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Chantagem e Incesto.

Meu nome é Anderson e comecei a me sentir atraído pela minha mãe aos 10 de idade, quando a ví dando uma trepada maravilhosa com o meu pai. Eles não sabiam que eu tinha chegado da escola, que nesse dia mandou todo mundo voltar pra casa mais cedo, pois teve um problema na rede elétrica e ameaça de incendio.

Era por volta de 2 horas da tarde quando cheguei em casa. Eu tinha a chave do nosso amplo e confortavel apartamento. Achei estranho não ter nenhuma empregada em casa. Meus pais liberaram todas mais cedo para ficarem a vontade para fazer as suas loucuras.

Mal entrei no apartamento e ouvi os gritos do meu pai e de minha mãe, aí fui na pontinha dos pés e escondido atrás da porta assistí toda aquela loucura realizada pela minha mãe e pelo meu pai. Pareciam 2 tarados. No final da sessão de sexo, tentei sair sem que eles percebecem, mas a minha mãe percebeu. Voltei para a porta e fingi que tinha chegado naquela hora. Meu pai me perguntou: O que aconteceu filho que chegou tão cedo? Expliquei o que aconteceu e finalizei dizendo: por isso cheguei mais cedo. A minha mãe me olhou com ironia e disse: Chegou cedo até demais! Eu fiquei gelado pensando que ela ia contar que eu estava assistindo a trepada deles atrás da porta. Minha mãe não tocou no assunto comigo, mas durante alguns dias me olhou com ar de censura. Eu sempre abaixava a cabeça e desviava os olhos. O tempo passou e ela esqueceu, mas eu não! Batia punheta todos os dias pensando naquela cadela no cio fudendo loucamente com o meu pai.

Eu ia completar 17 anos e gostava muito de ir pra fazenda dos meus avós, pois lá encontrava com vários primos e primas e juntos nos divertíamos muito.

Era um final de semana prolongado (sexta-feira feriado) e o meu aniversário caiu no dia de sábado.

Meus primos ligaram dizendo que inaugurou uma danceteria legal (para os padrões de uma pequena cidade de interior) e que vinham muitas gatas das cidades vizinhas, além das gatinhas da própria cidade, é claro. Sugeriram fechar a boate naquele sábado para fazer a minha festa de aniversário. Meu pai assumiu todas as despesas e até os meus avós foram para a festa. Meus pai sairam mais cedo para levar os meus avós. Logo depois sairam os meus 3 tios (irmãos de minha mãe) e as esposas.

Paquerei com algumas gatinhas e beijei 3 delas, mas pensando em ir pra fazenda pra ver se dava pra assistir a trepada da minha mãe com o meu pai.

Falei com os meus primos que havia bebido muito e que queria voltar pra fazenda que não ficava longe. Duas primas que também já estavam cansadas resolveram me trazer de carro.

Como os meus pais são muito escandolosos fudendo, resolveram construir um bangalô a cem metros de distancia do casarão que aliás era enorme: Tem 4 suítes e mais 10 quartos. O bangalô muito bem arrumado fica num ponto alto da fazenda, de onde se avista uma cachoeira e um riacho (dentro da fazenda). Uma suíte era dos meus avós e as outras 3 dos meus tios e esposas que moravam lá e ajudavam meus avós a cuidarem da fazenda. Aí ficou fácil para a minha mãe e meu pai justificarem a construção do bangalô só pra eles. Eu sempre dormia num dos quartos do casarão.

Pois bem, quando minhas primas me trouxeram de carro, fingí que ia para o meu quarto e saí escondido para ir espiar os meus pais no bangalô. Eu sabia que eles trepavam com uma janela praticamente aberta e fui direto para lá. O quarto estava iluminado apenas pelo abajur, mas dava para ver perfeitamente cada detalhe do corpo da minha mãe. Fiquei ali assistindo a cena escondido atrás da janela. Foi quando meu pai ficou de costas para a janela e pediu a minha mãe que ficasse de pernas abertas na beira da cama. Não resistí e quis ver mais. Foi quando os olhos da minha mãe se cruzaram com os meus. Depois de esperar uns 10 segundos, ela sinalizou para eu sair. Eu acelerei a punheta e mais uns 30 segundos depois jorrei toda a minha gala na janela e saí rapidinho.

Meus pais desceram para o café da manhã e tomamos café a família toda junta, às 10 horas da manhã. Minha avó logo avisou: almoço hoje, só 2 horas da tarde. Todos fora curar a ressaca na pequena cachoeira e no riacho que corta a fazenda, mas a minha mãe no caminho me chamou para conversar no bangalô. Ela me olhou sério nos olhos e disse: Anderson, quando você tinha 10 anos, você fez a mesma coisa e eu não falei nada com você e nem com o seu pai, mas agora que você fez 17 anos não tem cabimento você ficar se escondendo para ficar assistindo as relações sexuais dos seus pais. Isso é uma tara? Respondí sem pestanejar: É sim, mãe. A minha tara desde os 10 anos de idade. Ela respondeu: Mas isso não pode continuar! Eu retruquei: A senhora não pode falar porque também é uma tarada, eu já ví todas as suas fantasias. Foi como um soco no estomago dela. Ela pensou: Eu, uma mulher tão responsavel, tão formal e logo o meu proprio filho (além do meu marido, é claro) fica sabendo de todas as minhas fantasias. Minha mãe me perguntou: Além daquele dia que você tinha 10 anos e de ontem a noite, quantas vezes você ficou espiando eu e seu pai? Respondí: Umas 50 vezes. Minha mãe ficou com o rosto completamente vermelho. Aí me perguntou gaguejando: 50 vezes? Eu respondí: eu te espio desde que tenho 10 anos e ontem fiz 17. Ela me disse: Isso tem que parar, se não, vou falar com o seu pai e você sabe que ele vai agir muito duro com você, não sabe? Ontem à noite ele ouviu a zoada na janela e quase queria sair pra ir ver se tinha alguém. Eu que não deixei. Botei ele pra dormir e depois fui limpar com papel higienico a meleira que você deixou na janela. Só não conto tudo a seu pai hoje porque ele tá muito feliz com o seu aniversário.

Eu disse: Mãe você tem tantas taras, bem que podia incluir o incesto. Ela me deu um tapa na cara e disse: Eu não tenho taras. Tenho fantasias. E realizo todas junto com o seu pai, o único homem que conhecí em minha vida. Se for preciso, vou mandar você para um psicólogo!

Passamos o final de semana e quando voltamos para a Capital, logo na segunda-feira começaram os problemas com o meu pai. Ele havia se metido nuns negócios irregulares e a "bomba" estava estourando. Nós tinhamos um belo apartamento, 3 carros de luxo e cerca de R$ 2 milhões de reais aplicados no Banco.

Minha mãe jamais aceitaria perder tudo aquilo.

Na terça-feira, a polícia foi lá em casa e prendeu meu pai. Começou a loucura: Todos os bens bloqueados. Estávamos sem um tostão, exceto um pouco mais de R$ 100 mil reais na minha conta de poupança, dinheiro comprovadamente depositado pelos meus avós.

Minha mãe foi procurar os pais dela para pedir ajuda, mas os velhos disseram que estavam muito envergonhados com o que o meu pai fez e não iam dar um tostão. Disseram para ela se separar do meu pai que teria todo o apoio que quisesse, afinal, ela era uma das herdeiras da pequena fortuna dos velhos.

Minha mãe disse: Sei que ele errou, mas sei que tudo que ele fez de errado foi para nos proporcionar uma vida confortável aqui na Capital e não vou abandonar o meu marido agora e nem vou abrir mão de tudo que temos. Meus avós disseram: Enquanto estiver com ele não conte com a gente.

Um mês se passou e o meu pai preso foi quando minha mãe foi procurada por uma advogada (uns 35 anos) que já havia feito alguns serviços para o meu pai. Era uma daquelas advogadas que se rolasse dinheiro era capaz de topar qualquer negocio. Logo minha mãe demitiu o outro advogado que na verdade era um panaca. A nova advogada marcou uma reunião para o dia seguinte.

Minha mãe fez questão que eu participasse da conversa, a contra-gosto da advogada, que disse: ele não está preparado para ouvir tudo o que tenho a dizer para que você consiga tirar o seu marido dessa situação. Minha mãe insistiu, ele já tem 17 anos e já está ficando homem e junto comigo vamos lutar para tirar o pai dele dessa situação. A advogada perguntou: Você tem certeza? Minha mãe respondeu que sim.

A advogada então continuou: Para a nossa sorte, o caso do seu marido está nas mãos do juiz mais corrupto e pervertido da justiça do nosso Estado. Mas vou logo adiantar, só dinheiro não faz a cabeça dele. Ele vai querer dinheiro e perversões. Neste momento, percebí o desespero bater em minha mãe. Não pelo dinheiro, mas pelas pervesões. Minha mãe segurou na minha mão com força, como se buscasse em mim a força para ouvir o que estava a seguir. A advogada perguntou: A senhora estaria disposta a atender uma perversão deste juiz? Além, é claro, de pagar uma boa quantia em dinheiro. Minha mãe perguntou: Mesmo que seja uma boa quantia em dinheiro, não dá para evitar essas perversões? A advogada respondeu: O cara é louco! O poder lhe subiu à cabeça! Além do dinheiro, ele gosta de brincar com as pessoas que estão desesperadas, e todo mundo sabe que a senhora está desesperada para tirar o seu marido da cadeia e salvar PARTE dos seus bens. E então me autoriza a conversar com ele? Minha mãe olhou para mim como se pedisse autorização. Eu nada respondí. Minha mãe falou com a adovogada: Meu marido está na cadeia há mais de um mês e eu estou a ponto de perder até o nosso apartamento. Vá e negocie com ele.

No dia seguinte, à noite a advogada veio com a proposta: O juiz "abafava" o caso, liberava a casa, os carros, mas os 2 milhões ficariam pra ele. A perversão depois seria decidida qual seria. Minha mãe foi visitar meu pai e falou sobre tudo (menos sobre a perversão do juiz). O meu pai disse: Se dermos os R$ 2 milhões estaremos falidos, ainda não quitamos o apartamento e tem as prestações (altas) dos 3 carros.

Minha mãe conversou com a advogada e foi marcada uma reunião de madrugada na minha casa, onde seria feita uma nova negociação. Desta vez com a presença do juiz. Minha mãe me disse que eu não iria participar (ela estava preocupada que eu não soubesse sobre o que ela seria obrigada a se submeter). Minha mãe me disse, será melhor para você.

Às 3 da madrugada, a advogada chegou com o juiz. Eu fiquei escondido ouvindo a conversa.

A proposta ficou assim: R$ 800 mil reais para o juiz, R$ 200 mil reais para a advogada, e a minha mãe transaria ao mesmo tempo com os 4 filhos do juiz (o mais velho com 25 anos e o mais novo com 16 anos) e ele assistindo e filmando tudo. Minha mãe ficou chocada com a proposta. Não a parte do dinheiro, mas a parte de ter que transar com os 4 filhos do juiz (um ainda garoto) e ainda ter tudo filmado. Foi quando eu entrei na sala e gritei: não aceite mãe! O juiz tomou um susto! Minha mãe e a advogada me pediram calma. A advogada me chamou num canto e me disse quer estragar tudo e seu pai ficar apodrecendo na cadeia? Eu respondí: Mas isso não! E o cara ainda quer filmar! Ela me disse tenha calma, vamos continuar negociando.

Sentamos no sofá ao lado da minha mãe e ficamos de frente com o juiz. Ele disse a Senhora dona Sandra, não precisa se preocupar, as imagens serão preservadas em absoluto sigilo. Eu gritei de novo: Não, mãe! E o juiz disse: o rapazinho tem muito ciume da mãe, né? Tudo bem, eu já tenho uns seis filmes desse tipo com os meus filhos. Mas agora me veio uma ideia diferente e não precisa ser filmada. Minha mãe perguntou: O que é? O juiz respondeu: Quero ver a senhora trepando com o seu filho. Silencio total na sala. Minha mãe respirou fundo e perguntou: Mas sem filmagem, né? E o juiz respondeu: Sem filmagem, só que tem um detalhe: Serão todos os dias, durante uma semana. No último dia da semana, seu marido será solto, mas o dinheiro tem que ser imediato. A advogada interrompeu: Os meus R$ 200 mil também é imediato e eu ainda vou ter que trazer aqui o juiz durante uma semana.

Minha mãe disse, quero o meu marido solto o quanto antes, quando começamos. A advogada falou: o dinheiro vai ser desbloqueado amanhã, e amanhã mesmo vocês pagam os R$800 mil do juiz e os meus R$ 200 mil e de madrugada eu trago o juiz aqui para ele presenciar "a cena". O juiz disse: se não for uma coisa bem realista o acordo está quebrado ouviu dona Sandra? O juiz olhou para mim e disse você vai ter que comer a sua mãe como se tivesse comendo uma puta no brega ou então se esqueça da liberdade do seu pai. Levantou-se da poltrona e foi embora junto com a advogada.

Minha mãe me abraçou chorando e eu disse a ela: Mãe, eu não queria que fosse assim. Ela respondeu: Eu sei, filho, eu sei. Mas é melhor do que transar com 4 desconhecidos, sendo um ainda garoto e além de tudo ser filmada. Ficamos com a melhor solução. Esteja pronto para amanhã. Minha mãe foi para o seu quarto e eu fui para o meu. Confesso que fiquei contando as horas para o dia seguinte. Não resistí e fui até o quarto da minha mãe, ela estava de baby doll e chorando deitada. Eu entrei no quarto sentei na cama e disse: mãe já achamos a solução, logo o meu pai estará livre e o pesadelo vai passar. Ela me disse: Esse juiz é completamente louco, e eu respondí pelo menos você não será humilhada pelos 4 filhos do louco e ela respondeu: prefiro que seja com você, pois estaremos juntos fazendo isso pelo seu pai. Estou sentindo muita falta dele. Eu disse: Imagino. Vocês faziam sexo todos os dias e ele está preso há mais de 30 dias. Ela me disse: apesar de estar muito preocupada, o meu corpo está ardendo em brasa. Não perdí tempo e disse amanhã começaremos a nossa sessão de uma semana de sexo e o juiz quer bem realismo, você não acha que a gente devia aproveitar e começar a se soltar desde hoje? Ela me olhou nos olhos e disse no fundo, no fundo você está feliz, né? Eu disse: veja por esse lado, seu corpo está ardendo em brasa, você não precisará transar com 4 estranhos e o meu pai será solto, então vamos começar hoje, só nós dois. Ela ficou calada e eu comecei a alisar a barriga dela, ela começou a se tremer toda, abrí o baby doll e pude ver aquele corpo maravilhoso de 38 anos e não resistí e comecei a chupar os seus seios, imediatamente ela começou a gemer, desci a lingua pelo seu ventre e arranquei a calcinha comecei a chupar a sua buceta que logo ficou encharcada, ela gemia mais e mais, tireia minha roupa e montei por cima dela, ela imediatamente levou o meu picão para a entrada da buceta e pediu mete logo, mete logo, realiza o seu desejo e mata o meu tesão. Meu pau entrou todo naquela buceta toda melada e começamos a nos beijar. Nunca chupei uma língua tão maravilhosa. Ela começou a dizer me fode toda, me fode bem gostosos que eu estou cheia de tesão. Não era isso que você sempre sonhou seu safado: comer sua mãe, então aproveita e me fode bem gostoso, o meu pau parecia uma barra de ferro e logo ela soltou um grito de tô gozando. Eu perguntei: Eu sou gostoso? A minha pica é gostosa? Ela respondeu: você é delicioso. Você é um fodão e eu eu respondí: fodão é você mãe, minha gostosa. Ela disse já que estamos aqui você vai me fuder igual ao seu pai: De tudo quanto é jeito e começou a mudar de posições. Por último, eu disse só falta uma coisa: comer seu cu. Ela ficou de quatro e disse: vem, vem logo que eu quero gozar pelo cu também. Enfiei o pau naquele cu maravilhoso e ela mexia feito uma puta até que gozamos juntos e ela soltou aquele grito que eu estava acostumado a ouvir atras da porta ou da janela. Enchí o cu dela de gala. e fomos dormir abraçados.

Aguardem vai ter a continuação.

 

 

 





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Comentários (4)

  • dentinho escreveu:

    vc é foda mlk cumeu a propria mãe e garantiu a grana da familia

  • lol.. escreveu:

    gozar pelo cu? onde vc ja viu isso?

  • Matheus escreveu:

    Olá amigo,que delícia de conto,deixou minha rola dura e babando,li batendo punheta,gozei muito gostoso,quando eu tinha 13 anos minha rola ja media 15x11cm eu arrombava o cu dos muleke mas eu dava o cu pra eles tb,agora minha rola está medindo 20x14cm continuo arrombando cu mas curto dá o cu tb,sou gato e malhado,tenho um conto aqui tb que se chama...METEU A ROLA EM MIM E EU METI A ROLA NELE...é verídico,muito bom,parabéns pelo seu conto,um grande abraço...19 96289021.

  • messias escreveu:

    MENTIROSO SAFADO

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