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Enviado em 02/09/2010
SODOMIZADA PELA AMIGA
Meu nome é Mariana, tenho atualmente 24 anos e vou contar o que aconteceu na minha vida depois de meus dezoito anos até a recente data. Sou solteira, uma mulher bonita e atraente, sempre gostei de namorar e principalmente de sexo. Sempre fui muito liberal e atirada para com os homens, e as vezes saía com vários numa noite apenas. Morava no interior de Minas Gerais e um grande momento de felicidade pra mim foi ao fazer meus 18 anos, ser aprovada no vestibular do curso de Administração em uma Faculdade da capital mineira, Belo Horizonte. Comecei a estudar e meu pai logo alugou um bom apartamento próximo da faculdade onde passei a morar só. Achei o máximo morar na cidade grande com um apartamento só pra mim, onde podia levar vários garotos pra ficar sem ter ninguém pra me encher o saco. Mas se tornou difícil a minha vida pra cuidar do apartamento e dos estudos sozinha, quando tive a idéia de convidar uma mulher que conheci através de uma amiga da minha cidade e que já morava na Capital. Vamos chamá-la de Cristina. Ela era uma mulher mais velha do que eu, já contava com seus 26 anos, me parecia ser uma mulher séria e sensata apesar de a ter visto poucas vezes, mas como era conhecida de uma grande amiga minha, achei que ela poderia trabalhar pra mim no apartamento. Liguei pra ela que aceitou o convite de imediato e passou a freqüentar meu apartamento, me ajudando nas tarefas básicas. Continuei a minha vida com a ajuda da Cristina e continuava levando garotos para o meu quarto, tudo normal. Porém, passado certo tempo, percebi que era eu que estava trabalhando pra Cristina. Percebi que Cristina mandava que eu fizesse as tarefas domésticas além de pequenos serviços pra ela própria, quando então resolvi dizer pra ela que estava dispensada, que eu não precisava mais dos serviços dela. Foi quando a Cristina num ato violento, me pegou desprevenida e com uma das mãos apertou minhas bochechas e disse “eu vou embora o dia que eu quiser e você vai ser minha empregada pelo tempo que eu desejar, sua vagabunda”. Fiquei chocada com o atrevimento dela, mas fiquei estática porque não imaginava aquela reação dela. Então quando as coisas se acalmaram, eu voltei a dizer pra ela que conseguiria me virar sozinha e que ela poderia ir embora, mais uma vez ela foi ríspida dizendo “você só percebeu agora, mas estava te acostumando a me obedecer e de agora em diante você vai ser minha propriedade”. A princípio eu disse que jamais faria tal coisa, foi quando ela se irritou novamente e disse pra mim, após me dar um forte tapa no rosto “você é meu objeto agora, adoro mandar em patricinha, e se não quiser me obedecer, saiba que todas as suas transas com os vários homens que freqüentou seu quarto estão gravadas em vídeo e se você não me obedecer em todas as minhas ordens sem reclamar, vou mandar o material para o seu pai e vou espalhar para todos na faculdade”. Gelei na hora, espantada com o que tinha acabado de ouvir, ela tinha escondido uma câmera dentro do meu quarto, então não tive escolha. Ela disse mais “de agora em diante você que será a empregada deste apartamento e exijo que sua mesada seja repassada pra mim, porque agora eu sou sua dona e você vai me manter e vai ser meu brinquedo para saciar todas as minhas vontades. Não sabia se ficava desesperada ou excitada com a situação, e sem pensar disse Sim Senhora. Ela então disse “para mostrar toda sua subserviência, quero que tire sua roupa bem devagar” e se sentou no sofá que estava logo a frente. Com vergonha, tirei minha roupa e fiquei nua na frente daquela mulher com jeito de uma Rainha, e assim continuou falando.
“Gostei. Você pelada realmente é um tesão.Abra as pernas, deixa eu ver esta bucetinha.
Hm. que delícia deve ser este seu buraco”.
Me ordenou virar de costas e depois me mandou abaixar sem dobrar os joelhos dizendo “ se curva e mostra o rabo pra sua dona, vai... pega as mãos e afasta suas nádegas o máximo que puder para sua dona apreciar o que é dela agora”
Senti o máximo da humilhação, mas passei a pensar no meu pai recebendo os filmes de sexo e sua decepção e resolvi suportar tudo aquilo sem reclamar.
Tive que passar então todo o dinheiro da mesada pra Cristina que me deixava sem nenhum dinheiro, tendo que suplicar para que me desse dinheiro para comprar alguma coisa pra mim. Ela me comprou uma roupa de doméstica, a qual passei a usar quando estava dentro de casa, isso quando ela não me mandava ficar nua e andando de quatro como se uma cadela eu fosse. Me senti obrigada a fazer tudo que ela mandava após jogar em cima de mim várias cópias dos vídeos das minhas transas, calando de vez minha boca. Então ela determinou que eu estava proibida levar homens para o meu apartamento e de ter relações com qualquer pessoa, e toda noite quando chegava da faculdade ela me despia e examinava minha bucetinha e meu cuzinho para ver se não tinha sido violado. Passei a dormir em colchão no chão ao lado da rainha que dormia na minha cama. Até então eu era heterosexual, mas minha opção sexual teve que mudar quando ela passou a querer me usar para o sexo. Bem, para não ficar extenso este conto, conto o desenrolar desta história de vida num conto próximo. Meu e-mail é suellenmariana1@hotmail.com.
Marion Dumas escreveu:
Cada louco com a sua mania.
fan de conto escreveu:
legal esperendo final do conto
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