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Enviado em 18/02/2011
Meu pai abriu a porta do quarto dele, e com a violência e rapidez com que ele abriu a porta. Por extinto eu olhei para ele.
Vitor e Neto continuaram... Mas eu, no mesmo momento, tentei empurralos, eles não entenderam nada. Mas eu apontei com a cabeça, assustado. Para meu pai.
Os dois pararam de me penetrar na mesma hora. E saíram de cima de mim, os dois vestiam as roupas apreçados. Neto que só estava com a bermuda branca, tentou acalmar meu pai, que olhava tudo com nojo, desgosto, raiva.
- Seu Daniel. Agente pode explicar! – suplicou Neto. Eu nunca tinha o visto ficar tão nervoso, Neto fazia agente achar que ele era extremamente, confiante e arrogante; Mas ao mesmo tempo, carinhoso e amistoso. Mas na quele momento, eu podia ver o nervosismo no olho dele, não vazia sentido. Ele era assumido, não morava com a mãe, era, era... “Liberto”.
Eu estava imóvel, me cobrindo com lençóis, sentado na cama, observando a expreção de todos. Vitor estava imóvel. Ele era de uma família extremamente religiosa, mas por algum motivo ele conseguia fugir da maioria das obrigações da religião, mas se a família dele descobrisse que ele era gay...
Do nada, meu irmão chega em casa gritando:
-Pai, pai! Não faz nada! Não faz nada! – E entra no quarto. – Diego, sai da que, vai pro seu quarto! – avisou ele. Com urgência em sua voz.
Levantei-me, passei pela porta, acompanhado de Vitor e Neto. E entramos em meu quarto.
Ficamos em silencio por alguns segundos. Até que, ouço umas batidas de leve na porta.
- Diego! – gritou ele. – Arrume sua coisas, você vai embora dessa casa, eu te dou até algum dinheiro, mas vá embora, eu não quero você comigo! Voce é uma vergonha pra nossa família, você não merece o chão que pisa!
Ouvi os passos se afastando.
Por extinto abrir o guada-rouba. Peguei minha mochila, e comecei a pegar roupas.
- Voce vai ter mesmo que sair de casa? – perguntou Neto.
- O que você acha? – retruquei.
- Pra onde você vai? – perguntou Vitor, visivelmente abalado.
Pensei por um momento, não tinha pra onde ir, minha mãe havia falecido a 2 anos. Meus avós moravam em outro estado. Meus tios não me aceitariam, só tenho tios parte de pai, então eles deveriam ter recebido o mesmo pensamento homofônico que meu pai.
-Não sei. – responde monotonamente.
Silencio.
- Venha pra casa da minha ex-namorada. – propôs Neto.
Eu nunca iria pra lá. Jamais.
- Não, você ta louco? – retruquei.
-Eu vou me assumir. – anunciou Vitor. Eu me assustei. Completamente.
-Eu me assumo, e agente pode ir morar com meu tio, ele também é gay, e ele entendera! – continuou.
-Não Vitor. – eu disse. – você não pode fazer isso.
- Claro que ele pode. Ele te comeu! O mínimo que ele pode fazer é isso. – disse Neto.
- Ele tem razão. Vamos, sair logo da que, me esperem no ponto perto da sua casa Diego, eu chego la antes das 15:00.
Olhei para meu relógio no braço. 12h34min.
-To bom, mas me liga se acontecer qualquer coisa.
Abri o porta do meu quarto, Neto foi embora, sem dizer aonde ia, e Vitor foi pra casa.
Fiquei de frente para meu pai. Ele apenas me olhou com desgosto. Eu nunca gostei muito dele, achava ele preconceituoso, arrogante e machista. Hoje eu tenho certeza que a melhor coisa que eu fiz, foi sair de casa. Eu nunca mais vi meu pai.
Ele jogou cinco mil reais em cheque, na minha cara (Nós tínhamos um pouco de condição financeira.) e a última coisa que ele disse foi:
- Eu diria para Jesus te acompanhar. Mas você não merece esse capricho... – me deu as costas e apontou para porta em quando ia em direção a cozinha.
Meu irmão se aproximou.
- Eu contei tudo pro nossa pai. Ele me deu dez mil reais. Disse pra eu cuidar de você, ele disse que não quer ter dois filhos gays. Mas quer pelo menos que eles dêem certo na vida. Temos 15mil reais pra reconstruir nossas vidas. – Ele me olhou nos olhos, com aquele olhar que só um irmão mais velho sabe lhe oferecer. E me deu um beijo na testa.
Saímos de casa.
Chegando ao ponto, com nossas mochilas nas costas. Eu e meu irmão vimos Neto. Com uma mochila. Com a mesma bermuda, mas agora com uma camiseta, verde.
- E então? Você também vem? Diogo? – perguntou ele ao meu irmão.
-É. –respondeu meu irmão friamente.
Ignorei os dois e olhei no relógio, marcava 14:54. Quando olho a esquina, Vitor.
Com uma mochila da quelas que agente usa pra acampar. Igual a do meu irmão.
- O que você ta levando? – Perguntou Neto.
- Meu quarto. Meu Pc e meu Wii, Resumindo.
-Ah! – disse Neto monotonamente.
- E você Diogo, ta levando o que nessa mochila gigante? – perguntei.
O Mesmo que ele. O Noot, e tudo que eu acho que nós precisaremos.
Mergulhei em minha imaginação, imaginando oque ele acha que nós íamos precisar.
- Vamos, aquele é o nosso ônibus.
Olhei o nome do local para onde o ônibus ia: Pituba.
Um bairro nobre de Salvador. Ficava perto da minha escola. Eu estranhei, mas então, lembrei que Vitor falou que o tio dele morava sozinho.
Entramos no ônibus, sentamos no fundão.
Ficamos a viajem toda calados.
Até chegarmos a um lugar qualquer cheio de prédios da Pituba.
-Aquele, é o nosso prédio! – Vitor sacudiu a cabeça – quer dizer, do meu tio.
Falamos com o porteiro que interfonou para o apartamento 12. E disse que nós podíamos entrar.
Entramos e subimos no elevador.
-Voces vão adorar meu tio!- expressou Vitor.
-O que seus pais fizeram com você quando você se assumiu Vitor? – perguntou Neto ignorando o Vitor.
Eu e o Diogo ficamos sem graça e olhamos para o Vitor, esperando a sua resposta.
-Eles ficaram chorando. E me mandaram ir embora. Só isso, me mandarameu pegar minhas coisas apenas, nem dinheiro me deram. Mas disseram que eu podia os visitar quando eu quisesse.
Fiquei feliz por ele. Além de ele estar claramente mais “solto” e menos tímido. Ele ainda podia voltar pra ver os pais.
Olhei para o Neto, imaginando que o que menos sofrera ali era ele.
O elevador para e as portas do mesmo se abrem.
Saimos do elevador e andamos até o apartamento 12 do 3° andar. Vitor tocou a campaia.
Não demorou muito e um cara, de 1 metro e 85, branco, musculoso, de olhos azuis e loiro. Abriu a porta.
Com um sorriso lindo. Ele começou a secar meu irmão. Tenho quase certeza que meu irmão não reparou, ele não percebe esse tipo de coisa.
-Oi Vitor, tava te esperando, fiquei preocupado. Meu sobrinho, único! É gay também? Que orgulho!
Isso não é uma coisa que se ouvi todo dia.
Ele comprimentou Vitor com um abraço. E o mandou entrar.
-Esses são seus amigos? Qual deles é seu namorado? – perguntou O Tio dele.
De dentro do apartamento ouvi um: O gordinho sexy!
Todos riram. Odeio isso.
- Ah, deve ser você. – ele me comprimentou.
-Vamos entrei.
E nos mandou entrar. O Apartamento era incrível.Me lembrou muito o apartamento da “Monica Geller (Ou Bing)” da serie “Friends”. Mas é claro que não era muito parecido, só o jeito como os moveis estavam colocados e a cozinha que era americana.
Vitor estava sentado no sofá, a mochila dele estava no chão em frente ao sofá. Joguei a minha mochila perto da dele, todos fizeram o mesmo, e sentei no sofá ao lado do Vitor.
Neto sentou ao meu lado, de modo que eu ficasse no meio entre, Ele eo Vitor. Não sei o que eles viram em mim.
O Tio do Vitor nos olhou. Com um sorrisinho.
- Já sei o que ta rolando – anunciou ele – É uma relação a três?
-É. – disse Neto friamente.
- Sabia! – disse o tio do Vitor.
-Qual seu nome “tio do Vitor”? – perguntei.
- Leonardo. Mas me chame de Leo. – disse ele, tentando fugir do assunto do nome dele.
Meu irmão sentou na poltrona e observou a conversa.
- Diego, o que você sente pelos dois? – perguntou ele.
Pensei em uma resposta, verdadeira e convenceste.
- Eu gosto dos dois, mas não sei de quem eu gosto mais.
Vitor e Neto me olharam, mas finge que não tinha percebido.
- Acho que você ama os dois, mas tem medo de amar um mais que o outro.
Na verdade eu não sabia o que sentia pelo Neto, ele tinha se declarado pra mim, a menos de um dia. E eu só sentia excitação por ele. Mas já pelo Vitor, é uma coisa muito maior.
- Bom, vou mostrar onde vocês vão ficar.
Ele então andou em direção a um corredor, e fez sinal para o seguirmos.
Chegamos a um quarto com cama de casal. Era um quarto simples, só tinha a cama e um guarda-roupa vazio.
Vitor olhou para Leo com cara de duvida. Leo logo foi explicando:
- Meu ex-namorado comprou... Mas agente termino...- ele explicou.
- Entende. – disse Vitor.
Do nada, Neto se jogou na cama, e deitou de barriga pra cima, ignorando todo mundo.
Leo riu.
-Bom, esse quarto é o quarto de vocês três.
- E o meu? – perguntou Diogo.
- Achei que você não se importasse de dormir comigo... - revelou Leo, tímido.
Eu achei isso extremamente estranho, isso era uma maneira gls de cantar uma pessoa? Oferecendo o quarto pra dormir junto?
Meu irmão soltou um sorriso safado. E olhou para Leo de um jeito “você vai ver, vou arrombar seu cu todinho”.
Eu ri sem querer, mas bem baixinho.
Voltamos para a sala. Sentei no sofá. Meu irmão foi instalar o Wii, (tava louco pra jogar Super Smash Bros. Brawl)
Em quanto Leo foi preparar um lazanha que ele tava fazendo antes de nós chegarmos.
Eu, Vitor e Neto, ficamos no noot, vendo uns vídeos do PC Siqueira.
Bom, chegando a hora de dormir, nos deitamos na cama, Eu no meio, Vitor na esquerda e Neto na direita. As luzes ainda estavam assesas. Neto se virou e me taco um beijo. Durante o beijo reparei que eu também sentia alguma coisa pelo Neto. Depois do nosso beijo acabar Vitor também me beijou. Começamos a nos beijar. Nos três.
Eu tinha decidido que ia ser ativo na quela noite. Falei pros dois, eles se olharam, e desidiram quem ia ser o passivo.
Dessa vez o Neto nem discutil, foi o passivo. E disse:
-Não vou deixar esse 19cm grosso fugir de mim. E se posicionou de frango assado.
Vitor ficou olhando em quanto tocava uma punheta. (Neto e Vitor não se davam bem.)
Botei meu pau na entrada do cu dele, sem camisinha e foi forçando, ele já era iniciado. E quando menos esperei meu pau estava dentro, no cuzinho apertado dele. Ele contraiu o cu, fazendo eu me exitar mais ainda, e bombar rápido e forte, do nada Vitor sobre em cima de mim, e diz que vai me penetrar, disse pra fazermos um “trem da alegria”, ele montou em mim, EME penetrou, foi uma delicia, ficamos fudendo a cama balançando. E Gozamos, todos juntos, não sei como, mas consegui fazer o Neto gozar sem as mãos.
Quando deitamos na cama, percebi que o Vitor estava tirando a camisinha. Mas ignorei aquilo.
Estava muito cançado e acabei dormindo.
Me add no MSN: andrefull1@hotmail.com
Comentem! plese
Eduardo escreveu:
eu não gostei muito do final, até a parte 3 estava otimo, na minha opnião vc quebrou o conto com esse final, mais é besteira os grandes fazem isso se atrapalha todo no final, rsrsrs, parabéns pelo conto.
juniar escreveu:
eu ameiiiiiiiiiii que conto deliçioso, so naum gostei do seu pai aquele FILHO DA PUTA com todo o respeito meu pai tbm e igual ao seu! mais eu nao me assumir ainda tenho medo! minha mae que deve ser a unica que irar me salvar!
Carinha que mora logo alí escreveu:
Esse não é o último conto. Terá pelo menos mais 7, dividindo a narração entre os persongens: Vitor, Neto, Diogo, Diego, Leo e Nando.
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