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A epopéia do rio ã  curitiba

  • Autor: clara

    Enviado em 16/09/2009

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a epopéia do rio à curitiba:
voltava do rio de janeiro para curitiba no último vôo e já na escala em são paulo a coisa não me cheirava bem, uma névoa cada vez mais espessa cobria tudo lá fora. conhecedora de minha cidade já estava adivinhando: aeroporto fechado, não deu outra, aguardamos por uma hora em sp e o comandante resolveu arriscar, mas antes da chegada, já anunciou: desvio para joinville!
não bastasse isso, ao aterrizarmos em joinville até as minivans e micro-ônibus partirem levou um tempo exaustivo e acabei pegando o último transporte, calhou de sentar ao meu lado uma bela moça muito simpática e cheirosa, parece que havia recém saído do banho. estranhei ela sentar ao meu lado, pois o transporte estava praticamente vazio.
conversamos um longo tempo até a subida da serra, quando um acidente grave interrompeu completamente a estrada. ali nos detemos por horas a fio, na verdade quatro horas entre parados e andando a cinco kilômetros por hora. ana me encantou com seu bom humor e disposição, pois eu estava já cansada de tantos imprevistos, mas ela demonstrava bom humor para tudo e acabou me contagiando. como estávamos em apenas quatro pessoas, nós e mais um casal, ela parecia pouco se importar com os outros, e dava gargalhadas deliciosas ouvindo piadas e comentários fatalista sobre nossa desventura. a conversa acabou indo para o lado sexual e ela por traz de uma aparência sóbria mostrou-se bastante liberal ao falar sobre o assunto, embora não falasse sobre sua vida pessoal. e quando perguntei, ela desviou para generalidades e foi o que bastou para despertar minha curiosidade, então fui mais incisiva e ela não teve como fugir e continuar conversando, simplesmente virou para o lado e disse estar com sono. após um silêncio constrangedor, pedi desculpas segurando sua mão, ao que ela puxou rapidamente, dizendo para não provocá-la. eu estava totalmente confusa. por qual motivo ela teria mudado tanto de uma hora para a outra?
resolvi tentar dormir, mas não conseguia, acabei ficando fula da vida com ela, peguei um cobertor e fui para o último banco. tentando conciliar o sono por meia hora, eis que ela aparece com um sorriso amarelo.
- posso sentar com você?
- se quiser – dei de ombros.
- olha, me desculpe. é que falar sobre minha sexualidade é algo muito difícil para mim.
- o que pode estar errado com você? você é linda, inteligente, deve ter um monte de homens te querendo.
- você acha é? – sorrindo – mas não me interesso por homens – olhando tristemente para a janela.
senti meu rosto corar, emudecendo.
- olhe ana, não há nada errado em não se relacionar com homens, estamos na era da liberação, você pode fazer o que quiser e ninguém tem nada com isso.
- não é que não goste de homens, mas sinto mais atração por mulheres.
- eu não sou muito diferente de você ana.
- como assim clara?
- eu também sinto atração por mulheres, embora seja casada.
ela abriu um sorriso radiante que rapidamente ganhou nuances provocantes e sedutores ao perguntar abaixando a cabeça, para logo em seguida subir os olhinhos sondando:
- sentiu atração por mim?
- muita! – sussurrei olhando fixo em seus olhos e aproximando minha boca de seu rosto que ficou corado como o meu.
ela pareceu perdida, estava ainda meio em pé, com o joelho apoiado no banco. segurei seu rosto entre as mãos e fiz ela girar o corpo e sentar ao meu lado.
senti meu sangue ferver pela timidez dela. meu corpo todo reagiu a isso, tornando-se supersensível. meu coração disparou e estendi meu cobertor sobre ela levantando o apoio para o braço do banco que nos separava e me aconchegando a ela. ela não reagia, simplesmente olhava para a frente, cada vez mais corada. escorreguei minhas mãos pela coxa dela, sentindo o tecido macio da calça e o calor que emanava daquele corpo divino para as minhas mãos.
subi as mãos para sua barriguinha acariciando cada pedacinho de pele que a roupa me permitia tocar e quando ela virou o rosto para mim ofegante me oferecendo a boca entreaberta penetrei-a com minha língua empurrando os lábios e me introduzindo nela, sentia meu coração pular e sentia também o dela cavalgando em meu peito. nossos seios se amassavam e isso só me excitava mais, ficamos nos beijando por muito tempo até que senti minha vagina latejar de desejo e resolvi checar o estado da florzinha dela enfiando a mão por dentro de sua calça, encontrei uns pentelhinhos macios e em seguida um calor molhadinho enquanto minha mão espalmava tudinho com os dedos se enroscando nas dobrinhas dela e ela gemendo baixinho dentro da minha boca.
uma vontade absoluta de fazê-la gozar se apoderou de mim. uma rápida checada no casal que roncava lá na frente e apesar dos protestos dela, retirei sapatos, meias, a calça e a calcinha dela. mandei ela vigiar e cai de boca, comecei sugando os dedos dos pés e subindo bem devagarzinho suguei as coxas demoradamente dando ênfase a parte atrás do joelho, sempre embaixo do cobertor. quando cheguei na zinha dela senti um aroma divino com um sabor suave, quase virginal. queria morrer sugando a xaninha dela. que florzinha delicada e saborosa. fiz ela levantar bem as coxas apoiando os pés no banco da frente e fui gradativamente entre idas e vindas descendo cada vez mais até sentir que minha língua estava tocando em volta do ânus de minha parceira. ela tremia toda e eu às vezes tinha de alertá-la para continuar vigiando. eu acariciava os mamilos dela com os dedos sentindo-os duros, pontudos, aflorando naqueles seios rijos e gostosos que eu segurava nas mãos como taças delicadas. várias vezes subi para sugá-los demoradamente ou beijar sua boca cheirosa, voltando sempre para a bocetinha num ritual interminável. os beijos neste estado são os mais intensos e gostosos, pois o corpo está todo sensível e receptivo, uma delícia!
já havíamos passado o acidente e o trânsito fluía quase normal e eu sempre atrasando o gozo dela, quando sentia que estava chegando la´ mudava para beijos e abraços roçando seios numa tortura tântrica, com a determinação de me tornar inesquecível para ela.
acabei fazendo ela gozar um pouco antes de chegarmos ao aeroporto, pois queria que ela ficasse devendo. trocamos telefone e nos despedimos rapidamente. o pai dela a esperava e meu marido também me aguardava no aeroporto e naquela noite transamos como doidos eu contando cada pedacinho da minha aventura com a ana e ele adorou cada parte.
já no domingo eu estava doida para ligar para ela, mas não liguei, ela ligou a noite e marcamos jantar na terça-feira, eu disse que levaria meu marido e ela não pareceu se importar.
na terça ela estava radiante, num vestidinho branco bem sensual. no restaurante nos entrosamos rapidamente e ela me convidou para irmos ao banheiro, entramos juntas no reservado e ela já foi me agarrando e me beijando a boca e ficamos nos bolinando por um tempo. ela queria me sugar ali mesmo, mas não deixei, voltamos para a mesa e acabamos nosso jantar. eu sussurrei no ouvido dela contando que meu marido sabia da nossa aventura e que queria nos ver juntas em ação. senti que ela ficou insegura, mas muito excitada com a situação. assim na saída dei um toque para meu marido que já foi direto para o motel.
quando entramos, ela estava tremendo, nervosa e meu marido muito diplomaticamente foi deixando ela à vontade como se estivéssemos em um evento social qualquer. eu a convidei para um banho de banheira, que ela topou no ato. assim eu fui tirando o vestidinho dela e ela retirou o meu calmamente. meu marido a tudo assistia sentado na cama. a enorme banheira redonda dentro do quarto demorou a encher e nesse meio tempo fui acariciando-a e ela toda tímida deixava se acariciar sem esboçar a menor iniciativa, talvez acanhada pela presença dele.
quando finalmente entramos na água ela foi se soltando e acabamos nos beijando furiosamente entre muitos gemidos. como ela parecia insegura com relação a ele, ele optou por uma ducha rápida enquanto estávamos saindo.
na cama fiz ela deitar de bruços e iniciei uma massagem e quando meu marido chegou, eu perguntei se ela não gostaria de uma massagem a quatro mãos, que ela topou. iniciamos a massagem sem nenhuma ousadia, apenas massagem normal, mas aos poucos fomos indo a lugares mais gostosos e ela começou a gemer e elogiar nossa técnica. foi a deixa para transformar a coisa toda e assim comecei a lamber e beijar as coxas dela e ele continuou a massagem. quando eu me aproximava da bundinha com boca, mãos e dedos ela intensificava os gemidos. assim virei seu corpo e fui beijando e sugando tudo. boca, seios, barriga até chegar na vulvinha macia e cheirosa. suguei gostosamente sua xoxotinha sem tocar no clitóris. fui virando meu corpo até me encaixar invertida naquela maravilha e quando finalmente toquei o clitóris dela com a língua, ela perdeu o controle e começou a me lamber toda entre as coxas. foi a deixa para ele vir por trás dela e beijar suas costas e conforme subia até a nuca, ela se arrepiava toda. ele ficava subindo e descendo até beijar a bundinha dela, onde parece que ela adorou e incentivado por ela, ali se deteve, lambendo tudo e aos poucos descendo para o centro. eu abria a bundinha dela com as mãos e ele assoprava no centro da bundinha dela que se contorcia toda, dizendo:
- uiiiiiii!
ele voltava a carga repetidamente e ela sempre se contorcia toda, quando senti que ela estava toda melada e muito excitada, puxei o rosto dele e ele entendeu, cravando a língua naquele buraquinho gostoso. ela urrou de prazer e eu castiguei seu clitóris com a língua. ela disse nunca ter sentido nada tão gostoso com a voz sufocada na minha vagina. ele ficou eufórico e começou a dedilhar o clitóris e o esfíncter dela enquanto eu fui sugar aqueles peitinhos delicados.
ela, toda arrepiada virou para trás e pediu:
- enfia!
e ele lambuzou bem o dedo com creme e óleo de amendoas e penetrou o cuzinho bem devagarzinho. ela deu uma paradinha, até o dedo atravessar o esfíncter e voltou a me beijar de forma muito intensa. colamos o velcro com ele por trás, literalmente comendo ela com o dedo. quando senti que ela estava a mil, enfiei o dedo na vagina dela e fui em busca do ponto g. na ponta do meu dedo encontrei o carocinho, ela parou dizendo:
-aí, aí!
nos beijamos muito gostosamente e a cada estocada dele, ela se deleitava toda com um sorriso adorável nos lábios, às vezes virando o rosto e beijando ele na boca. fizemos isso até ela gozar. voltamos todos para a banheira por um tempo e ela disse que agora seria minha vez, voltamos para a cama e ela me sugou gostosamente enquanto meu marido me bolinava inteira, me beijando. ela sugou o pênis dele que estava mais duro que aço e introduziu-o na minha xaninha, sem parar de lamber e sugar meu clitóris. aquilo era demais e acabei gozando furiosamente.
então ela vira para ele e pergunta na cara dura:
você quer gozar dentro de mim ou dentro dela?
eu fui em socorro dele, dizendo a ela:
- meu anjinho, eu ele tem toda noite, é claro que ele quer gozar dentro dessa tua xaninha gostosa.
ela se posicionou para um papai e mamãe e ele literalmente cravou o pau na vulvinha dela arrancando gemidos. eu fiquei beijando os seios e a boca macia da ana. e vendo ela gemer daquele jeito, não resisti à pergunta:
- você me disse que não sentia a tração por homens?
- ai clara, mas com você junto, fica muito gostoso.
então sentei na cara dela que me lambeu a vulva muito gostoso, com aquela lingüinha vibrando, entrando lá dentro me arrancando suspiros. meu marido me beijando, fomos nos deliciando e combinando nosso gozo que aconteceu juntinho. gozamos os três de maneira completa e muito intensa.
após mais um banho eu estava querendo mais e ela estava deitada de bunda para cima, de olhos fechados. assim comecei a passar a mão naquela bundinha gostosa, meu marido na banheira assistia o quadro. ela começou a suspirar e virou, começou a me beijar de forma agressiva me derrubando e explorando meu corpo com mãos dedos e língua, fiquei meio passiva vendo ana se transformar da água para o vinho. seu olhar era de pura luxúria e ela estava determinada. a cada iniciativa minha ela se antecipava e resolvi deixar ela controlar a situação. me encostou na parede e sugou meus mamilos arfando ruidosamente enquanto dedilhava minha vulva. enfiava o dedo dando estocadas gostosas em falsetes. desceu para minha grutinha e sua língua envolveu meu clitóris em movimentos rotativos que me deixaram tonta de prazer. enquanto me lambia ela brincou com meu cuzinho com o dedo besuntado me deixando alucinada. consegui me virar para um 69 e quando começamos a nos lamber e chupar senti todo meu corpo em convulsões muito gostosas, ela estava maravilhosa nessa agressividade quase masculina me deixando toda derretida. voltou a dedilhar meu cuzinho e fiz o mesmo no dela. só que mais delicadamente, ela estava doidinha e jogava a bundinha pra trás de encontro ao meu dedo que fugia e voltava a assanhar em uma dança deliciosa. ela começou a arfar e falar besteiras de toda sorte:
- ai que dedinho, ai ai ai!!! me come, me fode! aahhhh!
eu estava nas nuvens e sentia que não conseguiria mais me controlar e nem queria, pois a dança era absolutamente sincronizada. a cada movimento de uma a outra respondia com um mais sedutor e prazeroso. assim como ficou agressiva ana passou pra submissa, me chamando de paixão e amorzinho e eu que adoro uma mulher toda lânguida e entregue assumi o meu papel me fazendo toda mandona e falando besteiras pra ela. o legal do lance é que alternávamos os papéis de uma hora para a outra. ela começou a assumir diferentes papéis e quando se disse apaixonada por mim, apesar de saber ser uma brincadeira, sentia um quezinho de verdade, pois pelo menos naquele momento eu me sentia assim e declarei meu amor por ela, fazendo juras de amor eterno e promessas de muito carinho e cuidados. me sentia toda derretida por ela como se a amasse de verdade e ela por mim. ela disse que queria me beijar e abandonamos nosso 69 para ficar aos beijos, chupões e amassos e que beijos trocamos, intensos, fogosos, apaixonados...rs. meu marido veio por trás e começou a penetrar hora uma, hora outra.
trocamos tanto de posição que eu nem saberia mais descrever, mas era como se fossemos namoradas apaixonadas e ele um mero escravo de nossas vontades. e a cada jura de amor dela eu sentia todo meu corpo sendo percorrido por descargas elétricas, até os dedos dos pés se contorciam e senti que um orgasmo poderoso vinha chegando a galope. assim não poderia deixar de sugerir que ele a comece por trás, ela topou na hora e ele muito delicadamente introduziu seu pau no cuzinho delicado de ana que literalmente inundava minha boca de prazer com beijos divinos. eu iria gozar em poucos instantes e sentia que se ela me tocasse o clitóris seria imediato. assim me esquivando dela fui atrasando o que deu, mas ver as reações dela ao ser invadida pelo pau dele me proporcionou uma excitação absurda e quando ela introduziu um dedo em mim gozei entre beijos e seios se amassando. mantive a posição beijando-a e dedilhando sua xaninha até que os dois gozassem, ela primeiro, aos gritos e ele assim que ela gozou, se soltou e inundou o rabinho dela.
foi tudo muito gostoso.
se você gostou, é mulher, tem de 18 a 40 anos, é razoavelmente bonita e gostaria de experimentar algo diferente conosco, nos escreva para cene2222@yahoo.com.br quem sabe podemos fazer todas estas e outras deliciosas loucuras contigo. foto agilizaria o contato. temos 38/38anos, somos brancos e bonitos de corpo e rosto.
beijos,
clara





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