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Enviado em 15/05/2009
No relato anterior, contei como aconteceu com o primeiro cara que me comeu, 30 anos depois.
esta é uma seqüência, dois dias depois.
passei o dia no congresso. final da tarde, peguei meu carro e fui pro meu apartamento, perto da w-3 sul. rodrigo, meu velho amigo, estava lá.
me contou que passou o dia batendo perna no shopping. tinha uma surpresa para mim. fiquei curioso.
- só mais tarde - disse sorrindo.
minha namorada havia me ligado durante o dia. contei a ela sobre o rodrigo e que ele estava hospedado lá em casa e etc. como ele iria embora no dia seguinte, ela compreendeu.
- veja lá, hein, não vão aproveitar pra sair com garotas de programa - ela me disse brm humorada.
- que é isso, respondi também sorrindo, somos homens sérios.
começo da noite, tomamos um bom banho e saimos pra jantar e tomar umas cervejinhas. fomos ao porcão, bela churrascaria de brasília.
lá pelas 10 da noite, voltamos pro meu apartamento. como sempre, abrimos um bom vinho e ficamos batendo papo na sala.
como relatei anteriormente, rodrigo foi o primeiro cara que me comeu, 30 anos atrás. fase de troca-troca. até então, as trocas eram raspa-raspa, sem penetração. com ele não. ele deslizou inteiro pra dentro. numa me esqueci e, dois dias antes de hoje, ele voltou a fazer a mesma coisa.
- e a tal surpresa? - perguntei.
a segunda garrafa de vinho estava um pouco abaixo da metade.
- quer agora?
- sei lá, não sei o que é.
- vamos lá no quarto.
fomos. lá, ele abriu um pacote de compras. foi rasgando os embrulhos e me jogando o que tinha dentro. calcinha, soutien, um babydool????
fiquei realmente surpreso.
- o que é isso?
- quero que você vista tudo.
- você endoidou de vez.
- que nada, quero ver. hoje, você vai ser minha mulherzinha.
- tá louco, cara.
- vai, faz minha vontade. vou embora amanhã. vai ser nosso grande segredo. fora aquele outro, né? - estava se referindo ao fato de que ele foi o primeiro que me comeu, e repetiu a dose 30 anos depois. resolvi atender o pedido dele.
fui para o banheiro e coloquei a calcinha e o soutien. o babydool era curtinho e deixava ver o início da minha bunda. quando sai, ele estava de cueca, apenas, com o pau duro.
- nossa, que beleza.
- é esquisito.
- que nada. você ficou ótima - e soltou um sorriso.
- gostou mesmo? tenho pelo nas penas e um pouco aqui no peito. é ridículo.
- eu não acho. desfila pra mim.
eu estava realmente me sentindo ridículo, mas comecei a andar pra lá e pra cá na frente dele.
- assim não. pra desfilar tem que rebolar discretamente - ele censurou.
- não estou acostumada, meu bem - disse ironizando.
- isso, agora sim - disse ele depois que deu uns passos balançando a bunda.
- gostou?
- tá linda. vem cá.
fui chegando perto da cama e ele me pediu para continuar em pé, de costas para ele, que estava sentado na beirada da cama.
começou a passar a mão no tecido do babydool, nas costas, e foi descendo. chegou na minha bunda, passou a mão levemente no meu rego e voltou a acariciar as minhas costas.
- você tá um tesão, sabia?
- tô?
- muito.
meu pau estava quase rasgando a calcinha de tão duro. ele continuou a carícia e subiu o babydool, expondo minha bunda.
- a calcinha está tentando entrar no reguinho. que bunda bonita você tem.
passou a dar mordidinhas nas bandas, segurando com as mãos. não demorou muito e colocou a calcinha de lado e lambeu meu cuzinho. cheguei a curvar para frente de tanto tesão, deixando meu rabinho ainda mais aberto.
- esse cuzinho é tão gostoso. me lembro exatamente aquele primeiro momento, quando eu entrei nele. você era novinho, mas ele continua bonito.
gemi.
- issss, sua língua... que tesão. lambe meu cuzinho, lambe.
ele lambia sem parar. aí, encostou o dedo na portinha. começou a enfiar devagarzinho.
- olha como ele se abre pra mim...
- ele é seu.
senti o dedo dele deslizar dentro do meu cuzinho.
- aiiiii, issss, enfia...
de repente, ele me puxou e eu cai sentado no colo dele. senti o pinto dele me encoxando. ele me abraçava por trás, beijando minha nuca, dando mordidinhas.
- hoje você vai ser minha mulherzinha - ele disse baixinho no meu ouvido.
- será que eu vou conseguir ser uma boa mulherzinha?
- tenho certeza, tesãozinha.
ele se mexeu e deitamos na cama. ele veio por cima e ficou se esfregando em mim. o babydool saiu voando pelo quarto. então, ele começou a baixar o bojo do soutien e chupar meus mamilos, enquanto passava a mão pelas minhas pernas e bunda.
foi subindo pelo meu corpo até que o pau dele, duro, ficou na altura da minha boca.
- chupa, minha gatinha.
tirei o pau dele da cueca e coloquei na boca.
- nossa, que boca gostosa que você tem... issss....
com a aprovação, sai de baixo dele e o deitei de costas. continuei chupando.
- isso, mama... que mamada gostosa, gata.
ele pediu para que eu invertesse meu corpo, e aí fiquei de quatro sobre ele.
continuei mamando o pau dele, enquanto ele desviou novamente a calcinha e expôs meu cuzinho. sua língua fez maravilhas e meu tesão foi ao máximo.
- deita. deita aqui - disse ele.
deitei de bunda pra cima. ele disse pra esperar um pouquinho. levantou, pegou ky e lambuzou meu cuzinho, sem tirar a calcinha.
- menina gostosa, vou comer esse cuzinho lindo.
eu só gemia.
ele se deitou em cima de mim. enquanto dava mordidinhas na minha nuca, me deixando arrepiado, roçava o pau no meu rego, sobre a calcinha. depois, senti que ele estava separando o tecido e encostando o pau no meu rabinho.
- vou meter gostoso em você.
- aiiiii, issss, mete, amor, mete gostoso na sua mulherzinha... isss....
- tá gostando de ser minha menina, está?
- muito.
- abre a bundinha então...
abri na hora. ele ficou cuticando o pau em mim, mas não entrava.
- segura ele. põe no cuzinho.
segurei e coloquei na entradinha.
- vou entrar.
- aiiiii, issss, tô sentindo... issss
- tesão.
- isssss... tá entrando
- tô fazendo você virar mulherzinha... issss... tesãozinha...
- aiiiii.... isssss..... enfia.... põe na sua menina, põe....
ele empurrou devagar até entrar tudo. arrebitei minha bunda pra não deixar nada de fora.
- isso, empinha a bundinha, menina, sente inteirinho dentro de você... issss
- amor... isss.... mete, amor....issss
ele começou a bombar devagar, tirando quase tudo e mergulhando inteiro novamente.
de repente, ele deu uma bombada forte.
- aiiii.... issss.... você está me arrombando, gato... issss
- minha putinha gostosa... issssss
ele continuou forte, bombando mesmo. não demorou pra gozar gostoso.
- você tá gozando, amor... issss.... que gostoso... isssss
- tô gozando, minha mulherzinha.... isss....
- eu também vou gozar... issss... aiiiii.... mete.... isso....isssss...
não precisei, como da outra vez, pegar no meu pinto pra gozar. a fricção com o lençol foi suficiente.
ele ainda estava dentro de mim quando a porta do quarto, que estava só encostada, se abriu. era minha namorada. ela tinha a chave do apartamento e parou na entrada do quarto.
- nossa, que festa! - ela disse sorrindo.
só aí é que nos percebemos que ela estava ali. a semgraceza foi geral pra nós dois.
o flagra foi tão escandaloso que não tinha como disfarçar. quando ela entrou, ele estava bombando no meu cuzinho, e eu estava gemendo debaixo dele, pedindo mais.
ele deu um pulo e saiu de cima de mim. eu também corri pra me levantar.
- olha, isso aqui foi uma loucura. só isso - eu comecei a tentar me explicar.
- eu vi. uma grande loucura - respondeu com um sorriso no canto da boca.
o rodrigo, sem ter o que falar, foi para o banheiro da suíte. ela se aproximou de mim e disse baixinho:
- fiquei com tesão com o que vi.
- que isso, carla. foi uma loucura. só isso.
ela levou a mão no meu pau, ainda de calcinha, e pegou.
- tá todo esporrado. você gostou, né?
fiquei sem jeito.
- eu também quero - disse ela.
- quer o que?
- você. de todos os jeitos. você é um tesão. sempre gostei de fazer amor com você. acho que vou gostar muito mais.
a cena era estranhíssima. eu, em pé, de calcinha e ela vestida, segurando meu pau.
- chama seu amigo.
- que é isso, carla. não.
- chama. ou eu vou chamar. desta vez eu quero assistir tudo...
- você está doida. aquilo foi um momento de bobagem.
- larga de ser bobo. eu vi que você adorou e que ele também ficou doido de tesão. quero ver. no mínimo, tenho direito de ver.
o rodrigo saiu do banheiro na hora. ele estava ouvindo tudo pela fresta da porta. tava pelado.
o que houve até lá pelas seis da manhã, conto outra hora.
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