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Enviado em 08/07/2010
Depois da minha primeira foda com meu cunhado, eu ainda encavalada sobre ele quase em êxtase quando vozes nos acordaram do tranze. Recompostos voltamos à realidade. Voltamos à barraca de camping eu flutuava em vez de andar. Ficamos algum tempo a jogar conversa fora em volta de uma fogueira. Eu estava em frangalhos e resolvi dormir. A noite foi longa. Bucetinha latejava, ardia, parecia que havia sido navalhada. Mas a noite se foi e o dia veio luminoso como todo sol de verão. Eram 10 h e todos já estavam dentro d’água. Coloquei um mini-short pra esconder um pouco o inchaço da xoxota e parti pra água. Dei um mergulho e já sai me esfregando em meu cunhadinho tesudo. Já estava me queimava em brasa novamente.
Não achei que fosse possível uma foda dentro d’água, mas eu cunhado deu um jeito. Levou-me pra mais longe no intuito de me ensinar a nadar. Tudo com muito pudor. E foi me levando e eu caindo na ratoeira. Uma amiga insistia em nos acompanhar. Eu tentava a todo custo me desvencilhar dela, mas sem êxito. Chegamos uma armação de madeira bem no meio da represa, um tipo de porto pra pesca oi coisa parecida. Fiz alguns sinais pra minha amiga e lhe confessei que estava pondo em prática meu desejo pra com o cunhadinho. Ela entendeu e fez menção de se retirar, mas o cunhado alertou-me para o fato de não ficarmos sozinhos, pois daríamos muita bandeira, já com a precisa da amiga, a brincadeira teria mais endosso de puritanismo. Samara entendeu e sorriu pra mim. Notei um olhar de desejo nela.
-----------Bem, pensei com meus botões. Vai sobrar pra ela também. Até porque eu não iria aguentar muito.
Aconchegamos-nos os três. A mão de meu cunhado corria pela minha bundinha e por vezes a minha bucetinha por cima ou por dentro do short. Meu cunhado pediu então que eu abraçasse a Samara e deixasse o corpinho boiando de bunda pra cima, assim ele me abraçou por traz e tirando meu short e escondendo dentro do short dele, abriu minhas pernas e colocou a glande do cacete em minha grutinha e foi enterrando aos poucos. Eu gemia de prazer e comecei a ter pequenos espasmos de prazer. Samara estava num tesão de dar dó. Abraçada a mim gania de tesão. Dei-lhe um beijo no rosto. Ela retribui beijando-me na boca. Eu levando minha segunda metida dentro d’água. Era demais pra mim. Eram momentos eternos de felicidade. E tome vara na buceta. Mas minha bucetinha estava muito avariada pelas fodas anteriores e pelo descabaçamento que eu havia sofrido na noite anterior e que já foi relatado aqui em depoimento anterior. Meu cunhado percebendo meu sofrimento foi amenizando as estocadas e por fim retirou o cacete que pasmem era maior que o meu palminho de menina e muito. Vestiu-me o shortinho delicadamente e veio nos abraçar também. Roçou as coxas de Samara com a vara e ela em risinhos incontidos se surpreendeu com o tamanho.
--------------Aff. Que é isso mell dells? Meu cunhado perguntou:
--------------O quê?
--------------Essa coisa toda? Nossa que enorme? Parece um pepino gigante.
--------------o do seu namorado não é assim? Perguntei a ela.
--------------Imagina, nem em sonho. Se eu sofro pra dar pro meu namorado imagina eu entrando nessa pica; rebateu Samara enquanto apertava e alisava aquele membro grosso.
Confesso que ardia em desejo de vê-la sendo fodida ali naquela hora. Meu cunhado sugeriu que saíssemos dali e fosse pra algum lugar mais seguro.
Saímos da água e com desculpa de comprar cerveja, fomos até a cidade. Ninguém suspeitava de nada. Era pouco mais de 11:00 hrs. O cunhadinho levou-nos diretamente pra casa dele, que estava fechada, óbvio. O que se sucedeu em seguida foi digno de uma bacanal. Mal chegamos e fomos diretos pro banheiro tomar uma ducha. Meu cunhado preparou a banheira e completamente nu, pegou a Samara por trás e em pé erguei uma perna dela e cravou-lhe a lança sem dó. Samara desconcentrada e sem forças agarro-se anteparo do toalete e choramingava o tamanho da vara. Ria e chorava. Eu estava alucinada com aquela visão da rola entrando nela. Não sabia se sentia ciúmes ou inveja. A cada metida que ele dava nela eu sentia meu mel descer pelas pernas. De repente ele tira a vara dela e enterra em mim num ataque certeiro. Eu encostada na parede nem tive reação. Bastou sentir a vara dentro de mim desatei a gosar e a ter espasmos de felicidade. Ele tira de mim e enterra nela de novo, bem rapidamente. Ela geme e diz que está gosando como nunca havia gozado. Meu cunhado para tira o pau dela e deixa o balançando no ar e jorrando porra em nós duas. Tudo parece em câmera lenta. Ainda posso sentir o cheiro de espera no ar. É o fim de tudo. Fim?
O cunhado sai pra voltar logo em seguida com um tubo de óleo de amêndoas e um fraconete de anestésico. Untou nossos corpos com óleo numa orgia deliciosa. Ficamos escorregadias e brilhosas. Depois com o dedo, foi untando meu cuzinho com anestésico, eu naquela época nem sonhava com o que fosse aquilo. Em seguida o cuzinho de Samara também recebeu uma dose do tranqüilizante. Sabíamos que iríamos ser enrabada, mas nem esboçamos reação alguma, porque estávamos mesmo era afoitas por vara. Sedentas por vara. Quase doentes de vontade de rola. E a rola veio. Por trás me agarrou me jogou dentro da banheira de quatro. Mandou que eu encostasse a barriguinha na água acentuando assim a lordose e colocando meu cuzinho bem a mostra. E meteu tudo pra dentro abracei a banheira e tudo que conseguia agarrar, pedi aos céus, clamei por mamãe, roguei por clemência e tome vara no rabo. Devagarinho centímetro a centímetro fui levando toda aquela bagagem pra dentro do rabo. De vez em quando ele retirava e lubrificava com óleo, o que trazia um pouco mais de conforto.
-----------Ai, ai, ai. Tem piedade de mim. Vai devagar. Para um pouco, não enterra tudo que eu não tenho costume de dar o cú ainda. E tome vara no rabo. É com a vara no rabo que a mulher reconhece o seu lugar e dá valor pro seu macho. Eu amo meu cunhado, pensava em voz alta. Agora eu o tenho na palma da mão. Nisso senti uma travada no rabo minha bunda empinou, senti um trauma tão grande que achei que ele estivesse colocando os ovos dentro de meu cù.
Senti os espasmos do seu enorme pênis e o jorro de porra quente em meu ânus. tentei sair da vara, fui me levantando, mas ele veio junto comigo me pressionando o pinto na minha bunda. Sai da banheira atrelada com ele, fui andando a esmos e ele vinha atrás grudado e me enrabando. Andei pela casa gemendo e sendo comida pela bunda. Na sala, desvencilhei-me dele e me joguei de bundinha pra cima no tapete da sala de estar. Erro fatal. Ele deitou-se por cima de mim e me comeu de novo.
------------Adorei seu cuzinho. A coisa mais gostosa que já papei. E ressaltou o modo como eu apertava o cuzinho quando ela me enterrava do pinto.
-----------e eu me apaixonei pelo seu cacete, pelo seu saco, por você inteiro, confessei.
E foi bem verdade. E ainda tem a Samara lá no banheiro, em êxtase. Mas isso fica pra outra vez.
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