabeça da minha pica. Eu olhei pelo espelho do guarda roupa e vislumbrei a cena: Mari com seu corpo roliço, nua, sentada em sua cama com meu caralho na boca. -Ahnn...gostoso...chupa, chupa...hum..- gemia dando pequenas bombadas em sua boca. -Slurp...humm..ô delicia..cacetão..ahmm...slurp – Mari adorava fazer aquele barulhinho de caralho na boca. -Me faz gozar...ahnnn – eu disse já louco pra lançar minha porra quente -Na boca não amore..não gosto...hummm goza aqui – Maria dizia oferecendo os seus seios. Mari pelo espelho estava divina..chupando. Eu segurei sua cabeça contra meu saco e deixei que sua língua esfregasse em meu pau enterrado em sua garganta. Como sabia que ela não iria querer engolir minha porra, segurei com certa força. Mari sufocava em meu pau, mas não percebeu que eu estava na iminência de gozar. Então gozei gostoso: -Ahhhh....delicia.... – eu explodir em um gozo violento, preenchendo a boca de Mari com porra quente e viscosa. -Não...hummm...ahhh- Mari engasgou com o leite que escorria pelo lado de sua boquinha. -Delicia amore. – eu disse em tom de safado -Seu puto, sujou tudo aqui. Mari foi ao benheiro para se limpar e pegar um pano para limpar a porra do chão. O telefone tocou e era seu pai dizendo que já tinha saído mais cedo e iria passar no mercado. Ela gelou e me mando se vesti rápido e ir embora. Eu claro para não ser pego obedeci e fui. Nossa transa novamente adiada....mas o bom é que fica a vontade e quando exlodir vai ser uma delicia...
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