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Enviado em 15/03/2011
Somos 5 amigos. Conhecemos-nos desde pequenos. Crescemos na mesma quadra de uma cidade satélite de Brasília. Nossos nomes são fictícios, mas os relatos são verídicos. Sou o Leo. Essa é a história de um pedaço das nossas vidas. Vou tentar ser o mais fiel possível. Agente teve uma infância normal, brincando na rua, jogando futebol, banhando na chuva e tomando umas peia por causa disso. Agente estudava no mesmo colégio e só andávamos juntos, éramos muito unidos mesmo.
Eu tava com 8 quando inventaram os esfrega piroca, que era meio que um jeito de fazer as pazes. Quando alguém brigava, agente reunia os 5 e forçava a esfregar as pirocas. Teve uma vez que tive que esfregar a piroca com o Neguinho, porque ele pegou emprestada minha bola e furou ela. Fiquei puto. Dei uns dois chutes nele, mas ele não revidou. No outro dia, a galera pôs agente pra esfregar as pirocas. Mas nesse tempo não rolava nada, até porque ninguém tinha equipamento pra isso.
Lembro quando começamos a brincar diferente, quando começamos a ficar competitivos, em tudo a gente disputava. Tinha queda de braço, corrida, cabo-de-guerra, futebol, queimada, bet e lutinha. Na época eu tinha 10 anos, era quase o mais novo. O Índio tinha 12, o Márcio tava com 9, o Fabrício com 11 e Neguinho com 10. Sempre houve muita cumplicidade entre nós, agente cresceu muito colado, amizade de verdade. O Brico sempre foi nosso líder era mais alto e forte, mulato, de olhos castanhos claros, já tinha 1,50m, mas ou menos. Nós éramos todos mais baixos que ele. Um dia agente tava jogando e ele falou:
- Vamo ver quem mija mais longe?!
Corremos pra beira do campo e o Brico mandou todo mundo ficar encima da linha. Nesse dia eu perdi. Não tava com a bexiga cheia. O mijo ficava marcado na areia seca. Bricio ganhou no primeiro dia, mas depois eu peguei o jeito, bebia muita água e jogava a cintura pra frente. Na maioria das vezes ou eu ou ele ganhava. Isso nas férias do meio do ano, era julho. Até ai tudo tranqüilo, mas teve um dia que o Neguinho virou pra mijar na gente e pôs o saco pra fora. Cheguei em casa e fui tomar banho e lembro que foi a primeira vez que fiquei me comparando com os outros. Nunca tinha reparado antes, mas o Neguinho tava com um sacão preto caído, muito maior que o meu. Ele era da minha idade. Desse dia em diante, ficava olhando o tamanho do meu saco, que não crescia nunca. Nem imaginava que depois ia preocupar com o tamanho de outra coisa. Passou uns meses e eu não tinha visto o saco de mais ninguém, apesar de nossa brincadeira de mijar longe durar até o início das chuvas, não deu pra comparar, mas o meu continuava pequeno. Esqueci e continuei brincando com a galera. Mas quando chegou o final do ano, me dei conta do que tinha acontecido. No banho, olhei pras minhas bolas e elas tinham crescido, a pele do meu saco tinha ficado meio avermelhada e meus ovos tavam mais soltos dentro do saco. Achei o máximo! Fiquei pegando neles a noite antes de dormir. Comparava o tamanho das bolas da árvore de Natal com meu saco. Sempre que ia brincar de quem mija mais longe, botava o saco pra fora só pra me exibi, mas nunca fiz sucesso, ninguém notava.
Foi quando agente tava na faixa de 10 pra 11 que paramos com o esfrega piroca. Foi natural, acho que agente ficou meio com vergonha, nosso corpo apresentava as primeiras mudanças. Na 6ª série rolou uma palestra na escola sobre sexo na adolescência e prevenção. Nesse dia todo mundo volto calado pra casa. Acho que aquilo não tinha sentido pra ninguém, mas aguçava nossa curiosidade. No ano seguinte, um dia à tarde agente tava no quintal da casa do Brico tomando banho de mangueira e começou a rolar uma sessão de cuecão. Primeiro, pegamos o caçula e erguemos ele pela sunga, que entrou no rego dele. Agente ria que se acabava. Depois a molecada veio em mim. Caramba, doeu meus ovos demais. No brico, ninguém ia. Ele não deixava. Agente foi no Neguinho, ele tava de cueca e quando agente puxou ela rasgou. Todo mundo viu uns cabelinhos pretinhos e enrolados do pinto dele. O brico começou a sacanear:
- Neguinho tem cabelo no pinto! Neguinho tem cabelo no pinto!
Logo todo mundo tava repetindo. Era pouquinho demais. Ele tava com 11 e não dava quase nem pra ver direito. Neguinho ficou sem graça, vestiu o calção e não saiu de casa uns dois dias. Depois que fiz 11 anos nasceu um fiozinho de pentelho, que cresceu sozinho durante um tempão, meu saco é que continuava crescendo, mas meu pinto estava do mesmo tamanho. Na verdade, pensava que na prática o pinto só servia pra mijar, apesar de já ter escutado outras coisas e nem me importava com ele ainda. Ficava duro as vezes, sem motivo, mas nem dava tesão. Passou um tempo e Brico chegou com uma novidade que mudou definitivamente nossa inocente visão de mundo. Reuniu a galera na rua e chamou agente pra um galpão abandonado de uma serralheria, que ficava a umas três quadras da minha casa. Sempre brincávamos lá, mas agora seria o palco de muitas descobertas.
Brico tirou de dentro das calças uma revista em quadrinhos em preto e branco chamado a Força do Desejo (ainda tenho essa edição guardada em casa), que mostrava a história de uma cara chamado Zéca, que chega na casa da prima, Lia, e ela tá sozinha. Totalmente tosco, mas agente vibrou com cada página do HQ, ninguém ficou armado, pelo menos não vi, mas a curiosidade era grande. Olhamos várias vezes e todo mundo queria levar pra casa. Combinamos que todo dia ficava na casa de um. Mas o Márcio não mostrou muito interesse, nem se empolgou e logo o Brico começou a malhar:
- O Márcio não gosta de mulheer. O Márcio não gosta de mulheer!
Outro disse:
- O Márcio é igual a Lia, tem bunda de mulheer. Gostosa!!!
Eu nunca tinha reparado. Ele tinha uma bundinha arrebitada mesmo. A galera encheu tanto o saco do moleque, começaram a segurar ele a força e encoxar, o caçula do grupo até chorou. Também dei uma encoxadinha, mas meu equipamento não tava preparado pra isso ainda, só sacanagem. Depois desse dia, brincadeiras com conotação sexual começaram a aparecer com mais freqüência. Quando fiz 12 anos, se formou entorno do meu cacete, que começava a crescer, uma coroa de pentelhos bem fininhos. Comecei a ficar com vergonha de ficar nu, não deixava minha mãe entrar no banheiro comigo lá de jeito nenhum. Eu e o Neguinho tava com 12, Fabrício 13, Márcio com 11 e o Índio com 14. Agente tava com essa idade, tava todo mundo de férias em janeiro, quando o Índio saiu com essa:
- Ei, Leo. Posso te contar um negócio?
- Tá.
- Eu já tenho porra, cara!
- Sério?
- Tenho. Eu tava dormindo ontem e tive um sonho, quando acordei de manhã, fiquei com medo e meu pai conversou comigo, disse que era normal, que era esperma.
- Eco! E doeu?
- Não. Foi bom.
O Índio, não era índio puro. Só a mãe dele era índia, o pai é um brancão alto. Quase duvidei dele. De todos nós ele era o que tinha a cara mais de criança, depois do Márcio. Não tinha um pêlo na cara, nem no braço, nem na perna. Contei a história pro Brico e ele contou pros outros. Depois de uns dois dias, agente tava no galpão com a revista do Brico e outras coisas. Todo mundo ficou olhando o Índio, que logo tava de pau duro e tentando disfarças. E todo mundo que não tava de pau duro, também disfarçava pra dizer que tava. Aí, o Índio perguntou:
- Quem já solta esperma?
- Ou solto, retrucou Brico.
- Bato uma aposta que só eu solto. Solta aí!
- E que eu não quero. Solta na frente dos caras é coisa de bicha.
- Então, como é?
- É que nem na revista.
- É não.
- Então, como é? Toca uma aí, pra gente ver.
Deu um momento de silêncio. É claro que tava todo mundo curioso. Eu tava. O índio era bem desinibido, não tinha muita vergonha. Brico, voltou:
- Vai brochar?
- Você tá querendo é ver meu pau.
- Que nada, porra! Vai logo!
O Índio sentou nuns caibros, baixou só a frente do short e descobriu a pica fininha de uns 12 cm. Era grande pra minha, mas bem fininha. Pegou com dois dedos, como se fosse uma pinça e segurou forçando pra baixo. Não demorou três minutos e expeliu uma porrinha clara, só um pouquinho, que escorreu pelo pau. O pau de muita gente ficou duro. Todo mundo ficou parado olhando ele desvanecer de prazer.
Depois disso, o Brico perdeu a moral e o Índio virou o fuderoso do grupo, mesmo que a demonstração de poder do Índio não tenha dado nem um esguicho forte de porra, mas imprecionou quem nunca tinha visto. Logo o grupo começou a excluir o Índio. Ele tava em outra. Vou falar a verdade, depois que vi o Índio esporrando aconteceu alguma coisa estranha comigo, meu pau só vivia duro. Ficava constrangido, ficava duro o dia inteiro, passei a usar mais calça Jens pra esconder. E também queria gozar e eu já tava quase fazendo 13 quando aconteceu. Deitei no chão do banheiro, olhei pro meu pau duro cercado de pentelho só na base da rola. Peguei com a mão direita e com a outra puxei o saco pra baixo. Liguei o chuveiro pra fazer barulho e repeti o movimento do Índio. A cabeça foi ficando vermelha e foi dando uma dor no couro da pica. Puxei com tudo, mas pareceu que tava pouco. Arrastei um tapete de carpete pro centro do banheiro e deitei com a rola pra baixo, botei todo peso e movimentei a cintura. O freio do meu pau tava doendo demais, mas tinha uma coisa boa. Humm! Já tava suando. Teve uma hora que forcei com tudo e segurei e a dor aumentou, mas senti uma coisa estranha. Caralho!!! Minha visão foi turvando e eu perdi as forças, minha piroca ficou mexendo sozinha como se estivesse respirando cansada. Depois de alguns segundos, olhei meu pau tava vermelho. Descansei uns 5 minutos e meu pau tornou a levantar. Toquei o foda-se e botei toda força. A sensação se repetiu, mas dessa fez vi a porra sair, bem ralinha. Parecia estar no céu. O couro do meu pau latejou até tarde da noite.
Sumi da rua uma semana, me masturbava umas dez vezes por dia. Entrava no banheiro e não saia mais. Comecei a inventar, tava enfiando até em tomada. Um dia fudi um mamão e uma melancia, tive que mentir que tinha caído e espatifado, quando minha mãe chegou. Fudi o braço do sofá, o rolo de papel higiênico, a parede, se eu tivesse sozinho, fudia qualquer coisa. Até o dia que comi a galinha preferida do meu pai e ela morreu. Tomei uma surra e fiquei com medo, pois meu pai me disse que quem fazia isso caia o pinto. Agente é besta em acreditar em tudo que nossos pais dizem, né?
Voltando à galera... Logo, todo mundo já esporrava, menos o Márcio, que era o mais novo, e adivinha... o Brico. O moleque já tinha 14 anos e nada. Tinha 1,60m pra mais, peitoral, perna grossa, pêlo nas pernas e nada. Um dia sentado na calçada do meu lado ele perguntou:
- Você já esporra?
- Já. – respondi orgulhoso.
- Poxa, cara. Eu ainda não dou conta, bato punhata tudo dia, mas não sai porra.
- Tem que esperar, amigão.
- É, eu li que pode demorar até os 15.
O nosso líder estava numa situação ruim mesmo. Levantei dali e fui na casa do Índio. Ele me chamou pro quarto dele e me perguntou se eu queria bater uma punheta pra ele.
- E aí, toca uma aqui pro seu amigo?!
- Sai fora! Não sou viado não. (E fui saindo).
- É brincadeira, porra. Volta aqui, apelão. Vamo bater uma cada um com seu pinto.
- Aqui, com você vendo?
- É, porra! Não é homem não? Não tem um pau no meio das pernas não?
- Tenho.
- Então?!
Ele foi ao banheiro e trouxe um pedação de papel, me deu um pedaço, sentou na cama e tirou o pinto. Sentei na outra extremidade e baixei só um pouco o short e comecei a mexer todo desconfiado. Olhei rapidamente pro pau do Índio e tava mais grosso. Ele não tirava o olho do meu cacete e no começo isso me incomodou um pouco, mas conforme fui me masturbando, ia me deitando na cama, expondo meu pau e reparei uma coisa, tinha um pau grosso, mais grosso que o do Índio. Puxei a camisa até o peito e gozei na barriga.
- Sua porra ainda é ralinha, mas tu tá com um cacetão.
- Tá virando gay?
- Gay é a minha porra, viado! Fica olhando agora!
Índio gozou uns 6 jatos de porra amarela e grossa, se limpou e saímos pra rua. Foi a primeira vez que bati com outro moleque, mas não seria a última. Isso foi uns 4 meses depois do lance no galpão. Passou um tempo, agente continuou jogando bola e sacaneando um ao outro. Eu já tava com quase 14, tava mais confiante, já tava esporrando muito.
Até que um dia, tava quase de noite e agente tava no galpão ai o Brico saiu com essa:
- Bora ver quem tem o pau maior?
(Índio) – Vai buscar a fita da sua mãe, Leo.
Sai correndo e peguei a fita de medir pano da minha mãe e voltei mais rápido ainda.
- Tá aqui. Quem tira a medida?
- (Brico) Cada um mede o seu.
- (Índio) Frescura! Eu tiro, mas não vou pegar no pau de ninguém não. Tira os pau aí. Você primeiro, Brico.
- (Brico) Ai, gostoso.
- (Índio) Deixa de viadagem. Seu pau deu 13,5 cm e o meu deu 14 cm. Vem Leo.
- (Eu) Poxa, mas você é mais velho.
- (Índio) Cala a boca e segura a rola.
Segurei a fita no começo do meu pau e puxei o couro da rola até ficar completamente dura. Índio só triscou na cabeça do meu pau, mas gostei.
- (Índio) O seu deu 16 cm.
Aí foi a vez do Neguinho. Quando tirou o pau, todo mundo ficou olhando. Ele já tava com a mão dentro do short já tinha um tempão. Tracionou o couro e segurou a fita, mas quando o Índio encostou o dedo na cabeça da vara ele soltou um jato de porra bem na mão dele.
- (Índio) Filho da puta! Cuzão!
- (Neguinho) Foi mal! Foi mal. Não agüentei. Foi mal, Brow!
- (Índio) O teu deu 15,5 cm, seu merda. (disse limpando a porra nos resto de madeira). Agora é você Marcinho.
- Não quero não.
- (Brico) Bora cara! (O Marcio tinha o maior medo do Brico)
- (Brico) Tira essa porra!
Como Marcio ficou parado, Brico foi por traz e baixou o short dele e ainda deu um tapão na bunda branca do moleque. Caramba! O moleque tinha uma rola tão grande que deixou todo mundo parado. Ninguém dava nada pelo Márcio, mas ele era pirocudo mesmo. Tava só meio duro e foi baixando. O moleque ficou nervoso.
- (Índio) Bora, bota esse pau duro.
- (Eu) Vai caralhudo!
- Brico, bora meu filho!
O moleque começou uma punhetinha, foi relaxando e o pau foi crescendo.
- (Índio) Eita porra! 16,0 cm. Molequinho cacetudo!
- (Neguinho) E ele só tem 12 anos. E é porque era a Lia.
- KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK! (A galera caiu na risada)
Antes de ir embora, combinamos de competir quem gozava mais rápido, no outro dia. No dia seguinte era o dia do meu aniversário e do Brico. Agente faz aniversário no mesmo dia. Eu tava fazendo 14, já tinha um bigodinho ralo, pêlos nas axilas e no saco. Brico tava fazendo 15, tinha 1, 75 cm, brancão, um pouco ruivo, braço e pernas fortes, mas pouco pêlo no pinto e saco vermelhinho sem pêlo, parecia um meninão patola. O Neguinho 14, barriga tanquinho uma moita de cabelo enrolado encima do pau e um bigodinho ralo também. O Márcio tava com 12 e acho que apesar do pauzão ainda não tava gozando, mas tava perto, já tinha um bocado de pentelho em volta do cacete. E o Índio tava todo solto, era o mais velho tava com 15 anos, 1 .65 cm de altura e tava ficando parrudo.
No outro dia, a galera se reuniu, mas o Márcio não veio. O Neguinho chegou com um moleque e o Brico logo perguntou:
- Porra, tá trazendo desconhecido, Neguinho?!
- É meu primo.
- (Eu) Aí não vai rolar a parada.
- Rola sim! Ele é gente boa! Não fala nada não. E ele também bate punheta. Veio ontem lá pra casa e vai ficar uns tempos.
- (Índio) Larga de menti, que ele não bate ainda, rapaz!
- Sério!
- Bate punheta pra galera, Alex!
O moleque era um neguinho do peito estufado, perninhas grossas e cara de lerdo. Alex sentou no chão, tirou o pinto pela perna do short e começou a mexer no pau sem a menor vergonha. E pior, pra nossa surpresa o moleque já estourava, mas não saia nada do pau dele, apesar do saquinho já tá grande, não tinha nem pêlo entorno do cacetinho de uns 10 cm. Vê o molequinho se acabando ali no chão deixou todo mundo de pau duro. Brico ficou em pé na frente do Neguinho e eu do lado dele e de frente pro Índio. O Brico contou até 3 e agente começou a punheta. O Brico gozou primeiro, agüinha rala, que pingou no chão, depois Neguinho esguichou pra cima uma porra grossa. Depois fui eu, esporrei 6 jatos grandes de porra, os 4 primeiros caíram na perna do Índio, mas ele tava de olho fechado se acabando na punheta e nem ligou. Dei um passo pra trás pra porra dele não pegar em mim, mas ele quase não soltou nada.
- (Índio) Não valeu! Eu já tinha gozado duas vezes hoje.
- (Brico) Perdeu, perdeu.
- (Índio)Porra, fica gozando no pé dos outros.
- (Eu) Como eu ia saber que ia até aí?!
- (Brico) Agente tinha que ter marcado o tempo. Vamos fazer de novo amanhã.
Depois foi na casa do Marcinho.
- E aí, Brow! Num foi na parada lá?!
- Pô cara, tava afim não.
- Fala sério! Foi massa esporrei no pé do Índio. KKKKKKKKKKKKKKKKK
- Sacagem. KKKKKKKKKKKKKKKKKKK
- O Neguinho levou um primo dele, o Alex. Ele tem 9 e já bate punheta.
- Eu também, cara. Eu bato desde os 8 anos, só num sai porra ainda.
- Caramba, vocês são muito precoce. Tu pensa em que pra bater.
- Posso falar não.
- Fala! Agente é amigo. Vou falar pra ninguém não.
- Você vai achar que sou viado.
- Fala, porra!
- ...
- Fala!!!
- Só penso na bundinha do Índio.
- Sério?
- Só penso nele pagando um bola. Abrindo a bundinha pra mim.
- Já bati uma punheta com ele.
- Me conta. Ele bateu pra você?
- Não. Cada um na sua. Só foi no mesmo quarto.
- Tu acha que ele é gay?
- Não sei. Já desconfiei, mas não sei. Pô, tu é maior calado, mas agora você tá falando, né?
- É, mas não vai falar nada com ninguém. Qualquer coisa foi você que falou. Fica só entre a gente.
- Tá. Mas se eu fosse você, eu chegava junto só pra ver o que dá. Encostava a piroca nele.
- Mas não tenho coragem não.
- Sei. Se quiser eu te ajudo.
- Não deixa pra lá. Já to de pau duro só de ficar pensando.
- Falou, então.
Fui pra casa e fiquei pensando no que o Márcio tinha dito. No outro dia, passei na casa do Neguinho pra gente ir pro galpão. A mãe dele disse que ele tava tomando banho e mandou eu entrar, tava indo pro quarto do Neguinho e vi a porta do banheiro entreaberta e o barulho do chuveiro. Dei uma olhada pra ver se era o Neguinho, mas era o Alex, tava todo ensaboado, tava de costas pra porta. Fiquei parado, olhando aquela bundinha redondinha e as coxinhas largas. De repente ele olhou. Eu disfarcei, mas ele acenou, virando de lado e eu dei jóia. Em seguida levou a mão no rego e o ensaboou. Fiz um sinal com o dedo, simulando uma masturbação e ele começou a bater. Neguinho saiu do quarto na hora e ficamos olhando ele bater.
- (Neguinho) Bora, deixa esse viadinho aí. Sem vergonha!
Confesso que fiquei com o pau duro e o Neguinho viu, mas não disse nada. Quando agente chegou no galpão, encontramos duas camisinhas cheias de porra no chão. Até agora, agente só tinha usado camisinha pra fazer de balão. Brico pegou uma com a ponta de um pau e começou a correr atrás da galera. Quando cansamos de correr e sentamos, ficamos conversando sobre quem poderia ter feito aquilo. É claro que tinham muitos meninos maiores que agente na quadra, que usavam ali à noite, mas agente tinha nosso grupinho fechado e não trocávamos muita idéia com os moleques mais velhos. Brico puxou a bronha e ganhou novamente, mas agora ele cronometrou o tempo de todo mundo. Agente fez essa brincadeira várias vezes. Acho que um mês. Cheguei a perder umas duas vezes. De vez em quando, o Neguinho trazia o Alex. Agente já tava acostumada a se masturbar em grupo, tava todo mundo acostumado a mostrar o pau e gozar na frente dos outros. Volta e meia alguém, depois de gozar, com a mão melada, ameaçava os outros de passar e era uma correria. Agente ria muito.
Aí, no recesso de julho rolou muita coisa estranha. No primeiro dia de recesso, passei na casa do Neguinho pra gente ir pro galpão, mas ele tava ajudando a mãe dele a arrumar a casa. Então, fui avisar o Brico e ele pediu pra avisar os outros que não ia rolar, porque ele também tava ocupado, mas não consegui avisar o Márcio, que ia direto da aula de violão. Fui pro galpão esperar o Marcinho pra avisar pra ele. No galpão tinha um monte de resto de madeira, tábuas, caibros. Sentei numa peça de madeira quadrada e fiquei esperando. Não demorou muito e o Alex apareceu.
- E aí? Tá fazendo o que?
- Só de bobeira.
Ele veio andando na minha direção e pôs a mão dentro do short. Eu disse:
- Já tá batendo, moleque tarado?!
- Tô batendo uma pra você.
Fiquei olhando nos olhos dele, enquanto ele se aproximava. Foi me dando um calor, fiquei meio nervoso, sei lá. Tava pressentido alguma coisa. Ele parou na minha frente entre minhas pernas e ficou me encarando. A torinha dele tava apontando no short. Daí pra em diante, não sei o porquê baixei com um dedo a frente do short dele e peguei no pauzinho dele, dizendo assim:
- Nem homem você é ainda, nem tem gala ainda.
- Bate aí!
O menino pegou na minha mão e começou a movimentá-la pra frente e pra trás, depois foi virando de costas pra mim. Continuei batendo pro moleque e fui sentando bem na ponta, pra bunda dele roçar no meu pau, que já tava pulsando. Enchi a mão no saco dele de baixo pra cima e puxei ele pela cintura. Ele sentou gostoso e eu comecei a fuder a bunda dele, abraçado na cintura. Quando pensei que podia ir além, em baixar a parte de trás do short dele, já era tarde, não consegui controlar e gozei, puxando ele com força contra meu pau. Eu detestava quando não conseguia segurar. Melei a cueca toda, mas não soltei ele, deixei ele sentado.
- Gozou?
- Calma aí.
Recuperei o fôlego e empurrei ele pra se levantar, puxei o short dele até o pé e meti a mão na bunda dele, fiquei em pé e esfreguei meu pau que tava um pouco mole na bunda dele. E ele deixou. Senti minha porra espalhando em mim, meu pau levantando outra vez. Baixei a parte da frente do short até a parte de baixo do saco e o cheiro de porra subiu, Alex deu uma olhadinha de ombro e sentou. Queria meter no cú dele, mas tava difícil organizar os pensamentos e coordenar os movimentos. Fiquei fudendo no rego dele e baforando em seu ouvido. Consegui parar um pouco e mandei ele levantar pra eu botar no cuzinho dele e ele se levantou na hora. Não conseguiu meter no cú dele, não entrava. Inexperiência e foda! Fiquei tentando enfiar, mas tinha hora que não controlava e me masturbava e voltava a tentar, tentando controlar a pressão.
- Tá gostando viadinho?
- Tô. Tá quentinho.
Pensei um pouco, cuspi na mão e passei no cú dele. Tentei e agora ia dar. O pau escorregou. Cuspi de novo e puxei ele.
- (Marcinho) Eita porra!
Me tremi todo. Meu pau baixou em menos de 1 segundo. O Alex subiu o short e saiu correndo, eu também me vesti e todo sem graça, falei:
- Segredo, viu? Vim só pra te avisar que não ia rolar nada.
- Aí você pegou o moleque. Resolveu se divertir sozinho?
- Ele veio se oferecendo.
- Se fosse comigo, torava na hora. Tinha perdão não.
- Tava difícil, minha pica não entreva.
- Tem que lubrificar, seu burro!
- Tá sabendo, né?!
- Vamo bora.
Como não pensei nisso. Tava pensando que ia entrar assim. Voltei pra casa, lavei a cueca suja de porra na pia do banheiro pra minha mãe não ver e botei atrás da porta do quarto. Fiquei pesando que o que agente fazia tava errado. Agente não tinha que competir quem gozava mais rápido, mas quem demorava mais. Se eu tivesse mais controle tinha aproveitado mais. Bati uma punheta pro Alex e dormi. Acordei com o Neguinho me chamando no portão. Gelei.
- (Eu) Fala Brow!
- Tava dormindo?
- É.
- Bora jogar bola?
- Já tá quase de noite.
- Só uma partida.
- Ok.
Na volta do campo, Neguinho me contou:
- Pô, cara. Sabe naquela hora que eu te chamei?
- Hã!
- Peguei o Alex no banheiro com o dedo enviado no cú. Será que ele é viado?
Respirei aliviado.
- Sério? Caramba! Cai pra dentro, cara.
- Mas ele é meu primo, porra!
- Primo é que é bom, de casa. Não perde oportunidade não.
- Ele tá dormindo no meu quarto.
- Então.
Quando agente tava chegando perto da casa do Neguinho o Alex tava na rua com a cabeça baixa. Eu disse:
- Tá tudo certo Alex! Tranqüilo?
- De boa!
Isso era uma segunda-feira. Na terça, o Brico chamou todo mundo pra bater punheta no galpão. Quando chegou todo mundo, o Índio falou:
- Vamos bater um pro outro.
- (Neguinho) Páia!
- É mais gostoso.
- (Neguinho) Pega no pau dos outros...
- Tu não pega no sei, porra. É a mesma coisa, ninguém vai dá o cú não. É só uma bronha.
- (Brico) É.
Deu um silêncio.
- (Marcinho) Ninguém vai virar gay por causa disso não.
- (Eu) É!!!
Sentamos lado a lado na seguinte ordem: Brico, Marcinho, eu, Índio e Neguinho. Saquei que eu tava bem no meio do Marcinho e do Índio. Disse que precisava dar uma mijada antes e levantei, mas quando voltei sentei entre o Índio e o Neguinho. Marcinho ficou me olhando com um sorrisinho.
- (Neguinho) Quem vai pegar primeiro?
- (Brico) Tira o pau pra fora, caralho!
- (Índio) É, não dá pra bater por cima do short não.
O Índio foi o primeiro a começar. Pegou no cacetão do Marcinho e iniciou, Marcinho pegou no pau do Índio, o Índio pegou no meu e eu olhei pro pau do Neguinho.
- (Neguinho) Pega!
- (Eu) Então pega no meu saco.
- (Neguinho) Mas o Índio já tá batendo pra você.
- (Eu) Dá uma massagem aí!
Neguinho ficou brincando com meus ovos e eu peguei no cacete dele, Brico não pegou no pau de ninguém. Marcinho tava tão emocionado com a punheta que o Índio tava batendo nele que nem se tocou que o Brico só tava aproveitando. Ai eu levantei e sentei do lado do Brico.
- (Eu) Bate aqui pro seu mano!
Brico pegou e bateu gostoso. Marcinho não esporrou. O primeiro a soltar porra foi o Brico, depois Neguinho, eu e o Índio. A porra do índio era amarela e bem grossa, escorreu na mão do Marcinho, eu soltei uns jatos fortes e bem clarinho. Ficamos olhando pra porra no chão e comentando. Fomos pra segunda rodada. Na primeira rodada, rolou uns suspiros, mas na segunda rolou uns gemidos. Índio começou a gemer meio de brincadeira, mas logo a galera tava gemendo mesmo. O Neguinho gemia parecendo um choro, meio tremido. Olhei pro Marcinho e ele tava de olho fechado todo descoordenado e tava saindo líquido do cacete dele. Fiquei olhando. O pau do Índio já tava todo molhado e a mão do Marcinho deslizava na pica dele. Brico gozou primeiro, depois eu, depois Neguinho e Índio. Quem mais soltou porra dessa fez foi o Neguinho. Marcinho foi o único que continuava de pau duro, tava na maior viagem. Já tava todo mundo melado e o Índio mandou agente continuar até levantar os cacete. O meu levantou depois de uns 5 minutos, mas o do Brico demorou muito mais. Quando todo mundo tava acesso, começou a terceira rodada. Essa demorou mais tempo. Na primeira rodada todo mundo gozou quase ao mesmo tempo, mas essa todo mundo demorou. O punheta deu uma pausa quando o Marcinho jogou o corpo pra traz e botou a mão encima da mão do Índio, apertando com força a rola, o olho virando. Explodiu a primeira porra do moleque e ele quase desmaiou.
- (Brico) Índio mão santa. KKKKKKKK
- (Eu) Não vai morrer não, moleque. E essa porra ralinha aí?
- (Marcinho) Arr... Aff... Caralho!
- (Neguinho) É bom, né?
O pauzão do moleque deu uma amolecida e ele ficou olhando a cabeça vermelhona. Todo mundo já tava com os couros das picas doendo, mas a galera continuou. Brico gozou primeiro, o Índio mandou parar que a pica dele tava ardendo muito. O Neguinho gozou, mas saiu só uma agüinha bem pouca. O Marcinho, que já tava com o pau duro de novo, gozou depois de mim, mas como eu não tinha mais nada pra por pra fora. Fui pro lado do Márcinho e ele massageou meus ovos e eu os dele.
- (Neguinho) Quem vai mais uma vez?
- (Marcinho) Eu.
- (Eu) Caralho, já to com o pau doendo, mas vou.
Brico e Índio abriram fora, ficaram só olhando. Sentei no meio. Peguei o pau do Marcinho (pense num pau grande) e ele pegou no meu. Peguei no pau do Neguinho e ele pegou também no meu pau. Essa vez não foi muito gostoso, agente botou muita força desde a primeira vez, os cacetes já tavam com o prepúcio tudo inchado, tudo seco. Pouco tempo de descanso, o pau do Neguinho já tava até ficando mole quando ele gozou. O Brico foi embora antes da gente terminar, o Índio foi em seguida com o Marcinho. Foi nossa primeira bronha batendo um pro outro. Eu e o Neguinho deitamos um pouco no chão, só pra descansar.
- E aí Neguinho, aquele lance com o Alex.
- Tô na minha, mas ele tá sozinho lá em casa agora, meus pais foram pra Bahia, visitar minha vô e deixaram minha tia lá em casa, mas ela só chega mais tarde do trabalho. Bora lá em casa?
- Bora.
Quando agente chegou, entramos bem devagar e fomos procurando o moleque. Ele tava no quarto deitado debaixo de um coberto. Ficamos olhando e o Neguinho falou bem baixinho:
- Ele tá dormindo.
Mas quando agente tava saindo, vi debaixo da cama, um short embolado numa cueca. Apontei e o Neguinho também viu. Meu pau dolorido deu sinal de vida. Puxei o coberto devagar e foi aparecendo os pés, as pernas e logo deu pra ver que ele tava sem roupa. Puxei mais um pouco e apareceu a bunda gostosa dele, mas ele tava tampando com a mão. Neguinho viu alguma coisa diferente e tirou a mão dele da bunda. Ele não se moveu. Tinha uma caneta daquelas de quatro cores, quase toda enfiada no cú dele. O Neguinho puxou a caneta sorrindo.
- (Eu) Mete o dedo no cú dele pra gente ver.
- (Neguinho) Não entra.
- (Eu) Tem que passar óleo.
Neguinho foi na cozinha e voltou com a lata de óleo. Derramou um pouco e meteu no cú do moleque. Meteu e tirou. Melei minha mão com óleo e meti o dedo, meti e tirei de novo. Meti tudo e rodei. Tirei e meti dois.
- (Neguinho) O viadinho nem acorda!
- (Eu) Ele tá acordado.
Comecei a fuder o cú dele com o dedo e o Neguinho abria as bandas da bunda pra mim.
- (Neguinho) Se eu não tivesse com o pau doendo...
- (Eu) O que?
- Ia bater uma pra homenagear.
Alex deu um sorrisinho, mas não abriu os olhos. E eu pensei: se não tivesse com o pau todo assado ia comer ele agora. Depois de um tempo limpei o dedo na bunda dele e fui embora. Na quarta, o Brico chamou agente pra uma masturbada em grupo de novo, todo mundo tinha gostado. Mas aconteceu um coisa chata, o dono do galpão chegou na hora que tava todo mundo animadinho e ameaçou agente, falou que ia chamar a polícia, que se pegasse agente lá ia dar um tiro na gente e etc.
Eduardo escreveu:
caralho, o conto tava ficando interessante e acabou `-` tem outro?
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