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Enviado em 10/10/2011
Meu nome é Léo e depois de ler tantas histórias resolvi contar uma das minhas. Aconteceu quando eu tinha uns 18 anos. Tenho uns amigos que conheço desde os 14 anos e quando vi a mãe deles, a dona Maria, pela primeira vez já fiquei de olho por que era uma mulher muito linda. Tinha lá seus 40 anos, casada, muito atenciosa com os filhos, alegre, corpo violão, pele clara, cabelos longos e pretos, e tinha um cheiro que me deixava alucinado.
Várias vezes eu fui até a casa deles e os amigos não estavam, ficava conversando com a dona Maria e com o tempo ficamos muito amigos, tanto que ela me contava dos problemas no casamento e eu ouvia tudo imaginando como aquele marido poderia ser tão idiota e deixá-la triste e insatisfeita assim.
O tempo passou, mas eu nunca disse nada do que estava começando a sentir, até achei, no inicio, que era bobagem da minha cabeça e que iria passar, mas quanto mais eu conhecia a dona Maria mais eu sentia vontade ter aquela mulher pra mim. Cada vez mais eu pensava nela e o fato de vê-la infeliz no casamento e ouvir as suas necessidades insaciadas me davam mais coragem pra colocar meu sentimento à tona. Eu estava somente esperando um bom momento pra fazer isso acontecer.
Vivia a desejar a dona Maria, em diversas vezes eu tentei criar coragem mas não consegui ir em frente, uma vez viajamos juntos e pude ver de leve seus seios pela brecha dos botões da camisa, noutra vez eu estava a lhe fazer companhia, sozinhos na casa dela, e ela desfilando pela casa com um pijaminha muito atraente. Eu olhava, e fazia brincadeiras provocativas, tentando dar a entender algo, mas ela parecia nunca se ligar nas minhas tímidas tentativas. Eu teria que ser mais direto.
Então num dia de chuva eu sabia que ela estaria sozinha, fui até a casa dela perguntando sobre os filhos dela, obviamente com o foco naquele corpo maravilhoso, eu estava me lixando para os amigos, depois de tanto tempo de desejo reprimido eu já não me importava se era a mãe dos meus amigos, estava maluco de tesão por ela e seria aquele o dia em que eu falaria disso pra ela.
Ela me convidou pra entrar o que fiz prontamente, e ficamos no lavabo conversando e eu olhando praquele corpo delicioso, aquele cheiro me deixando doido ela me flagrou comendo-a com os olhos e disse:
-Que foi Léo? Porque tá com essa cara?
Eu pensei “é agora ou nunca!” então disse-lhe:
-Dona Maria tenho uma coisa importante pra te dizer.
-Pare de me chamar de Dona, me sinto velha assim. Respondeu ela.
-Tá bom Maria, como tu quizer, além disso, velha é algo que tu não é! És super bonita, com todo respeito.
-Hum tu acha é? Bom, mas o que tem pra me dizer?
Nesse momento eu me aproximei dela e tirei-lhe as roupas sujas dos braços e segurei sua mão.
-Maria, tenho uma confissão pra te fazer: eu sinto uma atração imensa por ti! Estou sentindo isso ha muito tempo e já não agüento mais segurar, não da mais pra esconder...
Ela me interrompe, surpresa:
-Tu ta maluco? Tu tem idade pra ser meu filho! Além disso sou casada! E teus amigos? Tu não pensa nisso?
-Eu sei disso tudo, mas tu é tão infeliz nesse casamento, os guris eu nem me importo sinceramente, faria qualquer coisa pra te ter nem que fosse uma vez, e tu sempre me fala coisas intimas suas, eu fico maluco só de ficar perto de ti e sentir esse cheiro gostoso do seu corpo.
Nisso eu me aproximei do seu corpo e já perdendo todos os critérios comecei a cheirar seu pescoço e a beijar-lhe delicadamente, e disse:
-Escuta: só sei que te quero há muito tempo, e preciso te ter, ou pelo menos te demonstrar isso. Seu corpo é maravilhoso, olha que cheio bom, que pescoço bom de beijar...aiai...
Reparei que ela começou a ficar trêmula e baixou a guarda, deixando o pescoço todo pra mim, eu envolvi ela em meus braços e olhei nos olhos dela e nos beijamos de uma maneira que eu nunca mais vou esquecer, eu um beijo de euforia, de não estar acreditando no que estava acontecendo, e ela um beijo de alivio, de sentir que era desejada por alguém. Ela disse:
-Olha Léo, eu já desconfiava disso, a gente se aproximou de uma maneira tão inocente, mas eu achei que eu tava com besteira na cabeça, ainda bem que eu estava errada. Vem cá, vem pro meu quarto, vou te dar o que tu quer...
Eu nem acreditava, eu ali, ia realizar meu desejo e finalmente teria a mãe dos amigos pra mim, todinha! No quarto, ela sentou na cama e nos beijamos, um beijo bem longo como de dois namorados apaixonados, indo pra cama pela primeira vez. Ela começou a tirar a camisa, estava sem sutiã e pude perceber que estava excitada pelos mamilos durinhos, que cena aquela! Uma forte excitação tomou conta de mim, meu pau começou a endurecer como uma rocha, ela reparou e prontamente colocou-o pra fora do calção agarrando com as duas mãos, disse:
-Hum Léo, nossa! Que grande, hein? É maior que do meu marido...
Ouvir aquilo me deixou maluco da silva e meu pinto endureceu ainda mais, eu achei que ia explodir de tão duro. Ela colocou língua na cabecinha e fez o boquete mais gostoso da minha vida, aquela mulher sabe chupar um pau, minha nossa! Chupou por uns 10 minutos e eu ia gozar, mas ainda não era o momento, pedi que tirasse a calça e deitasse, ficamos totalmente nus e, agora, podíamos sentir os nossos corpos queimando de tesão um pelo outro. Dei-lhe outro beijo e comecei a descer percorrendo seu corpo com cheiro arrebatador, cheguei na bucetinha, ali eu faria minha mágica, aquilo que eu mais sonhava em lhe fazer. Lambei, chupei, mordi, fiz de tudo na bucetinha dela, ela dizia:
-Ai Léo que língua boa q tu tem, vai, continua com essa língua maravilhosa, vai...uiuiui!
Ouvir ela gemer me deixou ainda mais maluco e concentrei naquele pequeno, quente e molhado clitóris. Que bucetinha mais rosada ela tem, parece de uma menina de 18 anos! Continuei brincando naquela bucetinha deliciosa quando ela começou a tremer toda:
-Léo, aiaiai, vou gozar, vai me faz gozar, vai, ai, ai, AIIIIIIIIIIIIIIIIII! QUE DELÍCIA!
Ela gozou e eu, só de ver ela se retorcendo com minha língua, quase gozei junto, mas sabia que a brincadeira continuaria, então me segurei mais um pouco.
Então ela, com um sorrizinho no rosto, me puxou e pediu:
-Agora colocar esse pau em mim vai...eu te imploro!
Eu falei:
-Então pede meu pau, vai...
-Por favor, Léo mete em mim, eu quero esse pau grande em mim, vai!
Enquanto ela implorava eu me sentia o cara mais poderoso do mundo, como é bom ouvir isso! Ainda mais da Maria, quem eu tanto desejava!
Comecei a colocar devagar, pois ela disse que meu pau era maior que do marido. Então eu penetrei-a suavemente enquanto ela me segurava e empurrava um pouco quase desmaiando de prazer. Comecei a bombar suave, mas logo estávamos ensopados por nossos liquidos, e o pau deslizava fácil, aumentei a velocidade das penetradas e a Maria pediu:
-Vai Léozinho, enfia, bem gostoso, isso vai...meu gurizinho, não queria me comer? Vai me fode, vai, vaaaaai...
Eu tava delirando de prazer, que sensação mais deliciosa foder aquela bucetinha tão linda. Não demorou muito e gozei dentro dela, mas eu estava tão excitado que nem parei de estocá-la e ela já quase gritando pedia:
-Vai Léo, vai, vou gozar, vai, isso, mete, mete mais, vai, ai, ai, ai, AIIIIIIIIIII!
Gozou logo após eu ter feito o mesmo. Nesse momento, caímos lado a lado, a cabeça a mil, ela me olhou e disse:
-Léo, Deus me livre, ninguém pode saber disso, viu? Segredo nosso!
-É claro! Eu respondi. Vamos fazer mais vezes né?
-Sim, claro, adorei teu pau, tu fode bem direitinho, sabia?
Dito isso, ela me puxou e completou:
-Léo, ninguém nunca me fez gozar assim antes, que delicia que é, eu quero isso sempre, viu? Bem desse jeitinho, assim gostoso...
Ficamos mais uns minutos ali, depois tomei um banho, sozinho, por que ela ficou com medo de chegar alguém. Ainda conversamos depois e marcamos de nos ver muitas outras vezes. Eu saí dalí realizado, por que eu havia conseguido a mulher dos meus sonhos e toda aquela duvida inicial fora embora, dando lugar a um sentimento de satisfação e euforia.
Depois desse dia tivemos vários encontros e nós ainda nos vemos eventualmente, os meus amigos não sabem de nada, ela se separou e já teve vários namorados e mesmo assim a gente se vê e é sempre uma maravilha.
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