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A amiguinha da minha irmã: uma lolita

  • Autor: isaac

    Enviado em 25/04/2009

  • Hits: 4.051

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A pequena débora é uma menina linda, sardenta. 13 anos e um corpo reto, perfeito. é minha pequena mulherzinha rosada, e gosta disso; é submissa, e gosta de ser assim. faz tudo por vontade própria. disse que eu era galhardo e que sentia desejo de me abraçar. disse que queria me ver pelado, disse que já tinha virado mocinha, disse que já tinha visto filme de sexo. me abraçou e disse que se eu tirasse a roupa e mostrasse meu pênis, ela também ficaria pelada. é feita metade de inocência, metade de malícia. é uma ninfeta, sem dúvida. muito inteligente, só parou pra reparar em mim quando me viu lendo no quarto, e disse que também gostava de ler. sentou na minha cama e encostou seu ombro no meu pra começar a ler em silêncio. olhei seu rostinho e ela continuou a ler. riu e foi embora. daí por diante me dava “oi” e me abraçava quando chegava com minha irmã. um dia vi quando ela enfiou a mão na calça pra desenterrar a calcinha da bunda, revelando um cofrinho de anjo. ela me viu olhando e riu.

tocou a campainha e somente eu estava em casa. “minha irmã não está”, eu disse. “mas eu não posso entrar?”, ela perguntou. abri o portão e ela me abraçou. eu disse que ela era “tão magrinha”, então ela entristeceu e perguntou “você não gosta”. disse que gostava e que ela era linda. ela me disse que eu era bonito e que queria tocar meu rosto. sentou no meu colo e passou a mão nas minhas faces, com um sorriso fininho nos lábios. disse pra eu tirar a roupa, eu disse que não, ela disse que era uma ordem. então ela sentou no sofá, senhora de si, enquanto fiquei nu na frente dela. ela levantou e andou devagar na minha direção, fitando meu pênis com admiração. não estava nem mole, nem duro. ela o pegou na mão e pôs a cabeça pra fora, devagar. disse que era bonito, que era moreno dourado. disse que gostava que a cabeça fosse vermelha. perguntei por que, e ela disse que combinava com a coisinha dela. enquanto isso meu pênis endurecia na mão dela. ela pegou as bolas na mão e apertou de leve. passei a mão no rosto dela. olhou meus olhos e eu disse, “pode pôr na boca se quiser”. dei a mão pra ela e a levei até o sofá, sentei e a fiz ajoelhar-se no chão.

decidiu pôr na boca. chegou pertinho e cheirou. disse que o cheiro era forte, eu disse que esse era o “cheiro de pinto”, tirei a blusinha dela, depois a calça e a calcinha, fiz carinho em seu ânus com o polegar, enquanto massageava a vagina com o indicador. ela sentiu prazer e fechou os olhos. mandei que abrisse a boca e empurrei de leve sua cabeça. vi meu pênis entrar na boquinha da ninfeta, que quase não conseguia respirar. ela tirou a boca e começou a lamber de leve a cabeça. um prazer tão monstruoso me invadiu que gozei a carinha toda, e enquanto gozava estapeei a pequena, que não desviava nem dos tapas, nem do jato de esperma. seu rosto ficou imediatamente vermelho. ela degustava pela primeira vez o sabor do sêmen. levei-a para o chuveiro e a banhei como se fosse minha pequena esposa. acariciava com cuidado seu corpo sutil e esguio. beijava-lhe a face e ela sorria e me lavava também. nos abraçamos na porta da casa e ela perguntou quando podia voltar. disse que quando quisesse





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