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A vingança de Zezinho

  • Autor: zezinhopassivo

    Enviado em 14/12/2011

  • Hits: 5.233

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   Até meus 21 anos, tinha dificuldades em saber como eu me identificava (sexualmente falando), pois sempre namorei meninas, mas amava platonicamente os meninos e isso sempre foi uma confusão horrenda na minha cabeça...

   Perdi minha virgindade com 14 anos e não sabia realmente o que fazia; acredito que agia mais por instinto e em relação a meninas, só namorei mesmo e nunca me relacionei sexualmente com nenhuma delas.

   Mas acontece que aos 24 anos (olha a coincidência nos números), vivi uma experiência que mudou minha vida e me fez decidir o que realmente queria...

   Andando por ruas do centro aqui na minha cidade (Itaboraí - RJ), que até então era uma cidade pequena, quase fui atropelado por um carro cinza, pois estava distraído observando algum carinha bonito que havia passado por mim e realmente era de chamar a atenção.

   O motorista do carro me xingou de tudo que era nome e quando colocou a cabeça pra fora do carro pra levantar aquele dedo médio da mão esquerda pra mim, vi que se tratava de um moreno muito bonito e que devia ter seus 30 anos...

   Recuperado do susto, fui ao banco pagar umas contas e quem estava na fila,umas dez pessoas à minha frente? O tal moreno, conversando animadamente com um colega dela. Ele usava uma calça jeans, camiseta t-shirt e um tênis (desses modernos); usava também um cordão prateado fino no pescoço. Comecei a observá-lo melhor e percebi que tinha um belo sorriso e rosto muito bonito.

   Ele conversava com o tal amigo e disse que quase tinha atropelado um viadinho distraído e que se fizesse isso, seria preso pelo “Ibama”: Os 2 caíram na gargalhada e há um certo momento disse:  - Cara, odeio viado, se pudesse mataria todos, nunca na minha vida tranzaria com um nem que se acabassem todas as mulhers do mundo...

   Aquilo pra mim foi o fim, saí da fila revoltado e meio que desnorteado e sentei num banco da praça e chorei muito...

   Uns 3 meses depois, tava visitando um hospital pra ver um amigo doente e procurando pelos quartos, eis que vejo o tal carinha do carro cinza dormindo numa cama num quarto e perguntei pra enfermeira o que houve e ela disse que ele tinha sofrido um acidente (nada grave), mas que teria que pernoitar ali pra observação pois tinha batido a cabeça. E me disse que não tinha conseguido falar com a família dele ou parentes próximos...

   A minha cabeça (re) surgiu pensamentos tão antes inimagináveis e disse que veria isso pra ela, pois ele era meu cunhado e voltaria com namorada dele (minha irmã no caso) à noite pra ficar ali com ele...

   Ela disse que o horário de pernoite, era de chegada até às 19h.

   Cheguei de banho tomado e com uma mochila nas costas e avisei a enfermeira, que minha irmã, não poderia vir e pediu pra tomar conta do meu cunhado, ela pediu pra eu assinar um documento e colocar um “RG” numa ficha...

   Fiz isso tudo e fiquei zanzando pelo hospital até às 22h, conheci muitos pacientes e quando deu 22:30h, entrei no fatídico quarto e o moreno, continuava dormindo. Ele dormindo e eu a fitá-lo.

   Ele acordou e se assustou com minha presença, pois não tinha me reconhecido, disse á ele que hoje ele iria ver, o que um viadinho poderia fazer com ele e o avisei que tinha trancado a porta e escondido a chave e que tinha uma navalha na mochila.

Ele tava sob efeito de tranqüilizantes e me olhou com cara de pânico (eu realmente fiquei com pena dele), mas tinha que fazer isso.

   Coloquei a mão no colo dele por cima do lençol e ele arregalou os olhos, fiz sinal de silêncio com o dedo na minha boca. Ele tava horrorizado. Tirei o lençol de cima dele e ele tava de bermuda e camiseta. Apertava o pau dele por cima da bermuda e nenhum sinal de vida...

   Não liguei, passei minha mão por todo o corpo dele por cima da roupa: rosto, peito, barriga, pau, pernas e ele fechava os olhos.

Arrastei a bermuda e cueca dele pra baixo e apareceu uma piroca  bonita, mas mole. Cheirei beijei e coloquei -a toda na boca. Ela parecia uma massinha...

   Olhava pra ele e ele de olhos fechados, tava quase desistindo quando a rola dele começou a dar sinal de vida...

   Ai me animei mesmo: comecei a chupar o saco dele, bola por bola, lambi a cabeça, colocava ela toda na minha boca e depois tirava e  o cara continuava ali de olho fechado, não dizendo uma palavra.

   Resolvi ser mais ousado, tirei a roupa dele toda e tentei fazer um cunete nele. No início ele trancou as pernas, mas foi cedendo devagarzinho... Abria bem as pernas dele e enfiava a língua no anelzinho dele e ele apertava os punhos e se contorcia todo, parecia que tava tendo um ataque. Voltei ao pau dele que estava duro, parecia uma pedra, não era grande, mas era bem grossinho . Chupei por uns 10 minutos, enfiava a língua no buraquinho da glande e ele já relaxava.

   Subi um pouco, levantei a camiseta dele e e lambi o umbigo dele, ele se arrepiou todo, fui subindo e mordisquei um dos bicos do seu peito, ele tomou uma espécie de choque. Tirei a camisa dele, e ele tina um peitoral bonito. Mordisquei-lhe as orelhas e o queixo... Ele já tava todo derretido, foi que então levantei, tirei toda a minha roupa também e sentei de vez em cima dele...

Esfregava a rola dele na minha bunda e batia nela com a mão dele.

Peguei a mão dele, coloquei o “tal dedo” na minha boca e enfiei no meu cuzinho fazendo movimentos de entra-e-sai... Ele nada dizia só respirava ofegante. Tirei o dedo delede dentro de mim, peguei rapidamente um lubrificante na minha mochila, passei no pau dele e sentei em cima...

Fiquei uns 2 minutos assim, sentindo aquela vara quente dentro de mim e comecei um sobe e desce. Como estava de frente pra ele, observava o jeito dele, ele abria a boca pra respirar através dela e com os olhos fechados... Eu trancava bastante o anel até que senti o pau dele inchando dentro de mim... Ele gozou abundantemente...

   Continuei sentado em cima dele e encostei minha cabeça no peito dele e pude sentir os batimentos cardíacos dele, pois estavam bem acelerados...

   Ele continuou de olhos fechados e todo esticado. Dei um selinho nele rapidamente (ele não disse nada).

   Disse à ele ao pé do ouvido:  - Viu, se tivesse matado o tal viadinho, não teria sabido como é comer um...

   Ele arregalou os olhos, disse a ele que não tinha navalha nenhuma e que aquela noite, ele nunca mais iria esquecer...

   Botei a roupa, destranquei a porta e fui embora alegando pra enfermeira que surgira um imprevisto e teria de ir embora...

   Algumas vezes depois, via esse moreno pela cidade, com mulher e filhos...

Nunca mos falamos, mas sei que quando ele me vê, ele não esquece de mim e nem daquele dia...

 

 

Hoje tenho 39 anos, mas nunca esqueci desse dia, que provei pra mim mesmo (e acho que pra ele também) que não devemos dizer que dessa água não beberei...

   Contatos: zezinhopassivo@hotmail.com

 





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Comentários (9)

  • Celso Festas escreveu:

    Vc teve muita coragem, mas de certa forma, ensinou um homofóbico a como tratar as pessoas com o devido respeito... Adorei o seu conto... Abração...

  • Souza escreveu:

    Conto muito interessante. Me deu bastante tesão eu queria ser esse moreno...

  • Wesley escreveu:

    Excelente conto. parabéns... Muito bem escrito e de fácil compreensão... Pena que eu não fui esse cara, adoraria sofrer uma vingança assim. Abraços!

  • luciano bernardes escreveu:

    Olá!!! gostei muito de seu conto!! um tesão!! beijos

  • Marcos a santos escreveu:

    Impossivel d acontecer isso haja imaginação

  • Yolanda escreveu:

    Horrible tu historia y horrible tu portugues. No fuiste a la escuela?

  • Ney pereira escreveu:

    Amei esse conto, vc fez bem...

  • gab-- escreveu:

    que maldadeee!!! UAHSUAHSAUSAHU,ameeei!

  • down escreveu:

    ai que maldade, forçar o cara a comer o que ele não quer... gostei muito.

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