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  • Autor: Marcus

    Enviado em 06/12/2011

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Conto real. Todos os nomes citados aqui são fictícios. Os diálogos não são exatamente os verdadeiros, pois não me lembro de tudo que foi dito. Entretando, supus aqui o mais próximo da realidade, á que eu me lembro.

 

Tenho 15 anos, branco, magro e isso aconteceu a 1 mês. Gosto de mulher, mas gosto de me masturbar vendo homens fazendo sexo, só que não curto comer e nem dar, nunca tinha feito isso e não curto mesmo, só curto ver. Meu pai é engenheiro automotivo e tem um escritório em umm prédio de uma montadora, ele tem sua sala, e outros amigos dele, engenheiros também, têm a sua. Passei lá na hora do almoço e a secretária disse que meu pai tinha acabado de sair, tinha ido almoçar. Fiquei na sala dele, peguei meu notebook e comecei a ver uns vídeos...estava de calça e camisa, tirei a camisa e fiquei de calça, mas com o pau pra fora. De repente o amigo do meu pai entrou, o Jorge, devia ter uns 45 anos, calvo, baixo, mas forte. Ele fez cara de assustado, fechei meu pc e tentei pôr o pau pra dentro. Aí ele começou a me exculachar dizendo que eu era um muleque, que não era lugar pra fazer aquilo, que não respeitava meu pai e etc. Fiquei quieto, sem falar nada. Ele mandou eu abrir meu pc e digitar a senha pra desbloqueá-lo. Ele queria ver o que eu estava vendo. Eu estava vendo pornô gay, sabia disso, e fiquei relutando para não abrir. Ele pegou meu pescoço e o levantou falando para eu abrir aquilo na hora, disse que se ele encostasse a mão em mim eu falaria com meu pai. Ele me levantou e pelo pescoço foi me empurrando até bater a parede...

- acha que estou brincando? se tu não abrir essa merda eu digo coisa pior pro teu pai, invento, será minha palavra contra a sua.

Ele começou a me levantar e comecei a engasgar...

- vai abrir ou não?

Balancei a cabeça e abri, ele sentou e viu o que eu estava vendo, sentei no chão ao lado dele e ele me chamou de vadia. Eu disse para ele não falar nada. Ele se virou e meu deu um tapa na cara, me mandando calar a boca. Ele se levantou, falou para eu apagar aquilo tudo do meu pc, pediu meu número do celular e disse para eu ficar na sala até ele mandar. Apaguei o histórico do pc, guardei no note, botei a camisa e comecei a pensar no que fazer, fiquei pensando se ele diria algo...Ele entrou na sala, me disse para ficar lá 10 min. e depois disso sair da sala, falar com a secretária que iria almoçar com ele e mandá-la dizer ao meu pai que depois do almoço voltava. Disse que era para eu encontrá-lo no estacionamento do prédio e para deixar tudo na sala do meu pai, celular e note. Fiz isso. Quando cheguei ao estacionamento, entrei no carro, ele já na direção e eu ao lado dele, disse para onde iríamos e ele falou - cala a boca, piranha -, fiquei quieto e começamos a rodar. Ele entrou em um estacionamento de shopping, parou o carro, pegou minha cabeça e bateu com ela no porta luvas, umas duas vezes, desmaiei. Quando acordei, estava em um quarto, deitado na cama, com roupas, estava com um hematoma na testa. O quarto não tinha janelas, a luz estava acesa, quando me levantei da cama ele entrou armado, apontou a arma pra mim e voltei pra cama assustado.

- o que você vai fazer?

- só depende de você...tire a roupa agora!

Comecei a tirar e fiquei só de cueca...

- a cueca...tire!

- pra quê?

Ele engatilhou a arma...

- não faça perguntas, tire a cueca.

Tirei a cueca, ele pegou toda a minha roupa e saiu com ela do quarto. Voltou logo em seguida, apontou a arma pra mim e começou...

- o negócio é o seguinte, eu não quero machucar ninguém, eu vou te comer, você fará o que eu quiser e não digo nada ao seu pai.

- nunca!

- olha só, senão for por bem, será por mal. Eu vou gravar nossa transa, se você dizer algo ao seu pai, eu te mato! é só eu dizer ao seu pai que na volta do restaurante um bando roubou meu carro e te sequestrou. É só eu sumir com meu carro e deixar um vídeo anônimo seu sendo estuprado, depois é só pôr na cabeça de seu pai que depois do estupro você foi morto. Simples! Nunca desconfiarão de mim. Então? Eu cumpro minha parte, você terá que cumprir a sua, vou te comer ou não?

Comecei a chorar...

- sim.

- sim o quê?

- sim senhor.

Ele cuspiu na minha cara, me deu um tapa e me chamou de vadia. Saiu do quarto, 5 min. mais ou menos voltou. Estava pelado. Trouxe uma câmera, a arma, camisinha, toca e camisa. Ele pôs uma camisa branca para esconder tatuagem e tipo físico, botou a toca que só mostra boca e olhos, pegou a arma e ligou a câmera, botou em cima de uma cômoda em frente a cama. Engatilhou a arma, mirou em mim e começou...

- Vem vadia.

- Não, por favor, para.

- Vem logo!

Me puxou pelo cabelo, botou a arma em cima da cômoda, pegou o pau e começou a batê-lo na minha cara... (não era grande, tamanho normal, mas um pouco grosso)

- chupa piranha, deixa duro...

Comecei a punhetá-lo, ele pegou a arma me deu uma coronhada...

- vai mamar ou não?

Pus na boca e comecei...Ele começou a gemer, falando que estava gostoso, mandando eu mamar...Largou a arma denovo, segurou as duas mãos na minha cabeça e começou a meter na minha boca, bombando, comecei a empurrá-lo pela barriga e ele não parava, começou a sair muita saliva pela minha boca, estava engasgado...ele tirou o pau da minha boca e começou a mu humilhar. Batia muito na minha cara, dava tapas, cuspia, me chamava de puta, vadia, essas coisas. Puxou meu cabelo e levantou meu rosto, começou a beijá-lo, dava tapas na cara, cuspia, lambia. Foi nojento aquele homem me lambendo. Me virou, começou a bater na minha bunda, botou a camisinha, ficou cuspindo no meu cu, ele botou a camisinha e começou a estocar...nunca tinha dado. Ele cuspia e foi estocando até entrar tudo. Eu estava de 4 e ele me fudendo, puxava meu cabelo, virava meu rosto e cuspia nele. Não falava nada, nem esboçava reação, naquela hora nem lembro o que pensei, devia estar em estado de choque. Ficou me bombando de 4, parou, saiu da cama, pegou a arma, mandou eu sair e se deitou, mandou eu sentar no pau dele de frente pra ele. Sentava aos poucos, ele largou a arma ao lado dele, pegou meu quadril e abaixou, foi aí que esbocei reação, gritei! Pegou a arme e ficava esfregando ela em minha barriga enquanto me comia...ele pegou minha cabeça e foi baixando para eu ficar deitado em cima dele, ainda com o pau no cu, ele começou a ficar me xingando no ouvido, mordia ele, esfregava o cano da arma na minha nuca...me levantou, tirou o pau e a camisinha, mandou eu deitar no chão e começou a pôr o pé dele na minha cara, esfregava a sola no meu rosto e ficava punhetando, me mandou ficar de joelhos, pôs a arma na minha testa, mandou eu abrir a boca e começou a punhetar...mirou o pau na minha boca e gozou, nesa hora fechei os olhos...

- abre os olhos, quero ver você olhando pra mim.

Abri, ele já tinha gozado e tirado o pau, bateu com ele na minha cara e mandou eu sugar a cabecinha...suguei. Ele mandou eu ir pra cama, desligou a câmera e tirou a toca.

- Não foi bom? Eu amei.

Eu não esbocei nenhuma reação.

- Já sabe! Esse vídeo ficará comigo, mas nunca o divulgarei. Se você não cumprir com seu trato, eu te mato e divulgo o vídeo.

Ele saiu do quarto e depois entrou com dorflex e minha roupa, mandou eu vesti-lá. Vesti. Ele me deu dorflex, disse que não queria, não sentia nada, pois estava em choque, ele mesmo assim me mandou tomar. Tomei. Ele saiu e depois entrou vestido. Me vendou, fiquei 30 h. mais ou menos assim, nem ele, nem eu falamos alguma coisa. Ele só tirou minha venda quando já estávamos perto do prédio do trabalho. Entramos no estacionamento, ele disse que era para eu falar com meu pai que machuquei a testa na escola, disse para inventar algo. Tirou a arma do palitó e encostou na minha costela...

- já sabe, se abrir o bico, morre!

Só balancei a cebeça.

Saímos do carro, subimos o elevador juntos, fomos até a sala do meu pai, ele já estava lá.

- Filho, deixou o celular aqui? Arlete me disse que você veio aqui... (secretária)

- É, o Jorge foi almoçar e fui com ele.

Jorge parou ao meu lado e deu tapas discretos no meu ombro, como se tivesse "agradecido" pela cooperação. Meu pai e ele trocaram comprimentos e depois ele foi pra sala dele. Depois disso fui pra casa e até agora o Jorge não me ligou mais, me esbarrei com ele duas vezes e ele só me cumprimenta como se nada tivesse acontecido...

 

Talvez no futuro eu tenha coragem de me expôr. Não foi fácil, tenho 15 anos e fui estuprado, ameaçado. Dá raiva ver esse cara. Livre. É triste, mas é verdade.

 





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