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A mãe o artur

  • Autor: kaolua

    Enviado em 12/06/2009

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Na minha rua havia uma pensão que costumava ter mulheres à porta, onde faziam os engates e subiam para os quartos. uma tarde, quando me dirigia para a entrada do meu prédio, uma prostituta chamou-me e, como eu não ligava, meteu o dedo médio na boca, dando-me a entender que me faria um broche. fiquei tentado a aceitar, além de me sentir importante, pois era a primeira vez que alguma se metia comigo. nisto alguém gritou o meu nome. olhei, era a mãe dum colega da minha turma que estava a descarregar as compras do carro. pediu-me para a ajudar e eu carreguei com os sacos do supermercado para o elevador. depois ela sugeriu que eu subisse também, para ajudar a arrumar as compras em casa.
quando estava tudo pronto, ofereceu-me uma coca-cola e fomos beber para a marquise. aí ela começou a falar que eu não devia ir com putas, que podia arranjar alguma doença…, enfim, toda essa conversas de adultos. depois perguntou-me se alguma vez tinha visto uma mulher nua. além da minha mãe, só nas revistas e nos filmes porno, respondi eu. então levou-me para o quarto, tirou-me a t-shirt – uauh! mas que belo que tu és! daqui a alguns anos as mulheres não te vão largar. ombros largos, peito forte, barriga dura como uma tábua… tudo como elas gostam – dizia ela, enquanto me apalpava todo.
- agora vamos despir estas calças – e desabotoou-me o cinto, desapertou o botão, correu o fecho da braguilha e puxou-me as calças – que belas coxas! tão fortes e musculadas! rapaz, tu és lindo! deixa descalçar os sapatos para as calças saírem. e fiquei todo nu à sua frente, apenas com as cuecas.
- como tu és belo! pareces uma daquelas estátuas gregas! vamos despir as cuecas, quero-te todo nu. uau, que coisa mais querida – dizia ela, segurando o meu pénis e apalpando os meus tomates – que pelinhos tão fofos, bolinhas macias, pauzinho delicioso! tu és todo bom, tão peladinho, tão macio! a tua pele ainda cheira a leite, tão aveludada! e os teus olhos verdes são a coisa mais bonita que eu conheço.
depois mandou-me sentar na cama e despiu a blusa, a seguir a saia. pôs-se de costas, desapertou o soutien e voltou-se lentamente para eu admirar as mamas. oh, meu deus, que ricas mamas. o meu impulso foi levantar-me para as agarrar, mas deixei-me sentado. ela bamboleava-se, com gestos sensuais e dizia, apontando para a minha pila – olha, olha, o maroto está-se a levantar! calma querido, já vamos tratar de ti – e tirou as calcinhas e os meus olhos arregalaram-se ao ver o triângulozinho de pentelhos por cima daquela ratinha. ela era muito boa, um mulherão. deveria ter pouco mais de trinta anos, alta, não muito magra, mamas grandes mas sem exagerar, e umas pernas espectaculares, que deixava todos os homens a babarem-se quando ela passava. já todos os rapazes diziam que a mãe do artur era mesmo boa, e todos sonhavam em a comer. mas ali estava eu, o único que iria passar além do sonho.
aproximou-me da cama, encostou as mamas ao meu rosto – apalpa querido, isso, assim mesmo, devagarinho… chupa o mamilo, suga, suga… ooh que bom… mama, lindo, mama - sussurrava ela. era uma loucura, eu estava completamente zonzo, já não aguentava mais e, talvez por ser a primeira vez que tinha umas mamas nas mãos e na boca, esporrei-me, derramei a minha pequena dose de leite nos meus pelinhos. – que querido –, disse ela – leitinho tão clarinho! – e pegou num toalhete molhado para me limpar.
depois deitou-se na cama e ordenou-me que fizesse o mesmo. – dá cá o teu dedo. anda, molha na minha ratinha. isso, assim mesmo. estás a ver como ela fica quando vê meninos lindos como tu? fica assim, toda malhadinha. também tenho uma pilinha como tu. é uma miniatura, mas também quer que lhe toques. é isso mesmo, mexe devagarinho, movimentos circulares… assim mesmo. chama-se clítoris e fica teso como o teu pénis. agora eu vou acariciar a cabeça da tua pila e tu imitas o mesmo na cabecinha do meu clítoris. isso, isso, continua, continua. oooh, estou a ficar louca, estou a ficar louca. vou-te saltar para cima, vou-te foder.
escarranchou as pernas à volta das minhas ancas, agarrou a minha verga tesa e conduziu-a para a vagina. oh jesus! nem queria crer! que coisa inacreditável! entrei naquela gruta molhadinha com toda a facilidade. que sensação espectacular! era tão bom, tão aconchegante, tão doce, tão… eu queria ficar para sempre dentro dela. ela movia-se para cima, para baixo, torcia para os lados, apoiou as palmas das mãos na cama, os cabelos pretos e os seios maravilhosos a dançarem à minha frente. mandou que lhe agarrasse as mamas, que lhe apertasse os mamilos, e repetia sem parar como era bom, como era gostoso. e veio-se num gemido prolongado e várias vezes repetido. contorcia-se e não parava de gemer, parecia que estava a ter um ataque. fiquei assustado, nunca tinha visto nada assim. até a minha segunda dose de esperma já não saiu, eu estava um pouco amedrontado. finalmente deixou-se cair em cima de mim, deu-me muitos beijos, na testa, nas faces, nas orelhas, nos lábios, no pescoço. depois expulsou-me da sua gruta e deitou-se de costas. eu continuava bem teso.
- queres mais? anda para cima de mim. isso, encaixa-te no meio das minhas pernas. agora mete, mete, procura o caminho sozinho. não é aí, mais para baixo, isso mesmo, vês como ele já aprendeu o caminho sozinho! vamos lá, agora goza. dá-me, dá-me o teu leitinho. vá lá, mexe esse rabo. chupa o meu mamilo… assim, assim mesmo, sem magoar. - eu estava no paraíso. era tão bom. só me apetecia ficar ali, deitado em cima dela, a cabeça entre as mamas e o meu pénis dentro da vagina, assim devagarinho, sonolento. mas ela tinha pressa. apertava-me as nádegas e obrigava-me a movimentar, ao mesmo tempo que também se mexia, enlaçando as pernas em torno de mim. e incentivava-me para eu continuar, para a foder com energia. e voltou a gemer, desta vez um só gemido profundo e eu gemi com ela quando a minha cabeça explodiu e umas gotas de esperma saíram do meu pénis e entraram dentro dela.
fiquei esgotado, não sei se desmaiei ou simplesmente adormeci em cima dela. apenas sei que quando ela me acordou já se via a noite pela janela.
- vamos embora, rápido… não tarda nada estão aí os meus homens (o marido e o filho). vesti-me apressadamente, pensava que estava dentro de um sonho bom e não queria acordar.
na rua cruzei-me com o artur. se ele soubesse que eu tinha fodido com a mãe dele provavelmente matava-me à pancada.





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