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Enviado em 26/12/2011
Gente, chamo-me Daniel e, tudo o que passo a lhes narrar ocorreu entre os anos de 1985 e 1987. Nessa época, eu e minha família morávamos em Piçarras, litoral norte catarinense, aonde permaneceríamos até 1989. Comecei a conhecer Tobias, meu primo emprestado por assim dizer (o pai dele e meu padrasto eram primos), no segundo semestre de 1984, quando voltei à casa de meus pais, em Piçarras, depois de ter passado a primeira metade do ano na casa do meus tios, em Joinville, onde eu havia me estabelecido para estudar.
Nessa época, eu cursava a quinta série do ensino fundamental e estava na faixa dos 11 anos. Era tido pela maioria como um garoto tímido, de poucas amizades. Para os mais taradinhos e sacanas eu era visto, também, como alguém com jeito de menina e bem gostosinho. Modéstia à parte, minha voz fina, compleição franzinha, coxas grossas e bunda deliciosa formavam um conjunto perfeito e que, de certo modo, deixavam muitos garotos de pau duro.
Com relação a Tobias, não foi diferente; ou melhor, seria bem mais prazeroso. Desde que nos havíamos conhecido, senti que ele me olhava de um modo especial, com a ternura com a qual um rapaz dedica a uma moça a qual deseja conquistar. Vou confessar, desde a primeira que o vi, sabia ele não só fazia meu tipo como, também, seria o macho que um dia eu teria dentro de mim; fazendo me, assim, sua fêmea. Ao contrário de mim, Tobias tinha um corpo relativamente forte e de presença. Nos seus 14 anos, tinha a aparência de um já quase homem feito. Seus 1,65m, cerca de 60kg,voz grossa combinados com seu corpo sarado (não por academia, mas por serviços feitos no sítio, mesmo!) faziam aquele mulatinho, simplesmente, irresistível. Nos primeiros meses, ele passou a me perguntar se eu nunca havia saído com garotas e coisas do tipo. Certa vez, quando eu estava ajudando Tobias a cortar capim para o gado da família dele , em maio de 1985, ele, talvez se aproveitando da minha ingenuidade, veio com essa:
- Dani, sabe que a gente já se conhece a bom tempo e somos muito amigos... Se eu te pedir uma coisa, você jura, pela alma dos teus antepassados, que não irá me negar?
Assustado com a proposta, perguntei: - Depende. O quê?
- Você jura ou não, porra, em nome da amizade de nossas famílias?
- Tá bom, juro.
- Dá esse teu cuzinho gostoso pra mim foder?
Na hora, naturalmente perplexo com o abuso daquele rapaz, neguei. No entanto, ele retrucou dizendo-me que me daria um mês pra pensar; se eu recusasse, ele me desmoralizaria diante de todos os outros garotos da escola (mal sabia eu que a fama de gay é carregada tanto pelo ativo quanto pelo passivo). Durante quatro semanas, guardei aquela proposta indecente comigo. O fato de saber que estava nas mãos (e, depois mais futuramente, na rola) daquele moleque maquiavélico me corroia de raiva , ao mesmo tempo, de tesão por ter caído na lábia dele. Numa sexta-feira de junho, dia 10, Tobias me convidou pra gazear aula; ele estava na oitava série e eu na sexta. A sacanagem que estaria porvir estava desenhada: fomos para um campinho de futebol, próximo a um matagal à beira de um rio nas proximidades da rodovia BR 101. Depois de alguns minutos de jogar conversa fora, ele me cobrou:
- E aí, Dani, vai me dar esse rabinho delicioso ou não? Olha lá, hein, que eu conto tudo...
- Ah, Tob, não tem como esfregar teu cacete, na minha bunda, por sob a calça.
- Nada feito, quero atolar minha rola no teu cu. Aceita vai, você vai gostar e pediu mais, quer aposta quanto?
Não tinha outra alternativa diferente de acenar, positivamente, com a cabeça. O filho da puta ironizou, dizendo que eu tinha feito uma feliz escolha e deu-me a opção de diz qual o mato que eu preferia pra irmos. Indiquei o próximo da rodovia que, afinal de contas, era o que menos oferecia riscos de sermos surpreendidos. Lá chegando, tiramos a roupa. Ele ainda, creio eu pra me deixar menos tenso, convidou pra mijar ao lado e dele e comparar as rolas. Comparação, diga-se de passagem, pra lá de covarde; meu pintinho, de 5 cm, se ficasse duro não ficaria com metade do tamanho de cacetão lindo, grosso e cacetudo dele que, mesmo quando flácido, deveria medir o dobro do meu. Nossa, naquela situação, ele estava super rígido e com uns 19 cm. Aquele cafajeste, pra quebrar o gelo ou pra apimentar ainda mais a situação, disse pra que eu ficasse peladinho e obedecesse tudo quanto ele ordenasse. Foi o que fizemos. Em seguida, mandou que eu ficasse de joelhos e desse uma chupadinha naquela picona. No início, parecia que estava enojado com ele e comigo mesmo por ter sido tão trouxa em ter aceitado aquela historia “absurda”. No entanto, em fração de segundos, me veio uma voz no pensamento que era tão debochada quanto meu primo cacetudo que me dissera “- Escuta aqui sua putinha vadia, você está diante do macho dos teus sonhos. Tanto ele quer te comer quanto você quer dar. Você vai aproveitar a chance que a vida ta te dando ou vai ficar passando vontade?”. Nâo pensei duas vezes. Além de ter caído com uma otária na lábia dele, caí, também, foi de boca naquela rola maravilhosa. Fazia de tudo. Lambia ela todinha, colocava-a inteira na minha boquinha, enfim satisfazia meu paladar. Em segundos, aquele monstro ficava enorme e me deixava doida. Era um tal de Tobias de me puxar pelos cabelos e forçar aquela benga contra minha garganta. Em seguida, pude sentir aquele cacetão começar a pulsar não caber mais nos meus lábios de tão grande. Em segundos, minha língua era premiada com fortes jatos de esperma quente e grosso. Fiz menção de cuspir tudo fora, porém Tob disse para que eu engolisse tudo, já que puta que era puta tinha que fazer aquilo pro seu homem. Fechei os olhos, e comecei a executar o maior misto de prazer e porquidade que até então eu tinha presenciado. Engoli cada cota, sem desperdiçar nada; de tão alucinada de desejo, devorei até o sebo que tinha no valinho que ficava entre a cabeçorra e o resto do corpo da piroca. Mesmo com uma carinha de “quero mais” o provoquei: - Pronto, agora nosso trato está cumprido!
Tobias, sem pestanejar, devolveu meu assinte com um trocadilho muito sacana:
- Ah, coitado (literalmente!), tá aqui, ó, o “comprido”. Lugar da minha espada é na tua bainha.
- Então ta. Disse com cara de putinha insaciável.
Em seguida, ele me pôs de quatro e me deixou doida com sua língua na entrada do meu anel de couro. Pra testá-lo, enfiou um dedo, depois dois e, quando teve certeza, passou a forçar a cabeçona. Doeu um pouquinho, mas ela passou. Logo, aquela jeba já estava inteirona dentro de mim. A dor e o desconforto já davam lugares ao prazer e ao delírio meu e de Tob. Gente, o cara começou um vaivém de me levar aos céus. Sentia a chapeleta cutucar firme e fundo dentro do meu rabo. Diante disso, trocávamos elogios:
- Ai, Tob, me come, arrebenta minhas pregas com esse picão.
- Bem que eu disse que você ia gemer na minha rola, não é vadia? Que cuzinho quente e gostoso você tem? Vou te comer a tarde toda.
Variamos posições. Como combinávamos, em altura, ficamos de pé e sem tirar de dentro apoiei minhas mãos numa árvore, com as pernas meio que dobradas e me arreganhei toda. Pra atiçar, ainda dava uma olhadinha pra trás, mordendo o dedinho e com cara de vagabunda medrosa. Ai que delícia era aquilo, colegas. Com as mãos apoiadas na minha cintura, Tob mandava ver tacape dentro do meu fiofó (a essas alturas, já ardido em brasas!), enquanto eu jogava minha bunda pra frente, pra trás e para os lados, rebolando com uma putinha alucinada. Não iria demorar muito e meu cuzinho, já quase esfolado, iria ser recompensado ao se refrescar com os vários e espessos jatos de porra quente que recebia em seu interior. Já tão exausto quanto meu macho, em sinal de gratidão e de alegria compartilhada, tasquei um longo e delicioso beijo em meu macho.
Nos dezoito meses seguintes, Tobias iria continuar a me comer (se não falha os cálculos e memória) outras cerca de mais de 72 vezes. O filho da puta (pasmem!), apesar de eu ter alegado que eu já dera o que ele queria (minha rosca, é claro!), veio como estória, simplesmente, estapafúrdia de que, agora, ele incorporava uma tal entidade do sexo que atendia pelo nome de Gusmão. Segundo Tob, esse suposto espírito suposto espírito superior nos tinha por escolhido dele; Tob seria o mestre e Dani a apóstola. Resumindo, meu macho e eu precisávamos fazer muita conjunção anal e oral pra agradar a tal entidade; sob pena de não evoluirmos, espiritualmente, e ainda sermos castigados. Como eu não gostei de brincar com essa forças ocultas (eu pegava bem era outra coisa!), passei a dar para o Tob, nos mais variados lugares, jeitos, posições, horas do dia e dia da semana. Trepavamos no mato, no canavial, na pedreira e até mesmo numa estrebaria do dono de uma barraca de caldo de cana pra quem trabalhamos, no verão de 1986. No segundo semestre de 1985 e todo ano seguinte, com certeza, eu quase “engravidei” de tanto dar meu cuzinho pro meu amado e pausudo primo emprestado. O calhorda do moleque chegou ao ponto de criar uma senha pra me avisar a respeito de cada vez que iríamos meter: “temos que fazer contato ou comunicação”. Quando se ouvia ele me dizer uma das duas, pronto. Tenham certeza, que instantes depois, lá estava Tob, no mato mais próximo ou lugar mais conveniente que fosse, atolando sua vara na rosquinha do trouxa que vos digita de tudo que era jeito e posição. Durante 24 meses (olhem só o número! rs) nos foi maravilhoso saber que meu rabo gostoso, não servia apenas pra minhas necessidades fisiológicas; era usado, do mesmo modo, pra atender a vontade gusmanica e nossa por tabela. Nossa última transa, seria em junho de 1987 (quando eu completei 14 anos e a nossa primeira completou dois). Fazia um semestre que não fodíamos. Ele voltava de uma viagem pra Fraiburgo, onde permanecera por sete meses. Tob me encontrou, num campinho de futebol, nos fundos de nossas casas, meio triste e cabisbaixo. Quis saber o motivo de meu abatimento. Respondi que era por causa do grande recesso antecipado que a greve escolar nos dera (vale lembrar que, alem de putinha dele na intimidade, eu era um tremendo cdf que tirava sempre ótimas notas) e que não via a hora de voltar a estudar. Além disso, acrescentar que os garotos haviam me enchido a paciência durante o jogo e que um deles, Ribamar, ao observar minha bundinha enfiada num shortinho de nylon, dissera que atolaria seu cacete até as bolas no meu cu e o encheria de porra, sem medo de sujá-lo. Tob então aproveitou a deixa: - Fala sério, e você não gostou? Eu te conheço, o que te preocupa não é escola ou esses moleques. Tenta descobrir o que quero dizer: - C –o-n-t-a-t-o.
- Contato? A gente vai fazer agora? Indaguei com um sorriso, de orelha a orelha.
- Adivinhão. Respondeu-me Tob, com a cara de cafajeste tarado que eu tanto adorava. Fomos pro canavial e metemos muito, à tarde toda até chegarmos à exaustão. Infelizmente, Tobias, no mês de agosto daquele ano, ao ser procurado por mim, disse-me que havia se convertido numa igreja evangélica e que aquele papo todo de entidade era coisa do demônio e que deveríamos seguir nossos caminhos e esquecer tudo o que havíamos esquecer o que, segundo ele, havíamos feito de errado... Pois é, pessoal, foi assim que eu fêmea de meu quase primo durante dois inesquecíveis anos de minha adolescência.
Matheus escreveu:
Olá amigo,que delícia de conto,deixou minha rola dura e babando,li batendo punheta,gozei muito gostoso,quando eu tinha 13 anos minha rola ja media 15x11cm eu arrombava o cu dos muleke mas eu dava o cu pra eles tb,agora minha rola está medindo 20x14cm continuo arrombando cu mas curto dá o cu tb,sou gato e malhado,tenho um conto aqui tb que se chama...METEU A ROLA EM MIM E EU METI A ROLA NELE...é verídico,muito bom,parabéns pelo seu conto,um grande abraço...19 96289021.
Sam escreveu:
Muito bom o conto, é uma pena quando amigos, amores não duram pra vida toda, você deve etr muitas saudades! :)
Matheus escreveu:
Delícia de conto,deixou minha rola dura e babando,li seu conto batendo punheta,gozei muito gostoso,esguichou muita porra,sou insasiável no sexo,tenho uma rola de 20x14cm grande grossa e cheia de veias saltadas,tb sou bem sacudo,curto dá o cu mas minha especialidade é meter a rola num cuzinho bem gostoso,e gosto de socar sem dó,minha rola é até quadrada de tao grossa, tenho um conto aqui tb que se chama...METEU A ROLA EM MIM E EU METI A ROLA NELE...é verídico,mas parabéns pelo seu conto,um grande abraço amigo...19 96289021.
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