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Amigos de Infância.

  • Autor: Joshua

    Enviado em 22/11/2011

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[ Olá, essa é a primeira vez que escrevo e ficou um pouco longo, mas vale a pena ler! ]

 

Meu nome é Júlio e tudo começou com o meu melhor amigo, Pedro, mais conhecido como Pedrinho. Éramos como unha e carne,  tínhamos 13 e 14 anos, respectivamente, na época. Acredito que toda criança deva ter tido um melhor amigo, aquele com quem se sentia mais à vontade e fazia a maioria das coisas, se metia na maioria das roubadas e tal. Moravámos em um bairro no RJ e naquela época criança ainda brincava na rua. Éramos quase duas pestes, lembro que o Sr. Abelardo da adega que tinha na esquina de nossa casa vivia gritando com a gente e dizendo que estavámos aprontando - na verdade, quase sempre estavámos. Brincavámos, até então, de tudo que duas crianças normais brincavam naquela época, como brincadeiras de pique, polícia e ladrão, jogar bola e tudo mais - e claro, conversavámos quase sempre sobre nossos assuntos preferidos, dentre os principais - sexo. Certa vez estavámos voltando da pracinha, estava caindo a tarde, devia ser cerca de 6/7 horas, quando ele chutou uma sacola de lixo e a arrebentou. Nos surpreendemos quando vimos o que tinha dentro - fitas K7. Ficamos olhando e notamos que eram todas fitas pornôs! Dá pra imaginar a contentação que tivemos né? Analisamos uma por uma, todas tinham pequenos selos de imagens com peito de fora e nomes insinuantes, como 'garganta profunda' e coisas do gênero. Infelizmente, praticamente todas ou estavam quebradas, ou com as fitas arrebentadas - exceto duas. As quais pegamos sem pensar duas vezes e escondemos, prendendo na bermuda por baixo da camisa. Decidimos ir para minha casa, já que só lá poderíamos ficar mais a vontade. Eu morava com meus avós e, admito, tinha certos mimos. Por ser neto único, tinha um quarto só pra mim e nunca me faltou nada. Tinha inclusive, pra nossa sorte, um video K7, embora só tivesse fitas do Rei Leão e outros filmes infantis. Aquela era a hora da novela, um ritual para os meus avós, ambos ficavam horas ali em frente à TV, minha vó só levantava quando era pra me dar a janta e me pôr pra tomar banho e dormir, por volta das 9 horas. 

 

Eu e Pedro, portanto, ficamos à vontade no meu quarto, disse aos meus avos que iriámos brincar e eles nem notaram que eu havia trancado o quarto. Pusemos uma das fitas, mas para nossa infelicidade não estava funcionando. Pusemos então à segunda e então, pela primeira vez, assistimos algo realmente relacionado à sexo. Não era nenhum grande filme, simplesmente voltado para o puro sexo. Histórias incabiveis para justificar mais de uma hora de vídeo de pênis, vaginas, posições estranhas e orgasmos. Mas éramos crianças, então aquilo ali era quase uma perfeição divina. Deixamos o som baixo, de modo que ninguém ouvisse, e praticamente não falamos nada durante todo o filme, apenas assistimo atônitos. Até que o pedro comentou; " - Caraca, meu pau nunca ficou tão duro! " Eu ri e inconscientemente olhei pra bermuda dele, com a pequena barraca armada e fiquei alguns segundos observando, até que ele mexeu com a mão sobre o mesmo, sem tirar os olhos da TV, e então olhei pra ele e voltei a assistir. Eu também estava excitado em ver aquilo tudo, tanto quanto ele. O filme acabou e ele me disse que aquilo deveria ser o nosso segredo, pediu que eu guardasse e perguntou se no dia seguinte poderíamos assistir de novo e eu prontamente aceitei. Já estava quase na hora da minha avó me chamar, como sempre fazia, e decidimos então fingir que estavámos jogando video-game, liguei o meu, um mega-drive na época, e não havia dado 10 minutos até que minha avó abriu a porta do quarto - a qual eu já havia destrancado - e me chamou, avisando ao Pedro que estava tarde e que era melhor ele ir embora por que a mãe dele podia estar preocupada, completando que ele poderia vir no dia seguinte para brincarmos mais e se a mãe deixasse, poderia até dormir ali, já que seria Sábado e ninguém tinha aula. Ele concordou, dizendo que pediria a mãe dele e nos despedimos, não seria a primeira vez que ele dormiria lá em casa; " - Valeu cara, amanhã a gente joga mais! " e eu entendi o que ele quis dizer, concordando. Me banhei, jantei e fui pra cama. 

 

Meu pensamento estava vidrado, durante o banho eu me masturbei, mas ainda não gozava, terminando mais em um mijo. Não consegui dormir e rolei na cama por alguns minutos, minha mente parecia que não parava e meu piru já estava duro de novo, porém as cenas que me vinham a mente não eram 'naturais'. Eu lembrava do filme e de tudo que tinha assistido, mas sobretudo quanto aos pênis dos atores. Enormes, me perguntei se um dia o meu ficaria tão grande, até que lembrei do piru do Pedro. Parecia ser maior que o meu, embora não tivessemos tanta diferença de idade. Subitamente lembrei das mulheres fazendo oral nos caras e sendo puxadas pelo cabelo, e meu pênis pulsou involuntariamente. Resolvi assistir o filme, sem som pra quem ninguém notasse. Todos estariam dormindo então não haveria problema. Coloquei o filme e voltei a assistir. Notei então que me excitava mais com os homens do que com as mulheres, já que meu cuzinho ficava piscando enquanto eu observava as picas entrando e saindo das bocetas, bocas e ânus pelo filme. Me masturbei incontáveis vezes e por diversas vezes dei pause e fiquei passando a mão na tela, nos membros dos atores. Me masturbei diversas vezes naquela noite, assisti ao filme quase três vezes antes de não aguentar mais de sono. Fui dormir e na manhã seguinte, por ser sábado, meus avós não me acordaram cedo, como de costume. Eram 10 horas da manhã quando ouvi a voz do Pedrinho me chamando, dizendo que a mãe dele tinha deixado ele dormir lá. Meu avô tava parado na porta e disse que estava mesmo na hora d'eu acordar, dizendo que minha avó estava preparando o café pra mim e que era pra eu escovar os dentes. Eu fiquei meio assustado ao ver o Pedrinho, por algum motivo. Foi só o meu avô sair pra ele falar; " - Vamos poder ver o filme várias vezes cara! " com um sorriso de orelha à orelha. Eu concordei e disse a ele que havia assistido mais, ele disse que eu deveria ter esperado e me deu um empurrão de leve no ombro. No momento que ele me encostou, por algum motivo, um arrepio me subiu à coluna. Reparei que agora ele mexia no saco mais constantemente, e eu sabia que era por ansiedade de assistir ao filme pornô novamente e cada vez que ele o fazia, eu via. 

 

A noite chegou até que ele voltou lá pra casa de mochila com uma muda de roupa e um cobertor - com o qual ele não conseguia dormir sem. Deu à hora, e fomos assistir ao filme. Tudo aquilo ainda era muito novo, muito excintante, ainda mais para dois muleques como nós. Eu não conseguia parar e toda hora, disfarçadamente eu olhava para o pênis dele e aquilo parecia me excitar mais do que o filme. Foi então que ele disse, quase sugerindo; " - Cara, eu não tô aguentando, eu vou bater uma punheta... " eu fiquei surpreso, na verdade já tinhamos visto o 'piupiu' um do outro diversas vezes ao mijarmos na rua, mas agora parecia diferente. " - Um na frente do outro cara? " eu perguntei, e ele me olhou estranho. " - Que que tem cara! A gente é amigo. " e eu concordei. Ele ficou de pé e baixou a bermuda, enquanto eu fui trancar a porta. Depois sentou no chão de perna aberta e começou a se masturbar - por alguns segundos, talvez minutos, eu fiquei fora de mim assistindo. O pau dele era maior que o meu e aquilo me hipnotizava. " - Vai ficar só olhando cara? " ele perguntou, e me ocorreu que ele 'queria ajuda' e eu fiquei olhando pra cara dele, até que completou; " - Você não vai fazer também? ". " - Vou sim, claro. ", levantando e baixando minha bermuda envergonhado. Nisso ele olhou pra mim, e correu o olho em minha bunda. " - Sua bunda tá rosa cara! " eu olhei, e logo sentei, 'resmungando como machão'; " - E rapá, fica olhando minha bunda não, eu em... " sentei. Ele era moreno claro, com cabelos castanhos ondulados e baixos e eu era branco, de cabelos pretos lisos, cortado em 'asa-delta'. Minha bunda estava provavelmente rosa por que eu estava sentado e o sangue marcou minha pele branca. Ficamos ali durante algum tempo, nos masturbando, e vez ou outra eu ainda olhava para ele, que visivelmente tocava punheta mais rápido que eu. Do nada, ele se jogou no chão de braços abertos, cansado e de pau reto. Foi quando eu olhei e notei que tinha uma gosminha saindo da cabecinha dele. " - Caraca cara, tu tá gozando! " eu disse, apontando. Ele nem se quer tinha notado e, embora fosse apenas uma gotinha singela que saia enquanto o pequeno piruzinho pulsava, ele ficou todo contente. Eu fiquei olhando curioso, enquanto ele levantou e mexeu, cheirou e ficou rindo e repetindo que já gozava. Não resisti e perguntei; " - Posso ver? " e ele ficou me olhando, ressabiado, até que disse; " - Pode ué. ". Ele estava parado na minha frente e eu ainda sentado e olhando fixamente pro piruzinho dele. Eu sentia meu coração acelerado, passei o dedo na cabecinha do pau dele, que já estava um tanto amolecido, e subitamente o mesmo pulsou, pondo mais uma gotinha pra fora. " - O que foi isso? " perguntei e ele disse que não sabia, que tinha sido sozinho. Tentei pegar a gotinha de novo, e passei levemente a ponta do dedo no gozo dele que escorria e percebi quando o pau dele foi endurecendo de novo. Olhei pra ele, sem dizer nada, e ele estava com os olhos estatalados - alguma coisa tinha lhe passado pela cabeça. 

 

Cheirei o gozo dele e disse que tinha um cheiro estranho, quando ele perguntou; " - Que gosto será que tem? " eu não entendi, e isso ficou visível, até que ele completou; " - No filme os caras gozam na bocas delas e elas engolem, fazendo cara de que é bom. Será que é? ", eu balancei a cabeça; " - Não sei, mas parece leite. ", respondendo. " - Não quer provar? " ele tacou na lata e eu não soube o que responder por alguns momentos, fiquei apenas o olhando, e então desci os olhos pro pênis dele,  totalmente duro de novo. " - Qual foi cara, a gente é amigo, ninguém vai saber! Quando tu também gozar, eu também provo o seu pra ver se é a mesma coisa. ", prosseguiu, me fazendo voltar os olhos pra ele. " - T-tudo bem... acho... " concordei, mas com medo. Levei a mão dele até a cabeça do piruzinho dele de novo e passei a mão na cabecinha e peguei mais uma gotinha, colocando o dedo na boca. " - Não senti gosto de nada cara. " respondi. " - É por que tem que fazer igual as mulheres, tem que pegar com a boca fazendo boquete, você não viu no filme? " tentou me convencer, mas obviamente eu já tinha notado o plano dele. O problema é - a ideia estava me excitando. Olhei para a piroquinha dele de novo e pensei um pouco, e acabei cedendo. " - Tudo bem, mas quando eu também conseguir gozar você também vai fazer em mim. " ele acenou com a cabeça concordando, mas eu sabia que era mentira. Fiquei ajoelhado em frente a ele e segurei o piruzinho com os dedos, colocando na boca logo em seguida. Fiquei correndo os lábios para frente e para trás, e ele pôs a mão na minha cabeça. " - Mexe com a lingua, a mulher no filme falou que tem que mexer com a lingua. " concordei com um uhum abafado e comecei a mexer a lingua, sem saber direito o que fazer. Pus o pênis dele pra fora - todo babado - e corri a lingua em baixo, pegando parte do seu saco, tal como havia visto uma das mulheres fazerem e depois voltei a pôr ele na boca e a chupar. Eu estava gostando e a prova disso era o meu próprio piruzinho pulsando, duro. Ele pediu pra parar um pouco e sentou-se na minha cama, fiquei em frente a ele, ainda de joelhos e continuei chupando, enquanto ele forçava minha cabeça e repetia frases que haviamos ouvido no filme, como 'chupa o meu caralho, engole essa porra' e outras. 

 

Meu cu estava piscando demais, embora ele não pudesse ver, mas involuntariamente eu empinava minha bunda e isso ele podia notar. Foi então que puxou meu cabelo, me fazendo parar subitamente. Um fio de saliva ligava minha boca ao pênis dele, e logo eu limpei. Perguntei por que ele tinha parado, e ele me disse; " - Senta no meu colo cara. " eu já estava empolgado demais com tudo aquilo e não tive forças para negar. Ele abriu mais as pernas e eu me acomodei no colo dele, me apoiando nos joelhos e tentando pôr meu cuzinho justamente em cima do pequeno pênis dele - roçamos um pouco, mas estava desconfortável para ambos. Ele pediu então que eu levantasse de novo, e nisso o quarto escuro só era iluminado pela luz branca da TV que xiava, já que algum tempo o filme tinha acabado. Me virou de costas, me guiando e me pondo de frente pra cama, olhei pra trás perguntando o que era pra fazer e ele mandou que eu apoiasse as mãos e os joelhos no colchão, ficando de quatro. Eu o fiz, afastando os joelhos e olhando para trás, por cima do ombro, quando ele engatou na minha cintura e começou a roçar o piruzinho dele no meu ânus, que piscava como que em um convite, cada vez que ele forçava o quadril contra minha bunda. Eu nunca tinha sentido algo tão gostoso e sem perceber já estava gemendo e pedindo que ele fosse mais rápido. Até que novamente ele gozou, um pouco mais que antes, esporrando diretamente na entrada do meu cu. Ele sentou ao meu lado, disse que estava cansado e que aquilo seria o nosso segredo. Fui no banheiro e me limpei, tal como ele também o fez. Dormiriamos na mesma cama, cada um virado para um lado, como sempre. Desliguei a TV e deitamos para dormir, eu estava cansado e com a bunda queimando, mas não consegui dormir, ao contrário dele. Como de costume, ele se arreganhou na cama, com as pernas formando um '4', virado pra cima. Os pensamentos não me abandonavam por mais que eu tentasse, não resisti e me sentei do lado dele, olhando-o. Visualizei a cintura, estavámos usando pijamas já, e a calça dele tinha inúmeros aviõezinhos e era amarelada. 

 

Coloquei a mão por dentro e mexi no pênis dele - estava mole - mas em um susto, ele acordou. " - O que você tá fazendo cara? " perguntou, e eu fiquei sem resposta imediata. " - Ah, foi mal, não tava conseguindo dormir, pensei em levantar pra beber água mas sem querer esbarrei em você." " - Esbarrou? Sua mão tava dentro da minha calça cara. ", me pôs contra a parede. " - Foi sem querer cara. " menti me desculpando. " - Se você queria mais era só ter falado. " disse Pedrinho, me deixando sem palavras. Olhei para o outro lado, franzindo a testa. " - Tudo bem. " eu disse. " - Tudo bem o que? " questionou, como que querendo ouvir as palavras certas saindo da minha boca. " - Eu... Eu quero mais. " enfim, falei. " - Tudo bem, vamos fazer na cama, baixa a calça. " Sentando na cama, ele retirou a dele a jogou no chão. Eu me ergui e tirei a minha, parando à observar à cama; " - Vamos brincar de papai e mamãe? " ele disse, algo que geralmente se brincaria com uma menina. " - Hã? " não entendi a primeiro momento, imaginando que um fosse fazer o papel do pai que trabalha e o outro, provavelmente eu, iria fazer o papel da mãe que cozinha - o cúmulo da inocência em relação a essa brincadeira. " - É. Eu sou o pai e você é a mãe, a gente faz filhos de mintirinha. ", se fez mais claro e rapidamente eu me toquei. Representar uma mulher ainda não me era uma ideia de agrado, mas eu não queria discordar, afinal receberia justamente o que eu queria. " - Você deita na minha frente de perna aberta e eu deito em cima e fico sarrando em você. ". " - Vai ficar roçando seu piru no meu? ". " - É cara, mas a gente finge que você tem buceta igual as mulheres do filme. " Não entendi tanto a moral da história mas não quis discordar - fiz como ele disse e me arreganhei na frente dele, deixando inclusive meu cu à mostra. Ele passou o dedo, fazendo com que eu piscasse meu ânus e falou que era 'rosa igual minha bunda', dizendo que era bonitinho. Se deitou em cima de mim e começou a sarrar - pau com pau - e até que não era tão ruim. O que me surpreendeu, no entanto, foi o subito beijo que ele me deu - nada mais que um selinho - mas que me deixou surpreso. Aquilo de alguma forma me empolgou e foi então que eu soltei; " - Vai amor, vai com força. ", mais uma das frases que havíamos ouvido no filme, mas eu afinei minha voz pra falar. Ele se empolgou e continuou por mais alguns minutos. 

 

Até que se ajoelhou no colchão e pediu que eu virasse, já me ajudando a fazer. " - Quero comer seu cu cara. " disse, safado. " - Pode comer. " eu respondi, me pondo de quatro na frente dele, apoiando o rosto no travesseiro e empinando o rabo. Senti as mãos dele apertando a minha bunda com força e então o piru dele começou a roçar. Fiz força de modo a 'abrir' meu ânus e cuidadosamente ele tentou começar a enfiar. Segurava o próprio pinto, mas não conseguia. Então eu segurei e direceionei da forma correta, deixando que ele fizesse apenas pressão, e estava correto, mas ainda assim não entrava. " - Já sei. ", ele disse e então senti uma sensação gelada escorrer pelo meio da minha bunda - cuspe. Ele esfregou meu cu com o dedo, passando o cuspe aos arredores e enfiando o dedo - as pregas do meu cu cediam com facilidade à medida que o dedo entrava e ele se empolgava, enfiando o dedo todo e tirando. Eu gemia levemente e apertava o travesseiro, mordendo de vez em quando sentindo o dedo entrar e rodar dentro do meu rabo. Pouco à pouco ele foi aumentando a quantidade de dedos, até colocar três sem muita dificuldade. Arreganhou minha buda que senti até o ar refrescar meu cu, e então pediu minha ajuda; " - Segure assim ó. " e eu o fiz, arreganhando ainda mais enquanto tentava olhar em vão, tendo apenas a contemplação do rosto concentrado dele. Senti a cabecinha, e meu pau começou a pulsar frenéticamente de prazer. " - Tá difícil. ", ele disse, enquanto vazia toda pressão possível para que o piruzinho dele entrasse, " - Continua cara, vai. " eu disse, quase sussurando. Até que então, abruptamente o pênis dele entrou no meu cu. 

 

Uma sensação tomou conta do meu corpo, relaxando e me tirando as forças. Larguei minhas próprias nadegas e pus a mão no colchão de novo, me erguendo enquanto ele mantinha o piru dele dentro da minha bunda, sem acreditar também. " - Entrou cara, entrou. " ele disse animado e começou a mover a cintura, embora não muito para evitar que o pau dele saisse. Eu sentia a pressão da cintura dele contra a minha e a sensação que o piru dele causava. Meu ânus piscava, como que se tentasse engoli-lo. Não demorou muito para que eu sentisse algo quente dentro do meu cu e ouvisse em seguida um suspiro de satisfação do Pedrinho. O piru dele escorregou ao sair do meu cu, deixando um rastro de gozo pendurado e escorrendo. Ele sentou e se jogou pra trás, apoiando as costas na parede, estaziado enquanto eu simplesmente desabei na cama, realizado. Eu estava ofegante e meu cu não parava de piscar e aos poucos o sono parecia me alcançar, me levantei e vesti a cueca e calça, sem ir me limpar - afinal queria o gozo dele dentro da minha bunda -  e me deitei. Ele também já havia se vestido e já estava até deitado, coberto e virado pro canto. Me cobri e me virei pro lado oposto, quando o ouvir dizer; " - Cara, sua bundinha rosa é muito gostosa. " não falei nada, apenas sorri sem que ele percebesse, e dormi. E assim começou uma história que se repetiu por vários meses, éramos quase um casal, até que sua família se mudou e eu voltasse a ser 'normal'. Mas o destino gosta de pregar peças, e um dia descobri que a 'nossa história' não tinha acabado ainda...

 





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Comentários (3)

  • caio escreveu:

    Vaio ter a sequencia desse conto? Thá mito bom!

  • erico escreveu:

    Maravilhoso.Muito excitante, um tesão.

  • Juan Pablo Mendonza escreveu:

    Adorei esse conto, é lindo.... muito lindoo, pois retrado um amor, paixão e desejo que vem naturalmente e que vem dos dois! Ha como eu queria ter um amor assim de infancia!

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