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Ajoelhei e tive que rezar...

  • Autor: SALINAS

    Enviado em 13/08/2010

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Oiiiii!... Sou a Nely, e esta história aconteceu quanto estava com 19 anos. Morávamos numa cidade de porte médio; voltada pra indústria, e em meu bairro tinha uma pequena igreja. Da minha casa era só atravessar a rua pra chegar à igreja e a uma pracinha que ficava em frente. Sabia que tinha vindo um novo padre para assumir a paróquia; mas como não era nenhuma católica fervorosa ainda não o tinha visto nem mesmo ele estando morando numa casa ao lado da minha... Já minha mãe era uma beata militante, todo seu tempo livre era dedicado à igreja. Fui atender a porta e dei de cara com uma figura que mais parecia um santo: Lindo; trajando uma batina; sorriso cativante; +- uns 45 anos: - Você é a filha da Dora?... Dei-me conta que estava diante do novo padre. Trajando um minúsculo short com minhas grossas coxas de fora fiquei um tanto sem graça: - Sou! Meu nome é Nely, por favor; entre!... Ele numa postura de humildade e com uma voz suave pediu que a chamasse. Virei caminhando preocupada que aquele homem santo ia ver até a polpinha da minha bunda. Numa noite com alguns amigos na praça; esperamos o término da missa pra começarmos a cantar ao som de um violão que eu tocava... Era a minha paixão; tocar e cantar. Padre Rossi fechou a porta da igreja e veio em nossa direção sentando num dos bancos... Não demorou pra ele se juntar a nós e também a cantar as mesmas músicas que cantávamos numa voz sonora que deixou todos de boca abertas. Duas vezes isso se repetiu e um dia ao atender a porta dando de cara com ele achei que queria falar com minha mãe... Mas era comigo que ele queria conversar. Fez-me a proposta se eu não gostaria de cantar na igreja; antes e depois das missas, com meus amigos... Sua intenção era fazer com que mais jovens freqüentassem a igreja. Achamos interessante já que poderíamos ter um público maior pra mostrarmos aquilo que gostávamos de fazer. Tempos depois, padre Rossi disse que poderia me ensinar a tocar algumas músicas religiosas e eu poderia depois mostra-las para meus amigos. Fui à sua casa levando meu violão e encontrei um homem normal como tantos outros... Ele vestia uma bermuda mostrando um par de pernas fortes e uma camiseta que demonstrava que tinha um físico bem definido e eu com a maior saia que tinha... Sem perceber comecei a ficar encantada com aquele homem e sua voz que penetrava lá no fundo da minha alma. Aos poucos fui me acostumando até que passei a não me preocupar em freqüentar sua casa vestindo meus shortinhos apertados... Gostava de sentir seu olhar penetrante nas minhas coxas e nos meus seios volumosos marcados pelas blusinhas justas que usava. Além das músicas passamos a ter conversas sobre vários assuntos até que ele entrou num campo bastante íntimo: - Você tem namorado?... Respondi que tinha, mas que ele estudava fora... Veio a pergunta demolidora: - Você faz sexo com ele?... Fiquei vermelha como um pimentão: - Que pergunta e essa padre?... Ele sorrindo: - Não precisa responder; pela sua reação já sei a resposta!... Fiquei chateada e ele me abraçando carinhosamente: - Desculpe-me Nely, não queria te magoar; só queria te conhecer melhor e acabei fazendo uma pergunta totalmente fora de propósito!... Recostei meu rosto sobre seu peito adorando ter aqueles braços me envolvendo: - Eu é que não deveria ter vergonha de conversar com você sobre isso; já que é um padre!...  Sentindo sua mão acariciando meu braço: - Você fala se quiser!... Fui me sentindo protegida: - Faço sim! Mas ele fica tanto tempo longe estudando que... que...! Fiquei envergonhada de dizer e ele segurando meu rosto fazendo com que olhasse direto pra ele: - Sente falta de sexo, não é?... Olhando nos seus olhos: - Não é só disso; sinto falta dos carinhos dele também!... Ele deu um beijo na minha testa fazendo meu corpo vibrar da cabeça aos pés: - Se puder te ajudar em alguma coisa é só me falar!... Envolvi sua cintura com meus braços voltando a recostar minha cabeça no seu peito deixando que ele acariciasse meus cabelos. Em casa é que fui perceber que minha calcinha estava bastante molhada. Passei a ser uma freqüentadora assídua da igreja mesmo nos dias em que não ia cantar. E na sua casa ele já me recebia dando-me um gostoso abraço e um delicioso beijo no rosto e eu correspondia retribuindo tudo de volta. No dia em que fui com uma saia um pouco acima dos joelhos, estava tocando meu violão o aguardando se aprontar para a missa quando ele apareceu de batina e ajoelhou na minha frente colocando as duas mãos pouco acima dos meus joelhos... Mesmo sentindo um frenesi percorrer pelas minhas coxas indo na direção da minha xoxota continuei tocando fingindo naturalidade. Mas quando ele levantou um pouco a saia e deu um beijo numa de minhas coxas; parei de tocar e ao olhar vendo meu sorriso voltou a beijar e ir empurrando a saia cada vez mais pra cima... Quando já estava com a calcinha aparecendo: - Ah Rossi! Não faça isso; está me deixando nervosa!... Suas mãos seguraram minha calcinha pelos lados e foi puxando... Soltei o violão e me contorci facilitando ele arrancar minha calcinha. Ele puxou pra que eu ficasse com a bunda bem na beirada do sofá e foi enfiando a cara na direção da minha buceta... Quando senti sua língua sendo passada no bem no meio da minha valeta fui ao céu e voltei gemendo. Me senti uma devassa tendo um padre no meio das minhas pernas chupando minha buceta toda melada de tesão: - Ahhh, ahhhh, ahhhh! Hummm! Hummm!... Eu me contorcia de prazer e ele lambia, chupava as carnes da minha buceta com os lábios até que não agüentei e gozei na sua boca. Minha surpresa maior foi quando ele ficou de pé e levantou sua batina... Padre Rossi não estava usando nada por baixo me mostrando o pinto mais lindo que podia existir. Vendo aquela pica de uns 18 cms com sua ponta rosada se aproximando do meu rosto tive receio do que ele ia pedir; e pediu: - Dá uma chupadinha; dá Nely!... Segurei sua vara sem coragem de ser tão ousada logo na nossa primeira intimidade: - Vai Nely! Chupa! Já está quase na hora da missa!... Não tive opção e botei a boca chupando e punhetando pra não perdermos tempo: Depois de vários ihammm... Ihammm... Chup... Chup... Lamb... Lamb´s senti minha boca sendo preenchida com seu esperma. Sem saber o que fazer fiquei segurando até que ele tirou da minha boca (tive que fecha-la rápido pra não vazar) e abaixando a batina: - Vamos rápido Nely; já estou atrasado!... Levantei com as bochechas estufadas de tanta porra dentro da minha boca e colocando a calcinha fui em direção à porta atrás dele e acabei engolindo tudo. Dentro da igreja só eu sabia que ele não vestia nada por baixo da batina... Terminou a missa e ele se aproximando de mim; cochichou: - Vai lá pra casa e fique me aguardando!... Sorrateiramente fui saindo e como ele tinha deixado só a porta encostada, entrei. Meia hora depois ele entrou trancando a porta... Saí da cozinha já notando o volume debaixo da batina. Ele tirando e ficando peladão (um espetáculo de homem) foi me agarrando tirando minha saia e novamente minha calcinha. Colocou-me de quatro sobre o sofá e sem perder tempo foi enfiando sua gostosa piroca na minha buceta... Enterrou tudo e começou a socar, socar, socar e dar tapinhas na minha bunda: - Nely, Nely! Que bucetinha quente que você tem! Como você é gostosa!... Adorando ser fodida pelo padre tive um orgasmo pra lá de pecaminoso: - Cuidado padre! Cuidado pra não gozar dentro de mim!... Ele continuou me socando por mais algum tempo pra tirar e ficar esfregando seu pau sobre meu ânus e gozando. Toda lambuza de porra corri pro banheiro... Depois me vesti e novamente sorrateira olhando pra todos os lados sai de sua casa. Passei a ir quase que diariamente na casa do padre e na igreja que minha mãe ficou toda contente achando que eu tinha me tornado uma beata igual a ela... Se descobrisse que eu estava dando pro padre o mundo ia desabar na cabeça dela. Passei a gostar de chupar aquela pica santa depois dele me fazer gozar com sua língua e a sentir o padre entrando no meu corpo através do seu pinto. Cheguei ao ponto de mentir para os meus pais que ia dormir na casa de uma colega e sem que ninguém me visse entrei na casa do padre. Ele me deixou peladinha e colocando-me sobre sua cama deitou sobre meu corpo dando um beijo ardente na minha boca que se demorasse mais alguns segundos ia morrer sufocada. Ele me fez virar de bruços e ficou brincando de massagear minha bunda... Quando senti sua boca e sua língua sobre meu ânus me assustei e tentei sair da cama. Ele me segurando firme pelas minhas pernas fez-me continuar na mesma posição e foi lambendo em torno do meu ânus... Fui relaxando e acabei que comecei a sentir um prazer totalmente diferente pra mim. Quando ele subiu sobre meu corpo e ficou esfregando seu pinto duro no meu ânus já todo molhado e que fui dar conta do que ele estava querendo fazer; apavorada: - Não, não padre! Não faça isso!... Ele segurando seu pau duro sobre meu ânus foi soltando o peso do corpo: - Calma Nely! Calma que eu tenho certeza que você vai gostar! Relaxa! Relaxa bastante seu cuzinho!... Achei estranho um padre pedindo pra relaxar meu cuzinho pra ele poder enfiar seu pinto. Primeiro senti que meu “cuzinho” engoliu a cabeça que era mais grossa e foi uma dor até que suportável... Quando ele foi empurrando o restante é que comecei a gritar: - Aiiii! Aiiii! Tá doendo! Tá doendo!... Ele enfiou tudo e ficou deitado sobre minhas costas dando-me beijinhos: - Calma! Calma! Já vai passar!... Sentia meu cuzinho latejando e seu pau todo enfiado também. Sem tirar seu pau, ele enfiou um braço por debaixo do meu corpo e foi me levantando até ficar de quatro pra começar a meter de verdade no meu cú... Seu pau ficava deslizando pra frente e pra trás num ritmo cada vez mais rápido e quando estava começando a gostar, ele travou seu corpo na minha bunda e ficou despejando todo seu gozo dentro do meu cú. Dois anos depois; Padre Rossi foi transferido para outra paróquia e chegou pra substituí-lo o Padre Homero... Padre Homero já era bem mais idoso; 57 anos. Dei tanta brecha para o velho padre que a primeira vez que fiquei sozinha com ele dentro da igreja ele passou a mão na minha bunda... Dei um sorriso e uma rebolada provocativa e ele foi rapidamente trancar a porta da igreja. Sentei num banco e fiquei esperando-o que veio se aproximando. Ele pegou minha mão e fez-me ficar esfregando seu pau por cima da batina: - Quer ver o que eu tenho debaixo da batina?... Sem responder fui levantando sua batina e descobri que ele era igual ao padre Rossi; não usava nada por baixo. Só que descobri também que ele tinha uma mangueira no meio das pernas... Dura feito pedra e uns 25 cms (só a cabeça grossa devia ter uns 8 cms). Segurei aquele tronco e fiquei punhetando e olhando a cara safada do padre que sorrindo: - Quer ele de presente pra você?... : - Mas aqui dentro da igreja padre?... Ele me fazendo ajoelhar sobre o banco e levantando minha saia: - Pra que perder tempo!... Arriou minha calcinha encostando sua tora na boquinha da minha buceta: - Enfia padre, enfia tudo!... Abri bem as pernas esticando a calcinha presa nos meus joelhos sentindo aquela delicia de pica ir até o fundo das minhas entranhas: - Ohhhh! Ohhh padre! Mete! Mete! Arrebenta minha buceta!... Cada estocada quase me jogava por cima do banco. Acabei de gozar e assim que ele tirou; sentei segurando seu pau abrindo a boca... Ele deu algumas punhetadas pra soltar tudo sobre minha língua. Na mesma casa e na mesma cama, padre Homero atolou sua imensa pica no meu cú que quase subi pelas paredes... Adorei e também passei a dar pro padre Homero constantemente. Hoje sou uma mulher casada e parei de freqüentar igrejas; pois toda vez que vejo um padre de batina começo a sentir tesão.





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Comentários (1)

  • Lobão Fogosão escreveu:

    ESTE TB É DEMAIS DE BOM GATA! PARABÉNS!!! BEIJO!

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